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Meu Marido na Biblioteca

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Postado em Sex Set 14, 2018 11:44 pm


PuFF
Cadê meu marido?
E
u estaria andando por uma cidade desconhecida, rumo cede da guilda com aquele que até então eu desconhecia direito, apenas achava que seria meu marido. Fomos andando bastante e nos dirigindo para uma biblioteca. Ele queria encontrar alguns livros de poções e magias por algum motivo. Falou para eu esperar sentada e sem fazer nada. Hahaha, que grade idiota meu marido achar isso. Eu quieta? Nem morta. Fui muito bem fusar os livros da biblioteca e me entreter um pouco. Vendo tantos livros diferentes e de texturas incomuns, fui seguindo um rastro, até que vi meu esposo morto no corredor ao lado e fui até ele com um belo sorriso no rosto. Mas ao chegar ali, um livro caiu do alto da estante e peguei. Comecei a ler.

A palavra espada é comumente usada para se referir a uma série de " armas brancas " longas, formadas por uma lâmina e uma empunhadura para as duas mãos; abrangendo, por extensão, objetos como o sabre, o florete, o gládio, o espadim e a katana, dentre outros. A espada, na verdade, é formada por uma lâmina comprida, normalmente reta e pontiaguda, de metal, com gume num ou nos dois lados, dependendo do tipo.

Alguns minutos depois...

Eu fiquei lendo aquele livro por algum motivo. Assim que me aproximei e ele caiu, fui atraída, como um raio ao mar. Muito estranho seria, se fosse meu marido que tivesse derrubado. Afinal, foi ele que me trouxe até aqui, não é mesmo? Se não eu nunca teria chegado até este livro rudimentar, feito com couro e fechado com fivela enferrujada. Bem antigo, mesmo, muito muito. Hihi. Todavia, sendo tal destino que quase acertou minha cabeça, mas parou em meus pés. Não pude ignorar. O meu acompanhante estava ocupado e por isso continuei a ler sobre er... Espadas.

A espada é formada basicamente por uma lâmina de metal, com gumes em ambos ou num dos dois lados, e uma ponta. Essa lâmina é fixada a um cabo, feito de metal ou madeira. Outrora, mestres forjadores europeus, árabes e orientais estabeleceram as regras principais da lâmina: concisa, formato variável, tenaz, resistente ao combate. Diversos materiais e forjaduras deram forma às espadas, do bambu ao titânio. Inicialmente utilizava-se uma espada curta e direta. Porém, ao longo da história existiram muitos outros tipos de espada com diferentes características variando desde o seu material até o seu formato, tamanho e o próprio processo de forja.

Algumas horas depois...

Não podia acreditar no tempo que se passará. Eu fiquei bem intrigada com aquelas poucas palavras. Eu não teria usado espadas no passado, apenas e sim armas de fogo e qualquer coisa que service no exército. Contudo, nunca me passou pela cabeça que teriam tantas espadas diferentes. Para mim era tudo igual, afinal. Um erro que nunca mais irei comer. Portanto, passei a ler mais.

Estas variações conferiram-lhes várias diferenças em relação à resistência, durabilidade, manuseio e forma. Por exemplo, uma espada larga em tese teria maior poder de ataque, mas seria mais lenta do que uma espada mais fina e leve. Uma katana seria bastante boa para cortar e teria uma vasta combinação de ataques, devido à sua lâmina praticamente reta e com um gume, no entanto, não é boa para estocar. Um florete é bom para estocadas, porém só é possível atacar horizontalmente. Uma espada longa como uma espada montante seria boa para atacar a grande distância, mas é pouco ágil e bastante pesada, além de ser de difícil manuseio. Uma espada curva com a ponta pesada (cimitarra) é boa para atacar um oponente com cortes longitudinais, mas é, também, muito lenta. Já o punhal é bastante ágil, porém tem um curto alcance.

Tempo de Caminhar...

Após algum tempinho lendo sobre espada, meu outro marido chegou para irmos embora. Quer dizer, me procurou para sair. Mas antes que ele fosse saindo com os livros que ele roubaria sem eu saber, pedir para que pudesse levar esse de espadas também. E apesar da cara feita e as perguntas do que eu faria com aquilo, se não fosse para acender uma fogueira, ele concordou, afinal ele era um ladrão ordinário que não queria chamar a atenção. Enquanto caminhávamos pela cidade, eu mantive a leitura.

Durante muito tempo, a espada foi a principal arma para combate corpo a corpo, sendo usada tanto pela Infantaria quanto pela Cavalaria. Mesmo com o advento das armas de fogo, continuou a ser usada como instrumento bélico.

Seu significado permanece relevante na História Antiga e Moderna. Apesar de algumas unidades de polícia montada ainda adotarem a espada (inclusive para praças), atualmente ela é principalmente um elemento simbólico em celebrações militares. Representa a justiça e autoridade do oficial nas Forças Armadas. Em algumas artes marciais como o kenjutsu, a prática do manejo da espada é um veículo para o desenvolvimento espiritual. Finalmente, há também o lado desportivo, representado por disciplinas como a Esgrima e o Kendo.

Encerrando a leitura do dia...

Teríamos chegado em um hotel daquela cidade e nos acomodado em quartos diferentes. Achei estranho, pois pensei que era meu homem. Mas estava totalmente enganada. Ele seria o homem do meu homem. Quer dizer... Hã... Bem. Deixa para lá. Melhor eu continuar a ler meu livrinho, que está deveras gostoso de ler hihi.

Dependendo do país, as espadas podem ter formatos e tamanhos diferentes. Em Fiore, existem as conhecida como katana; essas espadas são feitas artesanalmente e podem levar até um ano ou mais para ficarem prontas, contudo seu corte e peso são precisos para que seja possível manejá-las com extrema facilidade.

Talvez devido à influência da cultura de massa, em especial dos apresentações de artes marciais e histórias de espadachins, alimentou-se o mito de que as espadas de outros times, como a de dois gumes e lâmina reta, eram pesadas e de difícil manejo, em comparação com a katana e outras armas de outras regiões. A comparação entre peças históricas do desses locais e de outros, mostra muitas das vezes o contrário, no entanto. A espada foi popularizada, principalmente, pelos primeiros magos que começaram a utilizar da magia, mas que antes de se tornarem magos, eram usuários de espada.

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Última edição por Bluesday em Sab Set 15, 2018 5:10 am, editado 1 vez(es)
Benisuzume
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Benisuzume

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Postado em Sab Set 15, 2018 5:10 am


PuFF
Cadê meu marido?
N
aquele dia eu acordei e como meu marido que não era marido, estava dormindo, fui até um campo de guerreiros próximos Lá eu lia meu livro que daria informações sobre as espadas que eu estaria vendo. Queria testa-las e saber qual seria boa para mim.

A cimitarra é uma espada de lâmina curva mais larga na extremidade livre, com gume no lado convexo, utilizada por certos povos que costumam habitar os desertos de Fiore, tais como Deserto de Sara Haja. É a espada mais típica do daquela região.

Originária da outro local, foi adotada pelos guerreiros de Sara Haja e espalhou-se por todo o deserto. É originalmente uma espada de cavaleiros e cameleiros: em muitos dessas regiões, as espadas retas continuaram a ser preferidas para guerreiros a pé ou para fins cerimoniais. Comparável à katana, a cimitarra é, também, uma espada curva de um só gume, extremamente cortante e ágil, feita com aço da melhor qualidade. Uma cimitarra típica tem de 90 centímetros a 1 metro de comprimento total e pesa de 1,0 kg a 1,5 kg.

Contudo, a mesma possuí algumas variantes.

A cimitarra curta é uma variante menor e mais ágil da cimitarra, frequentemente usada aos pares, uma em cada mão. Uma típica cimitarra curta tem em torno de 56 cm de comprimento e pesa 500 gramas.

A saif é a clássica espada longa, usada desde os tempos mais antigos. Os cavaleiros e cameleiros passaram a preferir a cimitarra anos depois, mas a saif reta continuou a ser usada por guerreiros a pé e a ser o símbolo do status de nobres e príncipes. Uma típica saif tem cerca de 1 metro de comprimento total e pesa em torno de 1,2 kg.

A escarcina é uma pequena cimitarra. Seu aspecto é similar ao de uma adaga.


Pausa para reflexão...

Eu teria terminado de ler sobre as cimitarras. Eram espadas diferentes das que eu costumava ler em histórias. Pareciam ter personalidade própria e um design singular, valorizando a cultura de sua região. Ao analisa-la e pega-la em minhas mãos, pude notar seu peso e o formato da lâmina. Eu segurava com uma mão e deixava sua ponta para cima. Ficava olhando expressamente para ela e visualizando o que ela poderia fazer. Era longa e pesada. Eu pequena e leve. Imaginava se essa combinação daria certo.

Ainda segurando na posição inicial, eu tentei fazer um movimento simples, deixar a espada pender para frente e aproveitar de seu peso e gravidade, para rotacionar meu punho ao máximo que eu poderia, afim de testar seu movimento e peso. Ao fazer aquilo, fiquei intrigada com algo e resolvi repetir outra mais. Ainda estava incerta e novamente rotacionei, até me acostumar com o movimento de balançar ela para frente e rotacionar tudo que podia, balançando e voltando por trás, e ficando em pé novamente. Mas eu desgostava daquela arma, era estranha para mim. Ela não parecia que fazia o movimento sutilmente. O ar parecia que freava um pouco ela, por causa da largura da lâmina no topo dela. Fora que haveria apenas um lado de fio de corte, o que para mim, não convencia de ser uma lâmina super útil. Era preocupante eu usar uma espada que não me dava bem e desgostava. Ela parecia muito agressiva e sem classe. Para uma mulher como eu, classuda e cheia de vida com um marido maravilhoso, não poderia me contentar com algo tão baixo como aquela arma. Eu gostava de sentir que o que era meu, realmente representava a mulher que eu era. E sem elegância na arma, notoriamente eu a rejeitaria e escolheria outra lâmina de meu agrado.

Uma nova pausa...

A primeira espada eu já teria testado e desgostado completamente, pois era muito ruim de manusear. Não fazia meu tipo de espada, embora eu fosse apenas uma aprendiz conquistando o mérito para ser chamada de novata. Eu sabia um pouco sobre elas e precisava agora atribuir as habilidades na pratica de cada espada.Haveria tantas opções e tipos de lâmina, que eu não saberia ao certo qual eu devesse realmente usar. Então a única maneira, era continuar testando uma por uma e adquirindo mais experiencia em cada, para descobrir qual eu me adaptava melhor e passasse a usar como estilo espadachim.

Avistei uma entre tantas, que era bem estranha, como algumas outras e resolvi pega-la. Era algum tipo de foice ou sabe lá o que seria aquela coisa medonha, eu já vi que não ia dar certo, mas li a respeito.

A gadanha, gadanho ou alfange é uma ferramenta utilizada na agricultura para ceifar cereais ou para o corte de erva. Consiste de uma lâmina na extremidade de um cabo de madeira ou metálico de aproximadamente 170 cm, com uma pega perpendicular no extremo oposto e outra pega no meio para fornecer controle sobre a posição da lâmina. A lâmina tem aproximadamente 70 cm, com formato curvilíneo e fica perpendicular ao cabo principal, no outro extremo deste. O manuseio da gadanha consiste de segurar os dois cabos menores de forma a deixar a lâmina paralela ao chão. Assim, o agricultor desloca-se oscilando a gadanha de um lado para o outro, ceifando cereais ou erva com facilidade. Entretanto, a gadanha requer muita experiência e cuidado para ser manuseada.

A gadanha surgiu em Fiore há alguns séculos atrás, sendo utilizada inicialmente para o corte de erva. Nos tempos atuais, foi substituída pelas ceifadoras mecânicas, mas ainda é indispensável em alguns países subdesenvolvidos ou em terrenos montanhosos.

Finalizando o treino...

Finalmente teria terminado de ler a respeito sobre as alfanges, gadanhas e gadanhos. Incrivelmente a arma em questão, tinha um grande e riquíssimo conteúdo histórico, que transcendia gerações e mais gerações. Não era atoa que era uma er... espada? Tão estranha e rudimentar. Não fazia meu tipo, mas eu a testaria mesmo assim. Lendo melhor no livro das espadas, pude ver que ela também era comumente chamada de Foice. O que me fazia lembrar realmente o que era aquilo. Me impressionava saber que a foice, era considerada uma espada. Ao meu saber, aquilo não passava de pau e um metal afiado. Nada demais, rhul...

Mas era hora de testa-la e fui delicadamente pegando a alfange em seu cabo, rende a colocação da lâmina. Segurava com uma mão e erguia a mesma. Não demorou para a foice escorregar para frente e eu quase causar um corte me meu calçado. Aquele par de botas tinha sido caro, não podia destruí-lo. Recuei a lâmina para cima novamente e me forcei a segurar com as duas mãos. Ambas juntas. Ergui e fiz um movimento de corte para frente. A forma que se seguia, não era muito confiável, ela demorava para pegar impulso e depois que pegava, se descontrolava. Era complicada aquela gadanha. Observei melhor a foice e ajustei a pegada, Uma mão na ponta e a outra mais em cima. Agora sim eu podia sentir que o peso estaria equilibrado e que talvez desse para fazer algo. Fiz meu movimento novamente, dessa vez um ataque diagonal de cima para baixo. A lâmina viajava no ar, cortando o vento e parando no chão. Sua ponta era estaria fincada no solo e tive que forçar para remover de lá. Que grande mancada novamente. Tentei mais alguns outros movimentos e golpes, mas aquela arma não me agradou também. A guardei.

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Postado em Dom Set 16, 2018 11:33 pm


PuFF
Cadê meu marido?
M
ais uma vez eu estaria por Crocus, rolezando por ai e conhecendo alguns lugares diferentes. Meu companheiro que não era meu marido realmente, só alguém que parecia meu marido, estava realizando outras coisas pela cidade, comprando artigos mágicos, trocando conhecimento e coletando informação. Não entendia bem para o que seria, mas eu estava mais preocupada em completar aquele extenso livro de espada que o fantasma do meu esposo me indicou para pegar e me deu através do companheiro não meu marido que estaria comigo naquela encruzilhada da vida.

Foi então que passei a ler novamente o tal livro ainda no hotel. Folheava as páginas e então lá estava o local que eu havia parado de fazer a minha leitura. Começava então o seguinte conteúdo do livro sobre espadas, agora a respeito sobre as Wakizashi.

A wakizashi (também conhecida como Oo-wakizashi ou Naga-wakizashi) é uma espada curta de Fiore, usada em conjunto com a katana pelos guerreiros que se entítulam, samurais. Ela é usada principalmente em combates de curta distancia onde há menos tempo para desembainhar uma arma, possibilitando assim um rápido ataque ao oponente, geralmente no joelho ou outras articulações no intuito de imobilizá-lo. Essa arma é utilizada também para a realização do seppuku, ato de suicídio dos samurais, quando acreditam que perderam a honra e dignidade, e precisam ceifar suas vidas fora.

Ao terminar de ler sobre essa espada, precisei imediatamente sair do hotel e ir até o mesmo lugar onde tinha aquela coleção de espada. Eu era facilmente não notada, porque achavam que eu era louca e me evitavam. Não eu eu fosse muto bem das ideias, hohoho. Mas a verdade é que eu não sei quem sou, digo... Esquece. Fui até o dito cujo local a qual me aguardava e lá encontrei a maldita espadinha. Ninguém estaria por perto, então avancei até a mesma. A peguei pela bainha e removi sua lâmina dela, puxando o cabo. Era leve, deveria ter uns 3 kilos e uns 30 centímetros de comprimento. Senti sua desenvoltura na mão e cortei de baixo para cima, em um golpe rápido e sem precisão. Puxei da cintura para a diagonal, direcionando para o alto a espada e completando com um novo direcionamento da arma, vocalizando o meu arredor. Eu girava meu corpo para o lado, trazendo a espada deitada na horizontal e mantendo um corte uniforme. Percebia que era uma boa espada de fato, mas ainda não parecia ser a minha espada.

Tempo para respirar...

Meu conhecimento em espadas ia crescendo cada vez mais. Estaria já praticando com várias e ia conhecendo uma porção delas da melhor maneira possível. Testando cada uma e automaticamente melhorando meu desempenho com as espadas em gerais. Voltava a pegar meu livrinho e agora olhava uma espada incomum e bem grande. Parecia interessante, pois dizia que coisas grandes eram boas. Embora minha mãe sempre dizia que tudo que vem em excesso, é ruim. Então eu não sei exatamente o que pensar dessa porcaria toda. O jeito é descobri por si só. Na página do montante, comecei a ler mais uma vez.

Uma montante é uma espada enorme que mede entre um metro e vinte ( 1,20 m ) e dois metros ( 2 m ) e pesa entre 1,5 e 3 kg. Essas espadas foram começadas a serem utilizadas durante a Idade Média principalmente por guerreiros Crocus e Era. Ela é manejada com ambas as mãos, com intento de golpear o adversário pelo alto ou de perfurar  as armaduras pesadas dos cavaleiros bem trajados. De forma geral eram carregadas em bainha presa às costas ou ao cavalo, conforme mostram diversas gravuras e quadros desde aquela época ou em batalhas e desfiles que ocorrem nas cidades as vezes.

É bastante eficiente como forma de romper as formações dos regimentos de piqueiros, permitindo a passagem da carga de cavalaria por dentro das fileiras inimigas. Também de golpear cavaleiros montados ou abatê-los junto com a própria montaria devido seu alcance. Em razão do seu tamanho, as montantes precisavam ser apoiadas num ombro e seguras pela mão. Numa situação de combate, desembainhar, com rapidez, uma pesada espada já não é uma operação fácil; e se essa espada estiver presa às costas do combatente, a operação pode tornar-se virtualmente impossível.


Ficava surpresa pelo grande histórico daquela arma longa e pesada. Certamente seria difícil para mim usa-la, mas eu tentei. Peguei a mesma pelo cabo da montante e tentei erguer com as duas mãos. Ali eu já notei como era ruim manusear tal arma. Erguendo a mesma, eu golpeava de cima para baixo na vertical. A espada demorava pegar força, por causa de seu peso, mas quando passava da margem da minha cabeça, ela pegava velocidade e ia com tudo até o chão. Eu acabava batendo com força ali e a lâmina se prendia ali mesmo e não conseguia mais arrancar ela fora. Notava que aquela já era.

Últimos minutos...

Estava já cansada de analisar e praticar com tantas espadas diferentes. Era uma imensidão de coisas a se fazer e erguer e brandir tantas lâminas, era bem complicado. Eu tinha que fazer isso, afinal não era todas as espadas que estavam listadas no livro e até ler tudo, eu já conseguiria ter experimentado muitas espadas diferentes. Porém, eu sempre voltava para o livro que contava tanto sobre as lâminas mais diversas.

A rapieira, é um tipo distinto de arma branca, uma espada comprida e estreita, popular desde o período iniciais dos magos espadachins, que se tornou a arma mais comum daquela época, principalmente em Magnólia, Crocus, e outras lugares de Fiore.

Rapieiras são geralmente descritas como sendo espadas com a lâmina relativamente longa e fina, ideal para golpes de perfurações e uma proteção guarda-mão com complicados filetes de metal, o que a torna uma bela arma, podendo ser usada na esgrima artística. A lâmina pode ter largura suficiente para cortar a golpe, mas o poder da rapieira vem da sua habilidade de perfuração. Rapieras podem ter gumes com fio de corte só dum lado, com fio de corte dum lado só da ponta até ao meio, ou podem ter gumes completamente cegos, uma espada chamada "estoc" (estoque) pelo Pallavicini um mestre de esgrima rapieira que em muitos anos atrás, propôs usar uma rapieira com dois gumes afiados. A rapieira se parece com um florete, mas é mais comprida, pesada e rija. Uma típica rapieira tem de 1m de lâmina até 1,5m, e com largura de apenas 2,5 centímetros.


Curioso, a rapieira realmente me agradava. Era de um comprimento adequado para o porte de meu corpo. Não era pesada e muito bonita e elegante. Certamente eu teria interesse nessa arma que tinha um design interessante. A peguei em minha mão direita e a sacudi no ar, senti o movimento e balancei um pouco mais. Sua lâmina dançava no ar e quando eu aplicava mais força, a lâmina cantava um solo que ecoava pelo recinto. Era um som bonito e ritmava meu treino. Brandia a espada para um lado e para o outro. Movimentava meu corpo para frente, dando passos firmes e então freava, deixando meus joelho da frene flexionar, enquanto o de trás, se esticava. Mantinha a minha coluna ereta e no mesmo instante eu direcionava meu braço direito com a espada, para frente e estocava a porta que estaria ali. De fato teria gostado, seria ela a escolhida?

Preferi esperar e aguardar mais um pouco. Tinha mais armas a se ver.

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Benisuzume

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Postado em Seg Set 17, 2018 12:27 am


PuFF
Cadê meu marido?
O
s dias iam se passando e eu ia trabalhando cada vez mais minha habilidade com as espadas. Eu estaria me tornando uma excelente profissional no assunto. Já entendia bastante delas e conhecia boa parte. havia desenvolvido técnicas pessoais com minha magia que enaltecesse esse meu dom com a espada empunhada. Estaria em face de crescimento e agora era hora de aprofundar ainda mais meus conhecimentos no combate e na espada.

Meu companheiro parecia estar o tempo todo ocupado e nem ao menos se deu conta que eu estaria ficando mais forte e meu rosto estaria ficando bronzeado de tanto que eu pegava sol ao andar pela cidade e praticar as nuances dos espadachins. Poderia eu uma noiva embainhar uma espada em plena cidade sem ser notada? Já me viam estranho com vestido de noiva, imagina com uma espada, hohoho. Problema de quem não gosta. Sou linda e maravilhosa. E assim com toda minha humildade e foco, tornei a ler o livro de espadas, agora sobre os sabres.

O sabre, também conhecido como Saber em alguns lugares, é um tipo de espada com uma lâmina curvada, normalmente associada com a cavalaria leve entre os séculos passados, se popularizando durante a Guerras mais recentes. Originalmente associada a cavalaria da região das Ilhas do Norte, se espalhando para dezenas de outras cidades durante as guerras que volta e meia estaria acontecendo. Sabres leves também se tornaram populares entre a infantaria em certa época. Já em outros tempos, modelos menos curvados passaram a ser usados pela cavalaria pesada.

Com o passar dos anos, principalmente a partir do século seguinte, com as armas de fogo e a magia se tornando tomando preponderância no campo de batalha, o sabre deixou de ser usado como uma arma e passou a se tornar uma peça de uniforme (primordialmente por oficiais), utilizado em cerimônias ou em funções longe de uma frente de batalha. O sabre militar começou a ser usado em duelos em academias militares. Com o tempo, apreciadores da arma em questão começaram a praticar por si mesmo, dando início a uma forma de luta de sabre disciplinada, que acabou se transformando em esporte e introduzida como esporte nas Olimpíadas das capitais de Fiore.


Pois bem, eu teria lido bastante e agora era hora de usa-la. Puxei o sabre de onde estava guarda e loco saquei sua lâmina para fora. Brilhava intensamente com o sol que batia nela e refletia em meus olhos. Parecia ser pouco usada por ali, demonstrando realmente ser uma arma ignorada pela maioria dos usuários. Comecei a balançar ela e sentir seu peso, como de costume. Brandi ela girando o braço para o lado esquerdo e depois para o lado direito, deixando o aço cortar o vento e carregar meu braço junto. Ela era boa para esse tipo de movimento. Avancei para frente e cortei na horizontal duas vezes de ambos os lados. Recuava com a mesma e segurava com as duas mãos, mas ao fazer, notava que não era muito boa para com as duas. O que me levou a perceber que não era adequada para mim.

Um descanso merecido...

Estava um pouco emburrada, pois não achava nenhuma espada que me agradasse de fato. Eram todos muito complicadas ou algo não me fazia gostar. Eu era uma pessoa muito seletiva realmente, não é atoa que meu marido é único. Digo, esposo, não chegamos a casar, mas ele seria aquele que me teria por toda eternidade, se não fosse tudo aquilo. Todavia, meu estudo para poder alcançar uma nova graduação na espada e poxa vida, me tornar uma mestre espadachim, estava cada vez mais árdua. Minhas pesquisas e treinos, ainda pareciam pouca e eu queria me aprofundar cada vez mais. Fui catar meu livro e abri aleatoriamente em uma página qualquer. Ao abrir o local nada especifico, fechei meus olhos e fui apontando o dedão no nome da espada em questão. Quando eu abri meus olhos, estreitei as sobrancelhas e fui com sangue nos olhos para ver qual teria saído e pude ler o nome finalmente. Se chamava claymore.

Claymore é uma variante de Crocus da espada medieval montante. Possui gume duplo e é manejada com as duas mãos, impedindo o guerreiro de utilizar um escudo. A palavra claymore vem de um idioma perdido, assim como as magias perdidas, que seria claidheamh mòr e significa espadão. A claymore é um tipo de espada montante, porém mais leve. O tamanho da espada claymore é variável. Ela geralmente, possui o tamanho aproximado da altura do guerreiro que a empunha e, por este motivo, deve ser feita sob encomenda. O guarda-mão, em forma de cruz, é ligeiramente voltado para a ponta da espada e tem as extremidades ornadas com três ou quatro pequenas argolas. Seu punho é geralmente feito de madeira e o pomo tem forma arredondada. O seu uso é atribuído a William Wallace, guerreiro pioneiro com tal espada.

Hummmm... Eu devo confessar que essa teria sido a melhor leitura até então. A espada parecia ótima e promissora. Uma espadachim que conseguisse se adaptar perfeitamente a sua companheira, seria o ápice para mim, e a claymore parecia ser a escolhida. Eu não podia e nem queria ser precoce quanto a escolha, mas tinha dado tão errado tudo até agora, que eu estaria em grande duvida a todo momento. Contudo, neste momento e instante, eu percebi que essa era uma boa espada e começava a levar ela em consideração.

Puxei a mesma da estante e a analisei. Ergui a mesma e deixei deitada na horizontal e trouxe junto do rosto, para olhar com meus olhos de perto, toda a extensão da lâmina. Percebi que era boa. Agitei a mesma no ar e balancei um pouco, fazendo movimento coesos e sincronizados com meu corpo. Rotacionava meu quadril, e brandia a espada para o mesmo lado, este que era o direito, e subia a espada até o alto na diagonal, mantendo a firme no ar. Seu peso não me incomodava e ela parecia uma extensão do meu braço. Ajeitando esticada para baixo, vendo a mesma por cima e girava elas, vendo o encaixe com a mão e parecia perfeito. Não doía nem nada. Estava certa que seria essa a escolhida. Mas entendia que teria mais uma etapa até poder de fato me convencer de ser ela.

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Benisuzume
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Benisuzume

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Postado em Ter Set 18, 2018 12:18 am


PuFF
Cadê meu marido?
E
u estaria quase alcançando minha grande maestria na arte do uso da espada. Faltava pouco, pouco mesmo sabe. Seria uma grande espadachim. Porém, ainda faltava algumas espadas para desvendar e finalmente eu me apegar a uma em especial, que provavelmente eu já sabia qual seria a escolhida. Sim, aquela lá. Fique aqui, pegue sua bebida, estoure algumas pipocas e aproveite o show, pois hoje me torno a primeira noiva de espadão ho ho ho. Meu companheiro que não era meu marido, foi fazer sua última tarefa pela cidade de Crocus e eu fiquei novamente na estalagem o aguardando. Contudo, eu não iria ficar atoa né, então eu catei meu livro quase finalizado, em suas últimas páginas e comecei a lê-lo, enquanto eu ia caminhando pelas ruas e vielas da grande cidade. Fui chegando no recinto aonde fiz todos meus treinos e estudos com espadas diversas, aprendendo suas peculiaridades e distinção. Apreciava a sutileza de cada uma e me apegava a outras. Seria a noiva mais louca da moita. Fui chegando e adentrando o recinto, parecia que nunca me viam ali, sozinha em um limbo da qual vivi uns sinistros e belos dias. Me acomodei em qualquer canto e fui terminando a leitura que teria começado no hotel. Iniciava o trecho que explicava e destrinchava sobre uma espada simples, mas eficaz, chamada gládio.

O gládio é a espada utilizada pelas legiões de soldados. É uma espada curta, de dois gumes, de mais ou menos 60 cm, mais larga na extremidade. É muito mais uma arma de perfuração do que de corte, ou seja, deve ser utilizada como um punhal, ou uma adaga, no combate corpo-a-corpo. Diz-se que é capaz de perfurar a maior parte das armaduras. Também chamado Gladius hispaniensis, por ter sido inspirado em armas utilizadas pelos celtiberos na época. A Península das Ilhas do Norte, no seu conjunto, era chamada de Hispânia pelos romanos, daí o nome Gladius Hispaniensis. Por parte dos legionários eram treinados pelos Doctores armorum na técnica do gládio, mas também os gladiadores. Segundo alguns historiadores, praticantes e os raros gladiadores de hoje em dia, contam que pode se arremessar a espada graças à peça esférica em seu cabo, que balancia a arma, o que a torna a única espada arremessável de que se tem notícia.

Hum... Realmente a espada parecia promissora. Era leve e curta, daria para usar até duas. Se em um momento de desespero, batesse o desejo de arremessa-la, meu alvo estaria entre eu e a minha espada. Não que eu fosse boa de mira, porém fui militar e eu atirava com grande pontaria. Com certa pratica eu aprendia a empunha-la e joga-la, perfurando qualquer inimigo, e ganhando cada batalha. E foi assim que comecei meu treino com a gládio. Segurava para sentir seu peso. Era realmente boa seu manejo. Deixava girar entre meus dedos, rotacionando com certo cortejo. Era uma facilidade enorme para mim, mestre na espada, e me tornado a grande espadachim. Após brincar com a mesma, segurei firme com meus dedos de aço que era uma beleza. Movimentei todo meu braço esticado com a lâmina, cortando o ar para frente de cima para baixo. Voltava meu corpo para trás, sorrindo diante um boneco de madeira entalhado com marfim. Golpeava uma e duas vezes e recuava com um giro, deixando a espada na horizontal na altura do pescoço, cortando a madeira com um corte que não seria nada superficial em um ser humano. Removia a lâmina da madeira e brandia mais algumas vezes, sentindo seu movimento e adaptando cada vez mais. Não era de fato ruim, mas também não era para mim.

Um descanso para um novo começo...

Eu ia descansando um pouco do treino que eu teria feito. Muita leitura estressava a mente e eu precisava me colocar no lugar e ter mais juízo para treinar melhor. Não que eu tivesse algum ho ho ho, mas bom. EEuuuuu posso. Então descansei e fiquei apreciando algumas espadas em exposição ali, até que vi uma bela claymore. Espada essa que até agora teria me agradado profundamente e eu teria pego certa intimidade no manejo e uso dela em um todo. Ela se encaixava perfeitamente nas duas mãos, mesmo não sendo feita em encomenda. Acho que estava realmente decidida em obter esse modelo de claymore futuramente. Ela cortava dos dois lados, protegia bem. Seu peso não era ruim e os movimentos eram fluídos de forma agradável e versátil. Eu poderia usar até duas se quisesse, bastava ter força para segurar ambas as espadas. Mas por hora esta única já bastava.

Com a claymore em mãos, eu a deixei rotacionar entre meus dedos, como uma verdade mestre em ascensão. Segurava firme e logo mais eu fazia alguns movimentos rápidos com a espada. Girava e cortava um alvo de madeira e decepava o braço. logo mais estocava uma porta furada já de tanto treinar e ser vítima de outras espadas. Meus movimentos eram sincronizados com meu corpo, tendo toda minha estrutura em conjunto em perfeita harmonia. Era como uma dança. Sim, eu usava meus dotes de dançarina para desenvolver um tipo diferente de combate, na qual os passos de uma dança, se tornam os ataques da minha arma. A dança me trás postura e equilíbrio, e na luta isso era importante. A velocidade imposta em cada ritmo da música imaginária que tocava em minha mente, ia acelerando cada vez mais e quando me notava, eu estaria rodopiando e chutando alto, num movimento de ballet que fomentaria minha forma de enaltecer o contexto de meus aspectos espadachim.

Continuei com meu treino improvisado e divertido, até que finalmente dois soldados entraram ao local. Eles vistoriavam ali as vezes, muito raramente e não era naquele horário. Algo os fez vir naquele momento e só pude ouvir uma sublime frase de...

Hey!! Quem é você? O que faz aqui. Uma ladra!

Mas tudo que eu escutei foi...

Hey!! Quem é você? O que faz aqui. Quer casar comigo?

Eu não pude aguentar de felicidade e eu abri um sorriso bonito, corando as maçãs de meu rosto e alegremente aceitando sua oferta.

Sim, eu me caso com você. Vamos. Pode ser agora.

Eles me olharam com uma cara torta e desacreditados do que ouviam. Mas eu estaria contente que havia conseguido um novo esposo. Todavia, eles retrucaram novamente.

Está maluca? Eu já tenho esposa. Jamais a trairei. E agora você será presa.

O QUE? ESTÁ ME TRAINDO? IRÁ PAGAR CARO POR ISSO, SEU PERVERTIDO!

Se eles não entenderam antes, agora que estavam ferrados mesmo com uma doida desvarada como eu. Saquei a claymore e parti para cima. Eles arregalaram os olhos e um deles estreitou os olhos, rangendo os dentes e se posicionando para confrontar minha investida. Porém, o mesmo apesar de forte, não era exatamente muito bom com sua arma de profissão. Ele arqueou a lâmina dele e eu a parei estocando na diagonal de cima para baixo, fazendo um movimento em onda. Pousava a ponta da minha espada no ombro dele, com a lâmina dele por cima da minha, formando então uma alavanca com as armas e pressionando para o lugar certo, eu fazia o mesmo se desarmar. Rindo bastante, eu girava e em meus olhos inocentes, eu dava um tapa com a espada, que cortava sua barriga, fazendo vazar sangue e parte do intestino delgado.

A cena visceral encheu meus olhos de brilho por algum motivo. A intensa luz do sol, refletindo na posa de sangue, era de fato interessante. O outro soldado enfim assustado com seu amigo ajoelhado e sem reação, veio finalmente e com um giro sutil, eu desviei da estocada que ele faria sem pensar direito. Foi então que no grand finale de minha rotação, eu brandia a espada nas pernas do sujeito, cortando ambos os tendões dos calcanhares, o fazendo cair em desgraça. Eu ria da cena engraçada.

Meu tempo ali havia sigo esgotado. Não poderia mais voltar ali. Então joguei fora a claymore e fugi, retornando para o hotel.

Perícia Domínio Bélico - Aprendendo nível Grâo-Mestre em Espada
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Benisuzume
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Postado em Qua Set 19, 2018 6:59 pm

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Juvia Lockser, Bay Bay
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