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[Ficha de Personagem] Manon Crochan

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[Ficha de Personagem] Manon Crochan

Mensagem por Manon Crochan em Sab Out 14, 2017 12:11 am


Dados pessoais:

Nome: Manon Crochan
Idade: 20
Raça: Humano
Sexo: Feminino
Altura: 1,62cm
Peso: 58kg
Personalidade: Considerando o passado que Manon carrega com si, desenvolveu uma personalidade fria, calculista e totalmente metódica, de modo que desconsidera tudo aquilo que pode-lhe ser considerado como um estorvo. Possui preferencia em atuar sozinha diante dos cenários a ela imposta, além de não se conter quando um obstáculo coloca-se a sua frente, sobrepondo-se ao mesmo e o eliminando caso necessário. A garota não possui maiores aspirações para o futuro, de modo que sua rotina de vida trata-se unicamente de sobrevivência, algo que aprendera desde jovem, nascida em um período de calamidades.

Gosta de observar cenas vívidas da natureza, embora isto não afete diretamente seu emocional, mantendo-se firme com o aço que a compõe. Costumeiramente exibe dentes e garras de ferro a fim de intimidar todos aqueles ao seu redor, uma forma também de manter-se distante de curiosos.

Aparência: A jovem detém longos fios prateados que tremulam constantemente sobre sua pele caucasiana, esta que é envolta por vestes negras e maleáveis o que a permitem maior mobilidade em combate. Seus olhos são dotados de uma profundeza negra como a escuridão, com exceção de uma elipse dourada que forma-se ao redor de sua íris. Possui lábios carnudos e rosados que destacam-se inconvenientemente em sua face.

Comumente Manon veste um capuz avermelhado sobre seu corpo, fruto de conquistas passadas. O tom avermelhado torna-se vivo quando banhado com o sangue dos combates enfrentados pela garota.

Aparência:

Dados do personagem:

História: Nascida de uma pequena cidade localizada nas periferias de Desierto. Manon possuía apenas cinco anos de idade enquanto auxiliava sua família composta por mãe e irmã, nos deveres rotineiros de sua casa. A garota era conhecida na pequena região devido a beleza incrível que emanava de sua face, semelhante a de sua mãe e irmã mas muito mais... exótica. Seus olhos negros de pigmentação dourada eram tidos como uma benção dos deuses para os anciões locais.

O ambiente mantinha-se calmo como de costume. Famílias caminhavam pelas dunas em direção a poços localizados a frente. Embora Desierto fosse uma localidade árida, os períodos de chuva eram normais o que garantia a sobrevivência dos habitantes da região. Manon mantinha-se próxima quando sua irmã mais velha tomou a dianteira para recolher a água. Uma corda com um balde metálico na ponta fora lançada para dentro do grande fosso. Um estampido fora ouvido. Nada.

Ao que parecia a água não mais existia no local. O silêncio sussurrou no ouvido de todos os presentes que se entreolharam apreensivos. Um tremor. Seguido do estampido e dos segundos de silêncio, um pequeno tremor formou-se abaixo do solo. Dois tremores. Ele ficava cada vez mais forte, aldeões começavam a correr em frenesi, a areia movia-se abaixo dos pés de todos ali presentes. Três tremores. Silêncio. Nada.

Tudo havia desaparecido. O som, os ruídos, os passos desesperados dos aldeões que após o silêncio súbito interromperam a passada, não por alívio mas sim instinto. Um instinto humano e animal ao mesmo tempo, o instinto de um roedor que deita-se sobre o solo fingindo mortalidade a fim de não tornar-se uma presa. Um grunhido, alto, grave. A areia voltou a se mover no ritmo que um lagarto de proporções gigantesca revelava-se da areia movendo-se em fúria em direção as pessoas que anteriormente haviam disparado do lugar. Os olhos de Manon cintilavam com a cena que pela primeira vez presenciara. Morte.

O réptil possuía proporções surreais, tanto que dizer que o diâmetro de sua boca superava os 50 metros poderia ser nada mais nada menos do que um chute no escuro. Uma única mordida, e sangue sequer teve tempo de jorrar no solo arenoso.

O pequeno grupo onde estava Manon e sua família sequer podiam mover-se diante a cena, suas pernas estavam paralisadas e tremiam a cada movimento que o animal dava em sua direção. Seus olhos vívidos e esverdeados, sedentos por mais, foram de encontro aos olhos dourados de Manon que embora quisesse, não conseguia chorar. Um passo. Três mortes. Dois passos. Cinco mortes. A cada passo, as pessoas que permaneciam eram esmagadas pelas enormes presas que iam em direção a Manon, estática, inerte.

Um movimento rápido com a boca em direção a garota quando um empurrão a jogou ao chão, fazendo com que a garota ficasse baixo demais para que o animal pudesse a capturar com os dentes. Gritos de desespero. Quando ergueu sua cabeça por fim, Manon pode ver que sua irmã emitia tais sons. Quando finalmente olhou novamente para a criatura, pode entender. Sua mãe a havia salvado a custo de ser atingida diretamente em seu estomago pelas presas do animal, que sem maiores dificuldades fechavam as demais sobre o corpo frágil que fora mutilado antes mesmo de poder derramar qualquer lagrima de dor.

Pela primeira vez, as lagrimas escorreram os olhos negros. Que rapidamente voltaram-se para uma nova forma que surgia ao seu lado. Sua irmã, erguendo o corpo da criança ao mesmo tempo que tentava fazê-la correr para o mais longe que conseguisse. Manon hesitou, hesitou mas por fim obedeceu a maior, e partiu em disparada. Sua irmã, visando dar chances a garota, disparou para o lado oposto visando distrair a criatura para dar chances a mais nova. Um grito de Manon não fora suficiente para criar a barreira protetora que tanto desejava, e o sangue de sua irmã, assim como o de sua mãe, marcou Desierto.

Sangue. Morte. O fim, provavelmente. Dentre todos que acordaram naquela manhã para retomar suas atividades rotineiras, apenas uma pobre criança indefesa de cinco anos mantinha-se de pé, ou quase isso já que a garota sequer conseguia mais ter forças para continuar. Manon começou a vomitar de onde estava, uma ação natural de seu corpo diante o desespero e medo que sentia. Sua esclera fora de branco para vermelho devido as lágrimas. Mas o dourado, aquele dourado se mantinha vivo apesar de tudo.

Um passo. Uma lufada de vento. Dois passos, três lufadas. O ciclo de passos em direção a Manon se iniciava e, a cada passo dado pela criatura uma nova cortina de vento se formava  ao seu redor, envolvendo toda a área em que ambos estavam, levantando um aglomerado de poeira que poderia ser considerada como uma tempestade de areia pelos desinformados.

O coração da menor pulsava, pulsava, pulsava. Lagrimas cessaram. Ela não entendia muito bem o que era aquilo, tão jovem não conseguia discernir seus sentimentos. Mas, pela primeira vez, Manon não sentiu felicidade, medo ou desespero. Raiva era aquilo que compunha a pequena, que olhou fixamente para os olhos serpentinosos do imenso réptil, fitando-os com toda a fúria que conseguia acumular naquele momento. Seu corpo levantou-se com as ultimas energias que possuía. Não poderia deixar que sacrifícios tão nobres e puros tivessem sido erroneamente feitos, por alguém que caiu de joelhos diante sua própria morte. Ela lutaria, lutaria para sobreviver. Ela correu.

Manon disparou em direção a um horizonte vazio. Seus olhos ainda embaçados devido as lagrimas. Pela primeira vez o lagarto correu, indo atrás da garota. Dez segundos foram o suficiente para reduzirem a distância que a garota tinha criado a absolutamente nada. As proporções do animal lhe permitiam um caminhar lento, mas extremamente distante. Uma passo, outra ventania. O ciclo mantinha-se.

Manon sabia que morreria, mas não se daria ao luxo de parar. Seus olhos dourados, vivos, firmes, almejando um futuro que provavelmente nunca chegaria. Uma forma negra e distante. Uma lufada de ar.

Devido a visão desfocada, ela não podia identificar a possível miragem. Talvez sua mãe e irmã lhe aguardando em um local melhor e feliz. A jovem sorriu quando o ar calmo lhe agraciou a face, lançando toda a poeira que se formava devido o lagarto atrás dela, que finalmente a alcançou e preparava-se para a degustação.

O réptil rugiu como se comemorasse a vitória total. Porém, assim como antes, algo sempre se formava em resposta as ações do animal que agora não mais movia-se, porém a cortina de vento continuava... vindo do lado oposto. Um rugido demoníaco e imensamente mais poderoso se sobrepôs ao do ser gigante. Asas negras sobrevoaram o pequeno corpo da garota deixando um rastro de areia que formava uma linha perfeita se vista de forma panorâmica. Garras e presas de ferro de fecharam contra o animal que fora surpreendido pela repentina aparição daquela forma negra. Um ser tão grande quanto o anterior. Um Dragão de corpo metálico, negro como os olhos da menor.

Manon estava cansada, triste, abalada. Um rastro de sangue fora jogado contra seu corpo que caiu desmaiado sobre as areias de Desierto. Picos na qual a mesma acordava e desmaiava apenas a permitiam alguns segundos de raciocínio sobre o que acontecia. O céu. Montanhas. Uma imensa caverna. Um ser imponente diante de si, dormindo, zelando por sua segurança. Ela não compreendia, mas sequer tentaria. Manon se pôs a dormir novamente.

Status:

Dados Mágicos:

Magia: Iron Dragon Slayer
Magia Adjacente: Inicialmente, nenhuma

Força Física: 1
Resistência Física: 2
Força Mágica: 2
Resistência Mágica: 1
Velocidade: 8 m/s

Perícias:
-x Anatomia Humana
-x Navegação
-x
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Re: [Ficha de Personagem] Manon Crochan

Mensagem por Eternyun em Sab Out 14, 2017 2:12 pm

Ficha Aprovada

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Nunca deixarei um amigo ou ente querido morrer, por mais que isso seja normal, usarei meu corpo se preciso para proteger outras pessoas. Me tornarei uma rocha resistente a quase todas as coisas, mas ainda sim me manterei doce e delicada como as pétalas de sakura que carpeteiam o chão nos dias de primavera
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Re: [Ficha de Personagem] Manon Crochan

Mensagem por Manon Crochan em Seg Out 16, 2017 3:07 pm

Pedido de Mudança:
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Re: [Ficha de Personagem] Manon Crochan

Mensagem por Eternyun em Seg Out 16, 2017 11:24 pm

Atualizada

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Re: [Ficha de Personagem] Manon Crochan

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