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[treino de perícia] Mei

[treino de perícia] Mei - Publicado em Sex Set 14, 2018 9:45 pm








Prestidigitação 1/4


E
u, após me estabelecer na guilda e conhecer algumas pessoas, decidi dar uma volta pela cidade, afim de conhecê-la melhor. Aquele lugar era minha nova casa, e eu gostaria de conhecer cada rosto dali. Estaria disposta a proteger todos se necessitasse. Ninguém iria ferir meus hospedes, nunca permitiria.

Tudo era muito elegante e sofisticado, eu me sentia até como se não pertencesse realmente aquele local. Alguns fragmentos de minha infância me mostrava coisas velhas, rústicas e farrapos. A diferença de vivência era realmente gritante para mim, mas isso não me incomodava nem um pouco. Uma nova pessoa, um novo status social. Mesmo sendo noite - não muito tarde, em torno das dezenove horas - tudo estava extremamente iluminado, e a rua estreita em que eu me localizava estava um tanto quanto bem povoada. Retirei minhas cartas de meu deposito, afim de contá-las, apenas para me certificar como sempre. contarei uma única vez, prometo.

Um, dois, três, quatro... — Iniciava a contagem em sussurro, até ser interrompida por algumas crianças que ali passavam. Três delas pararam diante de mim. Eram três pares de olhos encantados e ao mesmo tempo misteriosos.

— Moça, Moça! — O do meio se pronunciou. Ele utilizava uma blusa de manga comprida listrada de verde-escuro e azul. — Você faz mágicas com isso aí, não faz? eu sei que faz! — Ele se aproximou, totalmente curioso.

— Claro que não seu idiota! — Uma quarta criança se aproximou, uma garota de cabelo cobreado, com seus longos fios presos por um laço obsidiano. — Olhe essas cartas, ela deve ser provavelmente alguma cartomante mentirosa. — A menina encerrou sua frase com uma bufada, enquanto o garoto, decepcionado, se distanciava. Eu não era uma cartomante, muito menos mágica - ao menos, não talentosa. Enquanto eu vivia aprisionada no porão, utilizei minhas cartas das formas mais distintas, assim como alguns truques levianos.

— Não me subestime, eu sei alguma coisa. — Chamei a atenção do garoto, enquanto ficava com algumas cartas agarradas em minha mão e ao mesmo tempo de braço cruzados, como estivesse ofendida. As crianças se aproximaram novamente, até mesmo a garota desafiadora. Peguei cinco cartas e mostrei-a todos que prestavam atenção. Misturei-as e as levantei ao ar com minha palma, enquanto passava de mão a mão, mostrando-as ainda presentes. Levantei-as acima de mim e bati palma, levando ambas mãos para baixo, mostrando que não havia mais nada ali. As crianças ficaram boquiabertas, facilmente impressionadas pelo truque amador. As cartas estavam escondidas em meu moletom preto, este longo. A tática foi agilidade, e também ocupar as crianças com outros movimentos enquanto eu as escondia. Aproveitei meu brilho momentâneo e me despedi, antes que alguma delas se questionasse como fiz aquilo, querendo que eu repetisse e ficassem mais atentas.
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Mei
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Sex Set 14, 2018 10:14 pm








Prestidigitação 2/4


D
ia seguinte, e tudo que eu fiz no anterior passou como um curta-metragem em minha mente. Curta-metragem pois eu fiz praticamente nada, mas um evento em específico se repetiu várias e várias vezes em minha cabeça. Me mexi entre os lençóis tentando pensar em alguma coisa, ou tentar criar uma história em que eu sou a rainha do mundo em minha cabeça, mas nada funcionava. O sol entrou pelas persianas de meu quarto e eu finalmente levantei. Olhei-me no espelho e finalmente senti amor próprio. Não aquele amor próprio visual, de se achar bonita, aquele amor próprio de auto-satisfação. De sentir que está se tornando uma pessoa boa e segurando as rédeas de sua vida. E, esse sentimento, somente porque encantei algumas crianças com um truque meia-boca. Não consigo me entender.

Voltei ao meu quarto e visualizei as minhas cartas em cima de uma cômoda de madeira ornamentada de dourado. Tinha algumas moedas ali também. Sentei-me próxima, e agarrei a moeda, deixando-a em cima de minha palma. Coloquei-a entre meu polegador e meu indicador da mão direita, sentindo-a, sua textura, seu formato. Fingi colocá-la em minha mão esquerda com um movimento fluído, mas a escondi entre a palma e os dedos da direita. Fechei a mão esquerda com a moeda imaginária e peguei outra moeda com a mão direita, com o dedo e o polegar. Fingi soltá-la em minha mão esquerda, deixando a moeda oculta cair na minha mão direita, unindo-se a que eu já estava segurando, criando uma ilusão de que ambas estavam em minha mão esquerda, quando na verdade estavam na direita. Olhei atentamente cada movimento meu, me imaginando um telespectador que visualizasse aquilo. A mim pareceu algo bem efetuado, mas nunca se sabe.

— Tantas pessoas sendo produtivas e eu fazendo bobagens com moedas. — Larguei-as ali e peguei minhas cartas, saindo do quarto. Não sabia a que exatamente estava treinando minhas técnicas, mas apenas fazia. Se isso seria útil algum dia? provavelmente não. Mas o ser humano tem que se divertir de alguma maneira, mesmo que seja um hobby inútil.
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Sab Set 15, 2018 12:43 am








Prestidigitação 3/4


H
oje eu decidi treinar. Isso, pelo mais estranho que seja - ainda mais como uma maga de uma guilda importante - era raro. Sempre preferi ficar olhando minhas cartas e fazer uma leitura delas. Dedução, e assim aprender novas magias. O seu uso real? Sua versatilidade e aparência? Esperava para me surpreender na primeira oportunidade de utilizá-las, no caso, em combate. Fui a área de treinamento da guilda, era realmente um lugar majestoso. As vezes ia lá somente pra passar um tempo, pois era um local muito belo e sereno. Mas hoje minha intenção não era ponderamento e sim melhoria. Não mágica, e sim de mira.

Havia alguns bonecos de treinos por ali, observei-os e imaginei eles como pessoas. Sabia as melhores regiões para acertá-los e assim, maior dano, senão fatalidade. Sim, eu ia atirar cartas, como se fosse shurikens. Mas claro que iria banhá-las com mana, para seguir seu percurso com maior potência. Atirei, visando sua cabeça, mas sabendo da distância e velocidade do vento, chegaria no mínimo no peito. A carta então fincou na região da artéria subclávia. Continuei os arremessos, e em seguida, buscando minhas cartas. Não gostaria de maneira alguma estragá-las.

Durante um arremesso ou outro dava uma pequena pausa, com isso me relembrei dos dias anteriores e de minha tentativa de truques de mágica - este, na visão de um mago real, continha magia alguma. Eram somente truques ilusórios, sequer isso. Mas eu, como uma maga verdadeiro, poderia utilizar desse aprendizado em batalha? Seria muito mais útil, e isso também confundiria o inimigo. Como se todos os acontecimentos recentes tivessem me feito chegar naquele caminho e naquele ideal, saí da posição de descanso e me levantei, determinada a criar algum truque útil em batalha. Com uma carta em mão, fiz um cruzado entre meus braços e mantendo minhas mãos ao lado do pescoço, preparada para arremessa-las. Instantes depois elas voaram no ar, e no meio de seu percurso, duas cartas se tornaram quatro. Meu movimento em si foi mostrar ao alvo que eu tinha duas cartas e que, na realidade, eram quatro. Isso não se demonstra totalmente funcional, visto que eu estava praticando contra um objeto e minha metodologia de utilizar truques contra algo inanimado se demonstrava fútil, mas minha imaginação me levava á outro patamar, uma luta real com um movimento gracioso e super bem executado. O que resta é aprimorar essa prátia e chegar em algo que realmente possa ser utilizado, invés de utilizar da imaginação como poder.
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Sab Set 15, 2018 2:50 am








Prestidigitação 4/4


A
s ruas de Balsam Village se mantinha iluminada pela luz natural diurna. Entretanto, eu a preferia durante a noite, tudo parecia mais mágico e bonito. Mas nem por isso eu iria deixar de andar por ali apenas pelo horário do dia, então caminhei pelas ruas em busca de uma loja de materiais naturais, para encontrar algo específico que eu tanto procurava. No meio do caminho algo inconscientemente me chamou atenção, uma placa branca ao lado de uma porta escrita PROCURA-SE MÁGICO; aquilo trouxe um estranho brilho aos meus olhos, algo dentro de mim almejava aquela posição, mas a minha outra parte, insegura diante apresentações em frente de público me arrepiava também. O que seria um mágico? querendo ou não, parte da população fazia mágica, mas não a que eu poderia oferecer.

Antes de adentrar a porta, visitei uma loja de fantasias e comprei algo que ocultasse meu visual. As pessoas sempre se interessam pela incógnita, e esses truques tem mais do que tudo mistério dentro de si - para os leigos, claro. Comprei uma máscara que imitava um crânio, mas colorido e que houvesse espaço ocular pra apenas um lado. Uma longa capa vermelha e que também tampa a parte da frente do peito fez parte do adereço, além da roupa branca-roxeada por dentro. Era uma mistura de mágico-infantil-melodramático-misterioso. Vesti, e fui até a entrada em que vi a placa. Olhares me perseguiam pela rua, mas eu me sentia protegida. Eles não sabiam quem era eu, então porque temer que julgassem minha real identidade?

— Me mostre algo que você saiba fazer. — Disse o avaliador, após um questionário básico sobre minha pessoal. Obviamente, mantive a identidade. Mostrei a ele meu lance de cartas e moedas, dessa vez juntas. Utilizei-as ao mesmo tempo em meu ato, uma sobre a outra. Tampava a imagem da moeda ao homem com a carta, e quando ele visualizasse a saída dela, a moeda não estaria mais ali. Foi desse ato á derivados. — Acredito que seja o suficiente. É um show de mágica amador. — e, além de amador, teria mais de um mágico. No fundo, soou como ofensa pra mim, mas era um início. Eu ali já não era mais Mei, e sim a Cortesã.
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Sab Set 15, 2018 10:58 am

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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Qua Set 19, 2018 7:22 pm








Prestidigitação 1/3


O
dia em que eu decidiria o rumo de minhas habilidades ilusórias se aproximava. Minha insegurança atingia seu ápice, eu já não sabia se queria exatamente fazer aquilo - ou se estava apreensiva e com medo. Meu corpo em geral permanecia ocioso, inerte em minha cama. Minha mente flutuava e ponderava sobre o que eu iria efetuar. Meus dedos permaneciam inquietos, procurando algo para agarrar e fazer sumir diante de meus olhos. E meus olhos se recusavam a fechar-se. Não deixariam a deixa de perder algum movimento. eu sou o telespectador. As vezes meu cérebro despertava e procurava sentido naquilo tudo. E, algum tempo atrás, eu procurava sentido através das minhas cartas. Era como uma dependente química, mas sua droga a trazia segurança, e a falta dela o contrário. Tudo bem que eu estava insegura sobre o que estava para ocorrer, mas ao mesmo tempo estava menos insegura do que nunca. E não pegava as cartas em busca de conforto.

— Você é uma estúpida mesmo, né? — Algo falou pra mim. Eu olhava fixadamente para o espelho e eu era a única pessoa ali. A voz tinha saído de meus lábios, mas não fui eu quem a disse. não, não, não. Agora não. Cerrei o punho inconscientemente e soquei o espelho. Ele rachou, e consecutivamente, minha mão se machucou. Não foi o suficiente para quebrar o espelho já que ainda meus membros não eram rígidos e fortes, mas meu semblante já não estava lá, como um truque de mágica. A violência as vezes consegue ser a própria mágica.

x

No mesmo dia, mais tarde, fui até a biblioteca local, procurando algo útil e que me trouxesse algum aprendizado sobre ilusões, assim como também buscava espairecer. Busquei de prateleira em prateleira, não encontrava nada. Poderia pedir informações? sim, mas meu corpo se recusava a isso. Não necessitava auxílio como não tinha coragem para pedi-lo. Até que, depois de minutos, algo gélido encostou em minha nuca, como um toque. Virei-me e era uma mão robótica, estendendo um livro para mim.

— Está buscando isso? — Peguei o livro roxo e visualizei um olho dourado em sua capa. O abri e vi diversos tipos de ilusões no índice. Quando olhei novamente para a pessoa que me deu o que eu procurava, já não estava mais ali. Não consegui nem mesmo ver seu rosto. Agradeci em silêncio e procurei uma cadeira para lê-lo. Incluía coisas das mais simples até das mais complicadas - estas que eu não compreendia, pois envolvia muitas palavras que eu não dominava. Peguei um parafuso que estava solto em cima de uma mesa e com uma carta o tampei de minha própria visão. Fechei meus olhos e, girando-a no ar e fixando o parafuso no papel, fiz-o desaparecer. Como? não sei, não estava vendo.
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Sex Set 21, 2018 5:25 pm








Prestidigitação 2/3


E
ra manhã e muitas pessoas da cidade ansiavam pelo espetáculo que iria ocorrer em poucas horas. Uma pessoa misteriosa andava pelas ruas e olhos curiosos se depositavam em cima dela. Sua mascara tinha espaço apenas para um olho, uma longa capa vermelha acompanhava seu corpo, tanto por trás quanto por frente. Sua roupa interna e visível apenas da barriga para baixo era branca-roxeada. Sua aparência era uma mistura do mistério com a graça; era quase como se fosse um bobo da corte gracioso e sério. Seus passos faziam um som oculto de um sino, ninguém conseguia localizar a origem.
A pessoa misteriosa adentrou as portas de fundo de um edifício que, diante sua entrada, estava lotado. Uma fila acompanhava a compra de bilhetes, era um evento e tanto para um título não nobre, nem de honra, mas sim de mágico temporário da cidade de Balsam Village - ou que iria, ao menos, fazer apresentações até ser despedido. Era quase como uma competição de emprego.

— Cortesax. — A figura oculta se pronunciou, após um segurança perguntar seu nome. Estava na lista, e assim pode entrar. Assim que ele adentrou no lugar visualizou várias outras pessoas, todas ou parcialmente cobertas com fantasias, tanto quanto totalmente. Estava um clima de tensão ali dentro, nenhum deles era profissional - um profissional também não trabalharia em um local daqueles, e sim em um muito maior. Eram de ruins a medianos, ou ao menos era o que se podia tentar julgar. Cortesax sentou em sua mesa e com calma, pegou suas cartas especiais. Cada pessoa aparentemente tinha algum item específico para efetuar sua magia, seja moedas, barras, caixas, cartas, caixões, bolas, chapéus... o participante especial eram cartas, mas não simples cartas, cartas especiais. Ele contava uma a uma, apenas para se certificar que todas estariam ali, nem uma a menos, nem uma a mais.

— Gigó, por favor, venha. — Um homem de terno apareceu chamando um nome, e o nome chamado foi junto com ele.  De tempos em tempos alguém era chamado, sempre iam, mas nunca voltavam. Talvez fossem a outro lugar?

— Cortesax, venha. — Ele voltou, oito pessoas após sua primeira entrada. O participante foi junto. — Como é que se pronuncia seu nome? eu falei corretamente? cortesáx? — Ele perguntou. A participante balbuciou alguma coisa, mas ele ignorou. — E espectadores, contemplem agora, Cortesãx! — Ele apresentou, e a multidão bateu palmas. A participante entrou, ou o participante, quem saberia seu gênero? E ficou em frente a uma mesa. Sentia algo mexer dentro de si. Medo? não. Ele não tem medo.

Suas cartas estavam em sua mão, mostrou todas ao público. Embaralhou-as e em seguida jogou-as no ar. Elas caíram como uma chuva, indo de encontro no céu para o chão. Com um estalar de dedos as luzes apagaram e acenderam, em questão de segundos. As cartas não estavam mais lá. Cortesãx se aproximou das pessoas da primeira fileira e tirou todas as cartas perdidas de dentro do bolso delas. A plateia virou, questionando como ele teria feito isso, alguns até duvidaram se os espectadores não estivessem colaborando com ele. Em seguida ele continuou seu show [...]

— Parabéns, Cortesáx. — Um velho sentado em uma cadeira a parabenizou. Depois de analisá-lo, percebeu que seu braço era metálico. Sentiu que já o tinha visto em algum lugar, e isso bem recentemente, mas não sabia aonde. — Não preciso nem saber sobre as outras apresentações, minha selecionada é você. — Cortesáx assentiu e agradeceu. Já era hora de deixar sua deixa, voltar quem sabe outro dia? Andou em rumo a saída, até ser interrompida. — Até mais, Mei. — Ele não sabia quem era Mei e também pouco se importou em descobrir.
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Sex Set 21, 2018 7:18 pm








Prestidigitação 3/3


A
cordei assustada, sentindo que tinha perdido alguma coisa. Lembrei-me do evento que eu tanto aguardava, e mais assustada ainda corri direto até o calendário. Visualize-o, e percebi que perdi a data da apresentação. Não sabia o que fazer, o meu foco do momento estava morto, e eu já não tinha mais o que fazer momentaneamente. Apenas me arrumei e iria afogar minha decepção de mim mesma, ao menos hoje, nos livros. Quem sabe amanhã no meu próprio corpo, visto que é ele o culpado?

Assim que adentrei a biblioteca fui até um tema qualquer, apenas para focalizar em uma nova abordagem, quem sabe biologia? ou até mesmo anatomia humana, visto que já tenho um conhecimento mínimo na área depois de... esquece.

— Mei? — Uma voz me chamou e eu conseguia de alguma forma, reconhece-la de um período muito recente. — Ou eu deveria dizer Cortesax? — Virei-me e ali estava o homem do braço mecânico de dias atrás, que me entregou um livro roxo que me auxiliou muito em meu conhecimento. Sua associação ao meu nome de mágica me espantou, como ele sabia dele? — Procurei você, visto que sumiu de repente e não informou nem onde mora. — Ele se aproximou. Conseguia ver seu rosto já marcado pelo tempo, exceto pelo seu cabelo e seu braço artificial, ambos brilhavam e continham cores cintilantes que pareciam super recentes.

— Quem é você? — Perguntei primeiramente, dando continuidade. — E como sabe que eu sou a Cortesã? — Usei a palavra aderindo ao meu gênero, sendo que a artística não continha gênero definido. Parando pra pensar, não conseguia me lembrar de nada do dia anterior, o que fazia minhas pernas tremerem.

— Eu simplesmente sei. — Seu rosto mudou de expressão rapidamente, e ele se aproximou ainda mais. Sua mão metálica aproximou de meu rosto, mais especificamente seu dedo indicador em meu queixo, me fazendo sentir seu toque gélido. — Não me diga que não se lembra de nada... — Ele fez algo com as sobrancelhas em uma tentativa falha de ser sexy. — Nem do que fizemos a noite? — Ele se aproximo ainda mais, e eu, em uma mistura de raiva e medo, o empurro com minha palma direita. Ele começou a rir. — É brincadeira.  — Continuou a rir.  — Você realmente não se lembra do que fez?  — Mexi a cabeça, respondendo que não. Minha cabeça passava pequenos fragmentos inconcretos, mas eu já não confiava na mesma. Somente o que eu realmente vivi posso confirmar realidade, visto que algo que mora dentro de mim tenta dia a dia me enganar.  — Bom, eu posso te contar se quiser.  — Então caminhamos até uma mesa, uma afastada e de um material diferente, que continha uma máquina em cima, da qual eu não fazia ideia para que servia.

O homem me explicou sobre a competição e que eu a ganhei; de início fiquei feliz, e em seguida questionando-me como eu não me recordava de nada. Havia indícios do que teria acontecido dentro de mim, mas simplesmente quis recusar todas as opções.

— Mei... Mei?  — Ele me chamou pela décima vez ou sei lá, e eu despertei.  — Como você fez o que fez? aquela... ilusão?  — Ele colocou seu braço humano na mesa, apoiando-se nela.

— Não há mistério.  — Me aproximei da mesa, e consecutivamente, dele.  — Magia.  — Resumi. Magia nesse mundo havia várias definições. Cada um tem sua perspectiva de magia. Magia podia ser aquilo que não é necessariamente magia. Magia é magia, mas nem toda magia contém magia.

— O que? Você utilizou magia?  — Talvez a concepção do homem não se alinhasse com a minha, mas ele estava em fúria.  — O que você fez que eu não consegui senti-la?  — Ele se demonstrou mais irritado ainda. Ele virou-se e caminhou. Deu dois passos para frente, para trás, para frente, para trás, para frente.  — Droga!  — Ele bateu fortemente com o punho metálico na mesa, quebrando tanto a máquina que ali estava quanto a madeira embaixo dela.  — Você nunca mais irá me enganar, Cortesax!  — Seu olho, anteriormente normal, agora estava vermelho. Não fazia ideia do que aquilo significava, mas com certeza não era algo bom. Corri pela região próxima e puxei o grande pano de cima de uma mesa, sem derrubar nada que estava em cima dele.

— Acho que você entendeu tudo errado.  — Falei a ele, estando a cerca de vinte e cinco metros dele.  — Eu simplesmente sou boa.  — Apontei com meu dedão para mim mesma, enquanto com a outra jogava o pano no ar, bloqueando minha visão dele para mim. Quando o pano caiu no chão Mei não estava mais lá
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Mei
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado em Sex Set 21, 2018 7:42 pm

Aprovado(a)

Treino de perícia finalizado!

+50 XP
+Perícia de Estratégia: Novata -> Sênior

[treino de perícia] Mei AVJ5lM6



Narrador
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Re: [treino de perícia] Mei - Publicado

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