Fairy Tail Eternum
Fórum role-play de Fairy Tail.
15/07 O tópico de regras foi atualizado com algumas informações referentes ao nickname de suas contas. Pedimos para que leia e caso esteja irregular, solicite a modificação para um administrador.

08/07 Lembramos a alguns usuários que os avatares precisam estar obrigatoriamente no tamanho 250x400, pedimos para que atualizem-os, afim de deixar o código ajustado de forma correta.

08/07Após algumas semanas de diversas mudanças, acreditamos que desta vez, o layout do fórum estará em sua forma definitiva. O problema dos links de acesso rápido foram consertados.
Últimos assuntos
» [Parceria] - Fighters RPG!
Dom Out 21, 2018 1:26 am por Fightersrpg

» [PARCERIA] Blood Survivors RPG
Seg Out 08, 2018 2:12 pm por BS RPG

» Chegando com o pé na porta.
Sab Out 06, 2018 1:00 am por Death

» [Procurados] Carnificina Rage
Qui Out 04, 2018 7:27 am por Death

» [RP atemporal] - Um mundo cinza
Seg Out 01, 2018 3:10 pm por Nie Li

» Registro / Solicitação de narrações
Seg Out 01, 2018 9:01 am por Nie Li

» [Treinos] - Nie Li
Seg Out 01, 2018 8:59 am por Nie Li

» [ - TREINO - ] Testando limites
Sex Set 28, 2018 6:47 pm por Cameron Dupont

» [Treinos] - Shon Agria
Sex Set 28, 2018 4:14 pm por Shon Agria

» Pedidos de atualizações de Ficha e Perfil
Qui Set 27, 2018 5:48 pm por Charada

» [Treino: Perícia] Alice
Qui Set 27, 2018 5:35 pm por Charada


[RP FECHADA] Is that you .....?

Ir em baixo

Postado em Ter Jun 12, 2018 1:32 am







The monster and the princess

— Onde: Oak Town - Becos
— Com: Serenia
— Ás: Dezoito da noite.
— Objetivo: Salvá-la do ataque de estupradores. ~~~


Última edição por Edwing em Seg Jun 18, 2018 2:05 am, editado 5 vez(es)
Edwing
avatar
Mensagens : 21


Ficha de magos
XP:
0/150  (0/150)
HP:
225/225  (225/225)
MP:
175/175  (175/175)
Edwing

Voltar ao Topo Ir em baixo

Postado em Ter Jun 12, 2018 1:33 am


Edwing Hansberg
Membro Rank D (Sabertooh )
Percorrendo a mata no entardecer de Oak Town, o solo estava úmido, algumas poças de água respingavam com minhas pisadas, folhas caíam das árvores com o vento que provavelmente soprava uma tempestade vindoura. Me acostumara a correr, a exercitar meu potencial atlético. Os ventos tinham se fortalecido, uivando pela glamourosa floresta como o estertor gélido da morte de um deus. O frio roía os trajes estapafurdes, mordendo fundo até os ossos. Nos anos passados, eu tinha resistido a temperaturas similares ao redor de Magnolia sem sequer estremecer, mas este vento era diferente. Havia uma urgência nele que atormentava meu interior.

Andava de um lado para o outro sobre a imensidão da florest, com um simples objetivo, chegar até Oak Town para resolver certas pendencias pessoais. Batendo de leve o cajado no solo coberto de líquen, pinheiros musgosos e bétulas se erguiam altos ao redor da clareira onde acampava pela noite, ao lado de um carvalho extremamente antigo. Os galhos retorcidos cobriam o acampamento de forma quase protetora. As duas mulheres perto da fogueira ainda dormiam, embrulhadas em cobertores esfarrapados de lã. Certamente desejava uma noite de solidão, mas elas estragaram tudo ao encontrar-me logo após o por do sol. A vontade de recusar-lhes um lugar no acampamento tinha sido forte, mas tinha certa compaixão. As mulheres magras e de olhos cansados eram um mãe e sua filha de dezenove anos, foragidas de um mago repudiado. Elas vinham de uma região sinuosa e religiosa, culturalmente conectada a própria cidade, e fugiam para o norte, buscando segurança de pessoas conhecidas.

Apesar dos horrores que tinham enfrentado, mãe e filha estavam esperançosas, e acreditavam que encontrar a mim foi um sinal do carinho de seu "Deus". Ouvia as duas tagarelando sobre como seria sua nova vida com a liberdade. Pobres mente devaneadas, mal sabiam que provavelmente morreriam antes de chegar à cidade. Enquanto se preparavam para dormir, tinham oferecido o que restava dos míseros suprimentos em troca da estadia no acampamento. Como um bom cavalheiro, tinha educadamente fingido a tentação de aceitar antes de rejeitar o presente. Não queria nada com os escravas refugiadas. Tinha aprendido a não se aproximar daqueles que não conhecia, por medo que se tornassem obstáculos.

—Aceite isso, senhor.— afirmou a mãe,com gentileza. — Os deuses foram graciosos em ter nos guiado até você.

Não, queria responder, mas nunca irei esquecer às lições de etiqueta de meu pai e a gentileza de minha mãe, se ela estivesse aqui, com certeza diria:

" Receba de braços abertos, mas mantenha o coração guardado. Observe com cuidado, pois, se estiverem maculadas pelas trevas, você saberá! "


Apenas acenava com a cabeça como forma de aprovação olhando um grande sorriso surgir em seus lábios machucados. De tantas possibilidades aquela cena lembrava o meu passado. Quantas vezes voltava machucado para casa, quantas vezes a minha fraqueza tivera sido um grande empecilho para meus pais e aquela pessoa. Tudo estava desordenado e fora do lugar, restando apenas, dormir para começar um novo dia até Oak Town.

Finalmente em meu destino, Oak Town. Os ventos de todas as partes tocavam a cidade , ali não havia inocentes muito menos pessoas honestas. Até mesmo as crianças conheciam as mais desonestas artes. Dinheiro, e joias de valor inestimável estavam por toda parte. Homens e mulheres presos por grilhões do pescoço aos tornozelos, perambulavam levando seus donos por todos os lugares . Estalagens eram estabelecidas pelo poder econômico e mágico de cada um. Quanto mais dinheiro alguém tinha, mais influência possuía na cidade. Lojas de armas e armaduras se espalhavam por toda a rua principal que era ascendente.

Uma cidade de crueldade e trapaça e nem por isso um lugar sem lei. Eu não me lembrava ao certo quais eram minhas verdadeiras origens, mas carregava comigo a certeza de que estava por minha própria conta de forma que desconfiava até mesmo de minha sombra. Após caminhar por alguns minutos, finalmente cheguei ao meu destino.Uma taverna, onde as classes sociais se misturavam. Ali não existia preconceito, todos eram iguais de certa forma. O lugar estava cheio, homens bebiam e debatiam sobre algum assunto desconhecido. Poucas mulheres estavam no bar. Uma gorda com a face lustrosa estava comendo um pedaço de carne, e um homem com marcas estranhas bebendo o seu vinho, junto com outros dois homens muito suspeitos. O cheiro que exalavam era mefídico, conseguia sentir a podridão em suas almas.

O moreno observava tudo enquanto atravessava o sujo estabelecimento. Tentando reconhecer seu possível informante, mas naquele recinto esquecido até mesmo por Deus, não conseguiria encontrá-lo facilmente. O que acarretou uma longa caminhada pela cidade, e no momento em que a dormência nos pés começou a ser um problema na caminhada de Edwing, este tomou a sucinta e sensata decisão de encostar-se na margem do beco íngreme que percorria, até avistar o sujeito sublime com roupas avermelhadas passar em uma distância relativamente grande do local. O sorriso torno surgia nos lábios do moreno que acelerava seu passo em direção ao rapaz, Edwing não deu nem sequer dois passos, disposto a ir atrás, quando uma voz feminina o interpelou. Movendo sua atenção a direita, perto de outro corredor sinuoso do lugarejo que estava. Seus olhos caiam sobre a figura da jovem postada a certa distância dele, dedicou um minuto para fita-la em completo silêncio, ainda ligeiramente boquiaberto. Quando percebeu que deveria estar com a expressão mais estúpida da face da terra na cara, notou que dois homens que encontrará anteriormente no bar, estavam abusando da pobre garotinha.

Não pensaria duas vezes em extirpar aquela raça maldita, mesmo sendo um de seus semelhantes, nunca perdoaria atos nefastos contra pessoas, muito menos se tratando de um estupro. Os passos acelerados corriam em direcção aos homens cujo olhar estavam preenchidos de excitação e loucura. Concentrando nas mãos o seu poder mágico, uma luz esverdeada surgia em formado circular., Edwing estava com sua respiração pesada, seu instinto gritava para salvar aquela pobre donzela. Como se não basta-se, uma fúria desgovernada apoderava-se do seu corpo naquele instante, enquanto socava os homens com toda brutalidade inumana de uma pessoa normal. Sim, aquela visão era assustadora e mostrava perfeitamente como o rapaz estava desgovernado. Os corpos dos homens estavam praticamente corroídos, uma visão extremamente perturbadora para quem não estivesse acostumado.

O moreno olhava para a indefesa menina que chorava com medo e dor, lembrando que muitas vezes já tivera passado por isso. E segundos foram necessários para que momentaneamente ficasse desnorteado, desviando os olhos castanhos para baixo, encarando o chão coberto de sangue. Mais uma vez ele encarava a garota com sua respiração mais pesada do que já estava, gesticulando de uma forma impronunciável o nome.

S...SSSS..SEEER.... SERENIA?



Última edição por Edwing em Dom Jun 17, 2018 9:30 pm, editado 2 vez(es)
Edwing
avatar
Mensagens : 21


Ficha de magos
XP:
0/150  (0/150)
HP:
225/225  (225/225)
MP:
175/175  (175/175)
Edwing

Voltar ao Topo Ir em baixo

Postado em Sex Jun 15, 2018 1:57 am




I've always been waiting for you.

My super hero



Serenia foi incumbida de fazer uma tarefa que não compreendia do por que terem escolhido ela, mesmo que tivessem dito ''suas habilidades são necessárias pois o outro membro que também foi escalado vai precisar disso, principalmente o informante de roupas avermelhadas.''  A menina fazia uma cara de quem não tinha certeza sobres essas informações vagas, porém reclamar iria atrasar a viagem e pela localização além de não saber onde ficava, tinha que aproveitar estar em pleno incio da manhã para chegar relativamente cedo. -- Certo.. Mais alguma coisa que precise saber? -- Perguntava pois sua sensação que algo ruim iria acontecer era enorme, infelizmente isso parecia se encaminhar pra certeza pois a resposta obtida foi um ''só tenha cuidado, é uma cidade abandonada usada como refúgio para pessoas com índoles variadas, mais nenhuma é boazinha..'' - Com certeza depois desse aviso, fiquei tão relaxa quanto uma vara de bambu tremendo com medo do corte!! Que ideia é essa de me mandar sozinha para essa tal Oak Town? Eu não quero desculpas sobre ter um membro me esperando lá, o correto era termos ido juntos!! - Falava inconformada com aquilo, ficando irritada. - Certo, certo. Lembrarei disso numa próxima vez, não quero ter que ficar escutando um anão de jardim reclamão. Agora comece a andar, ou chegará tarde da noite. - O homem retrucava, empurrando Serenia para fora da guilda. - - Boa sorte anãzinha fofa, e lembre-se das lembrancinhas durante o trajeto. - Provocava dando um gigantesco sorriso, enquanto acenava e fechava a porta na cara da mesma. - Aaaaa. Vou te bater isso sim!! Se algo acontecer comigo, irei delata-lo COM TODOS OS MOTIVOS PRO MESTRE!! Berrava já do lado de fora, ficando vermelha de raiva e fazendo uma expressão brava. Bufava irritada batendo o pé no chão, virava-se em direção ao continente indicado pelo mapa que estava nas coisas da mochila entregue pelo chato-san como Serenia referia-se ao homem de minutos atrás. Assim iniciando sua caminhada.

- Tão inconsequente, grrrrrrrrrrrr. Segundo este mapa, e pelo relógio que ta na mochila, além da bussola. Percorri seis horas do trajeto indicado.. Mais estar no meio dessa floresta me causa tanto calafrios.. São meio dia agora, devo apertar meu passo. Apesar dele ser um completo lunático, sempre é certo no que fala.. - Demonstrava preocupação sobre aquele aviso. Ela sabia que estava fazendo algo perigoso, odiava esta ideia mais continuava caminhando. Após mais duas horas cansativas de caminhada, finalmente chegava naquela cidade? Realmente a descrição batia perfeitamente, abandonada, ruínas, e etc. - Tinha esperança dela causar menos medo, e arrepios em mim.. Pelo jeito, isso só vai piorar.... - Dizia apreensiva, enquanto sutilmente andava observando o local e seus ''habitantes.'' Com toda certeza, Serenia não entraria naqueles estabelecimentos peculiares, mesmo que fosse para procurar aquela pessoa avermelhada. - Ok.. essas pessoas me encarando.. me sinto como se tivesse uma placa pronta pro abate.. - Murmurava pra si mesma, tendo inúmeros calafrios seguidos. Pra sua sorte com pouco tempo perambulando pelo local, avistou uma pessoa um pouco longe vestindo trajes vermelhos sem pensar apenas correu na direção dele. Infelizmente fora impedida por três brutamontes nojentos, escrotos e repugnantes.

- Mas o que temos aqui, uma deliciosa garotinha sozinha numa cidade como essa. - Um dos homens fitava a jovem, com um olhar tão devasso que parecia despi-la apenas olhando ela. - Estaria melhor acompanhada de homens fortes como nós três. O que me diz pitelzinho? - O segundo falava incitando algo que Serenia não entendia muito o que poderia ser. - Tão graciosa, parece bem intocada não acham? Me diz menininha, já experimentou um homem de verdade? - A garota arregalava os olhos quando escutou aquele terceiro ser se pronunciar. O medo estava começando a ficar mais forte, e por isso tentara sair contornando o trio. Agradeço pela preocupação, porém não estou perdida. E sei me virar muito bem sozinha. Então com licença. - Serenia tentou sair de forma em vão, o terceiro homem agarrava seu pulso. - Ela sabe falar, e tem uma voz excitante. Por que a pressa? Nem nos divertimos. Quero ver como as garotinhas de hoje, gritam quando mostro a elas quem é o macho que devem obedecer. - Ouvir aquilo.. Causava um começo de panico na jovem, que tentava soltar seu pulso sem sucesso. - E-estou pedindo me soltem. Gagueja um pouco pelo nervosismo, tentar manter a calma estava começando a ser impossível. - E se não deixarmos? - Olhava pro homem com as pernas tremendo, ao mesmo que estava irritada e respondia. - Irei gritar!! Estou avisando ME SOLTEM AGORA!! - Levantava um pouco a voz olhando para os três presentes, que amavam ver ela resistindo.

- Não deixem ela gritar, vamos logo fazer isso todos nós ao mesmo tempo. - Sorria maliciosamente pra garota, enquanto cobria sua boca com a mão. Impossibilitando dela gritar. - Bem lembrado, se ela conseguisse berrar possíveis andarilhos intrometidos estragariam nossa festinha. - Ria de forma debochada da situação, enquanto Serenia entrava no desespero mais profundo possível. O panico sobre seus olhos eram tão nítido, quanto os raios de sol daquele dia. Ela sabia o que iria acontecer, e que provavelmente a matariam logo depois. Lagrimas desciam sem parar, mesmo naquela situação sábia que estava sozinha então tinha que dar um jeito. Numa tentava desesperada, dava uma cabeçada com toda sua força no homem que segurava sua boca pra não dizer nada. Com aquela ação, os outros dois ficavam perdidos, soltando Serenia que no mesmo instante apenas instintivamente corria sem olhar para trás apenas queria fugir. - SOCORRO!! ALGUÉM ME AJUDA!! POR FAVOR, ESTOU IMPLORANDO!! ESTÃO TENTANDO ME ESTUPRAR!! POR FAVOR ALGUÉM!! EU NÃO QUERO MORRER, NÃO QUERO SER VIOLENTADA SOCO.... - Sua ultima frase era interrompida com um soco de um dos homens, levando a mesma ao chão. Meio desorientada tentava continuar fugindo de quatro, quando um chute em seu estomago era aplicado, junto de mais socos e chutes por todos os lados. Após silenciarem sua presa, tentavam arrancar as roupas da menina quando um homem moreno e forte, aparecia soltando um liquido verde sobre aqueles seres desprezíveis. Aos poucos a pele deles ia derretendo, enquanto o salvador pronunciava de forma quase não compreensível o nome da jovem. - E.....d....w...i..n.g..... Balbuciava um nome espaçadamente, com a consciência esvaindo-se e desmaiando segundos depois devido a grande sequencia de pancadas.
ϟ

∆ MONA - FG
Serenia
Mensagens : 9


Ficha de magos
XP:
0/0  (0/0)
HP:
225/225  (225/225)
MP:
175/175  (175/175)
Serenia

Voltar ao Topo Ir em baixo

Postado em Seg Jun 18, 2018 1:52 am


Edwing Hansberg
Membro Rank D (Sabertooh )
As folhas do parque protestava a cada pisoteio, eram passos desesperados, seguidos de uma respiração descompassada, de um coração acelerado, de gotas de um suor gelado. Não estava mais sozinho com infinitas improbabilidades do destino, Serenia estava em meus braços. " Ela vai ficar bem.......vai ficar bem.....  - Foi a constatação a qual tinha chegado, como sempre, uma resposta vazia que serve ao menos acalmar a alma. Eu costumava saber como é, como é essa sensação de que o destino é um monstro que há qualquer momento possa levá-la. Costumava saber quando ainda lutava contra o que me tornei, quando deixava minha humanidade intervir em minha não-vida.

Correndo desesperadamente, procurava o velho castelo que julgava ser seguro, não confiava em curandeiros ou qualquer outra pessoa naquele momento, ela estava em minhas mãos e não iria para lugar nenhum. De fronte ao antigo castelo, as portas de madeira rangeram anunciando nossa entrada. Nada perigoso, estantes altas e cristaleira jaziam apinhadas pelos mais diversos objetos, alguns ganhavam destaque com a luz e outros eram acobertados pelas trevas. Estátuas, lustres, vasos e incontáveis outras antiguidades conferiam a qualquer visitante a sensação de que interior era mais do que aparentava ser. A poeira se acumulava como parte do todo que jazia sempre impregnado com o aroma marcante do esquecimento. Após subir o lance das escadas, o som de corvos chocando-se contra os finos cristais de um velho lustre em sua eterna insistência de encontrar a luz bastou para que eu tivesse a certeza que o lugar estava vazio.  Abri calmamente as portas do quarto desolado, segurando nos braços Serenia que encontrava-se numa situação desastrosa. A poeira erguida em protesto ao choque de meu corpo contra o colchão reluzia de forma inquietante, teria que conferir que nada estivesse ali para prejudica-la.

Aquele lugar era mesmo peculiar, ao invés da enorme construção que ali imponente se erguia, qualquer um que passasse seria capaz de enxergar apenas uma paisagem desolada de ruínas pouco atraentes que segundo mitos, por muitos já esquecidos, um dia haviam sido a construção da mai terrívei guilda. Forças ocultas o habitavam tornando-o para mim um divertido labirinto repleto de mistérios.

- Vo...ce fi..ca...ra b..em  Sere..nia  - O tom da voz rouca denunciava o quão inútil estava sendo naquela situação atípica, nada conseguia apaziguar este lamento imensurável. Os passos apressados rondavam todo canto quarto procurando suprimentos curativos. De todos os lugares que tinha presenciado, aquele era o mais sofisticado. Seu interior continha uma aparência avassaladora, mesmo beirando ao esquecimento. Lustres cristalinos enfeitavam o recinto, quadros e móveis antigos demonstravam que não estava em qualquer llugar. A cama onde Serenia repousava era enorme, talvez uma de casal.

Felizmente,  uma das gavetas do armário continha suprimentos necessários para ajuda-la.  O rosto ruborizado surgia imediatamente ao notar que deveria despi-la para uma análise completa dos ferimentos. - Tsk.........  -  as mãos grandes e calejadas aproximava-se de seu corpo lentamente.  - De...desculpe é para seu bem.  - Dizia retirando cuidadosamente suas roupas, analisando todos os machucados presentes em seu corpo, observando toda sua magnitude, era primeira vez que presenciava algo tão belo. Um líquido avermelhado percorria seu delicado corpo, para desinfeccionar os ferimentos mais graves, notando que pequenos gemidos escapavam de seus lábios, denunciando que estava fazendo o efeito necessário. Era experiente naquilo, em tratar ferimentos, no que acarretava lembranças nada agradáveis de minha infância.

Algumas horas se passaram e as sombras e escuridão cederam lugar ao claro brilho da lua mesclado ao crepitar das chamas da lareira que se alastraram vorazmente pelo quarto. Minha atenção estava totalmente voltada para seus ferimentos e possível estado emocional, sabia que aquilo foi muito pesado e que muitas mulheres não esqueceriam tal atrocidade facilmente. Seu belo rosto agora estava com uma aparência melhor, transmitindo que estava em profundo relaxamento.

- Ainda bem que cheguei há tempo...... - Dizia para si mesmo, deslizando uma das mãos no delicado rosto de Serenia, olhando seus lábios rosados e aparecia angelical. - Se...S..Serenia...   - Cada segundo que passava meu coração palpitava, cada ínfima aproximação de meu rosto escorria um suor gélido pela testa,  meu instinto gritava para não fazer aquilo, mas há muito tempo tinha perdido o controle de minhas emoções, não deveria beijá-la... mas a tentação era grande.  



Edwing
avatar
Mensagens : 21


Ficha de magos
XP:
0/150  (0/150)
HP:
225/225  (225/225)
MP:
175/175  (175/175)
Edwing

Voltar ao Topo Ir em baixo

Postado em Ter Jun 26, 2018 8:59 pm




I've always been waiting for you.

My super hero



Serenia tinha ido a Oak Town, por ter sido designada para essa tarefa, contra sua vontade seguiu as ordens superiores. E para seu desespero, foi vitima de uma violenta tentativa de abuso sexual. Milagrosamente um anjo do amor, estava por perto, e a salvou.. Mesmo assim, ela tinha ficado quase gravemente ferida por conta da sessão de corredor polonês que levara, fazendo-a desmaiar por conta de todo trauma físico e emocional sofrido. Nesse meio tempo Edwing, que a tinha salvado, procurou desesperadamente um local longínquo, afastado de tudo e todos, para socorre-la em um grau mais confortável, e também não ficarem expostos. Serenia era carregada firmemente e com cuidado, pelo mesmo, mais ainda sim era possível ver sua preocupação com o estado que a menina se encontrava. Não demorou muito pra finalmente Ed poder respirar um pouco menos pesado, por estar em uma construção, ficando protegido e protegendo seu tesouro.. Serenia. - Huumm.... Gemia baixinho, por conta das dores, ainda estava inconsciente mais conseguia sentir a brutalidade deixada em seu corpo pequeno.. Edwing apertava com força, e preocupação, ele sempre mantinha seus olhos na pequena. A olhava de forma doce, amorosa.

Adentrando no castelo abandonado, a primeira coisa que o mago fez foi caçar aposentos, algum local em que pudesse deixa-la confortavelmente, e este local rapidamente foi encontrado. Com toda delicadeza, e muito sem jeito, Edwing acomodava Serenia gentilmente na cama presente naquele quarto luxuoso. Por conta dos ferimentos, Edwing tinha pressa em cuidar de Serenia. Por toda parte, procurava suprimentos médicos, e depois de algum tempo vasculhando gavetas foi capaz de encontra-los. Rapidamente voltava ao quarto, com os medicamentos em mãos, e após retirar suas vestes, aplicou cuidadosamente sobre os machucados, e enfaixava os locais vagarosamente, pouco a pouco.- Certo, certo. Lembrarei disso numa próxima vez, não quero ter que ficar escutando um anão de jardim reclamão. Agora comece a andar, ou chegará tarde da noite. - O homem retrucava, empurrando Serenia para fora da guilda. - - Boa sorte anãzinha fofa, e lembre-se das lembrancinhas durante o trajeto. - Provocava dando um gigantesco sorriso, enquanto acenava e fechava a porta na cara da mesma. - Aaaaa. Vou te bater isso sim!! Se algo acontecer comigo, irei delata-lo COM TODOS OS MOTIVOS PRO MESTRE!! Berrava já do lado de fora, ficando vermelha de raiva e fazendo uma expressão brava. Bufava irritada batendo o pé no chão, virava-se em direção ao continente indicado pelo mapa que estava nas coisas da mochila entregue pelo chato-san como Serenia referia-se ao homem de minutos atrás. Assim iniciando sua caminhada.




ϟ

∆ MONA - FG
Serenia
Mensagens : 9


Ficha de magos
XP:
0/0  (0/0)
HP:
225/225  (225/225)
MP:
175/175  (175/175)
Serenia

Voltar ao Topo Ir em baixo

Postado

Conteúdo patrocinado
Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissoes deste sub-fórum
Você não pode responder aos tópicos neste fórum