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[Ficha - MH] Mei

[Ficha - MH] Mei - Publicado em Dom Set 09, 2018 5:10 pm

Mei


Dados Pessoais


+ raça
Humana.

+ gênero
Feminino.

+ idade
19

+ orientação sexual
Demissexual

+ Afiliação
Mermaid Heel

+ Marca da Guilda
Palma da mão esquerda.

+ Aparência
Misaki Mei ~ Another

+ descrição física

Devido aos acontecimentos durante sua adolescência, Mei teve um desenvolvimento tardio; sua subnutrição impediu passagem completa pelo estágio púbere, o que prolongou para a próxima fase de sua vida. Seus membros um dia já frágeis, agora, em seus dezenove anos, são considerados regulares. Todavia, sua altura estagnou nos 155cm, assim como sua força muscular é bem baixa, senão quase inexistente. Seus cabelos pretos medem até a altura de seu queixo, com uma longa franja que tende a cobrir parte de seu nariz - tampando também grande parte de seu tapa-olho, este ali presente para cobrir seu olho deficiente e não-funcional, além das cicatrizes. Seu único olho visível tem cor de granada (joia), as vezes até se assemelhando a uma totalmente. Sua pele é muito branca, quase fantasmagórica, assim como seu organismo sofre por insuficiência de vitamina D.

+ descrição psicológica

Mei carrega consigo um passado trágico, o que influenciou fortemente sua personalidade no presente. Seu humor é inconstante e reage diferentemente aos diversos acontecimentos, mesmo já os tendo vivenciado de alguma maneira. Em parte é calada e carrega o silêncio consigo como fardo, reclusa em sua própria mente, e quando necessário, breve e concisa. E em contraparte pode demonstrar um agitamento voraz, geralmente quando muito determinada a algum objetivo, sendo sagaz, e, dependendo, fria. Tende a conversar consigo mesma em sua própria cabeça, e em certo quadro psicológico, ver ou ouvir coisas que não aconteceram necessariamente.


História do Personagem




Nove de julho, uma menina de longas madeixas obsidianas corria alegremente pela casa, comemorando sozinha seu próprio aniversário. Para afastar um pouco de sua solidão reuniu o máximo de brinquedos que podia, fazendo um círculo ao seu redor. Sua mente soava aquilo como uma multidão festejando uma data muito especial de uma pessoa muito especial, enquanto no mundo real era apenas uma garota de doze anos, no assoalho velho de seu quarto envolta de brinquedos podres de madeira. Não, não tinham esquecido seu aniversário. Ao menos era o que ecoava nas profundezas da mente da garota. Seu pai chegaria com um bolo de limão delicioso, juntamente com todos seus amigos da vizinhança. Ela nunca teve amigos, mas com toda certeza alguma criança encantada pelas luzes piscantes que seu pai colocaria em sua casa, teria o interesse de ir participar da festa. E então ela teria amigos.

— Papai! — A garotinha abriu a porta de seu quarto prontamente ao escutar alguém chegando, desceu a escada com toda a pressa que continha. Quase escorregou, mas nada iria pará-la. O brilho em seus olhos era quase incandescente, ninguém nunca vira alguém com tamanha felicidade. O corpo da garota se chocou com o de seu progenitor ao virar da escada em rumo a entrada. Ele continha um semblante sério e frio. Não apenas nessa ocasião, mas sempre esteve com ele. O sempre existira desde a morte de sua esposa, mãe da garota, um ano anterior. Parece ter sido a tanto tempo que isso aconteceu, que a imagem de uma dócil mãe, atenta e que fazia a alegria de todos existira que parecia um breve sonho. Era também o primeiro aniversário da menina sem sua mãe. Seu pai sempre foi um homem árduo, mas agora mais do que nunca. A mente infantil da criança imaginava que tudo mudaria, e a partir de sua data especial. Apenas um engano seu, seu inferno iniciava ali.

O homem, ainda trajando suas vestes cinzas do trabalho, apanhou sua filha pela cintura e a levou indelicadamente em seu ombro. Não importava se machucava ou não, ele tinha algum objetivo e iria executá-lo. Ele caminhou lentamente até o porão da casa, uma singela e velha porta escondida em algum canto da residência. Desde que a menina nascera, nunca tinha a visto aberta, como muito menos entrara lá. Mas agora iria vê-la, não apenas isso, como morar lá. Seu pai a abriu após pegar uma chave em seu bolso com sua única mão disponível. Jogou sua cria escada a baixo, pouco se importante se ela se machucaria. Ela, então, com seus olhos úmidos e quadril machucado, se virou para observar o semblante de seu pai, ao menos uma última vez, e tentar procurar sentido disso tudo no fundo de seu ser. Nada conseguia decifrar, jurava que tinha visto alguma coisa escorrendo de seus olhos. Lágrimas? Não. Talvez isso fosse apenas fruto de sua imaginação.

x

Alguns anos se passaram. Talvez dois, talvez três, a menina não tinha mais noção de tempo alguma, se era dia ou se era noite, se era inverno ou verão, se era Páscoa ou Natal. Conseguia apenas sentir ligeiramente seu envelhecimento, seus peitos estavam maiores do que nunca, apesar de ainda serem pequenos. Tinha aprendido em sua escola que era algo chamado puberdade. Mas ela não se sentia exatamente como deveria se sentir, cada vez maior e mais madura. Pelo contrário, se sentia cada vez menor e burra. Seu corpo estava fraco. Com um leve encostar de seus dedos em seu corpo sentia facilmente a proeminência de seus ossos. Comia uma única vez ao dia, que era quando seu pai vinha a servir. De início, sempre que ele aparecera, ela gritava, pedindo ajuda, pedindo que ele voltasse ao seu estado são e paternal. Nunca adiantou. Posteriormente, começou a calcular o tempo, de maneira incerta, através de sua vinda. Se ele aparecia, era provavelmente quase-noite. Horário que ele aparecia para alimentá-la. E ela baseava seu sono assim. E em sono, ela o tinha como melhor amigo. Ela sonhava, não sempre, mas sonhava livre. Sonhava que tinha amigos, as vezes nem amigos, apenas pessoas das quais podia conversar. Sonhava indo comprar uma fruta na feira. Sonhava. O sonho era sua vida real, a vida real era seu pesadelo. E sua vida era assim.

Sua rotina mudou radicalmente quando seu pai começou a visitá-la mais de uma vez ao dia, fazendo-a perder totalmente a noção de tempo. E em breve, sua lucidez. De início, ele a trazia grande carcaça de animais. Vacas, javalis, ou o que sua mente conseguia imaginar que fosse. A obrigou desossar, nunca ensinou. A separar osso e carne, inutilizável e utilizável. Os utilizáveis ele levava, para sei lá onde. Os inutilizáveis? Ficava com a menina. Eles a assombrava durante a noite, dia, o que fosse. Até seus sonhos se tornaram pesadelos. O único lado bom de seu 'trabalho' era que de vez em quando ela roubava alguns pedaços de carne para se alimentar, já que a comida se demonstrava mais que nunca rasa. Raramente comia. E quando cometia algum erro? quando os pedaços que cortava com as próprias mãos se demonstrava irregular? apanhava. Quando com dó, com as mãos. Quando não, martelos, lâminas. Violência pós violência ela criava um ódio dentro de si. Nem mais pai ela considerava, era um demônio do qual ela precisava eliminar.

Quando ela imaginava que nada podia piorar, o demônio parou de trazer animais para ela, e veio corpos. Corpos humanos. Ela tinha que escapelar, separar órgãos, coleta de sangue. Na primeira vez que foi obrigada a fazer, recusou. Quando pressionada e ameaçada a fazer, fraquejou, e assim fez, com as lágrimas mais verdadeiras que saíra de seus olhos. Se sentia uma assassina. No décimo ou décimo primeiro corpo que o demônio trouxe, seu limite estava no máximo. Aproveitou que ele estava distraído e fincou a lâmina que ganhou para cortar os corpos nas costas do seu inimigo. Ele a empurrou rapidamente, impedindo-a de continuar o ato. Pela primeira vez em muito tempo ele falou alguma coisa. Ela não se lembra muito do que era, mas soava como uma ameaça. Uma ameaça que a atingiu em seu peito, figurativamente. Uma ameaça que a atingiu em seu olho esquerdo, fisicamente, fazendo-a perder sua visão. Gritou, pestanejou. Mas nada devolveria sua visão completa. E ela prometeu a si mesma nunca tentar aquilo novamente.

x

A garota acordou. Mas já não era mais uma garota, era uma mulher. Seu espaço no porão tinha virado, na maneira mais otimista, um laboratório. Tinha instrumentos que ela utilizava, singelamente decorado. Em uma visão comum, um açougue. Sangue por toda parte, uma maca de metal com sangue seco de mortos já mais velhos que muitos humanos. Mas tinha um relógio! O relógio fazia tic-tac, tic-tac, tic-tac. A mulher sentava na frente dele e ria. Sem motivo algum, mas ria. Cantarolava alguma canção não-existente, mas que inventou em seu tempo livre. Seu tempo livre? Era quando não estava descascando corpos como cebolas. Ela já não sofria ao fazer seu trabalho. Bom, era seu trabalho! Qual o problema de tirar pedacinho de pele por pele? adeus epiderme, adeus hipoderme. Era os órgãos que a encantava! Os humanos podem ser tão diferentes por fora, mas por dentro eram sempre iguais. Nem tem como dizer que não, ela já parou pra analisar, sempre iguais! Talvez um órgão a mais, um órgão a menos, uma manchinha cinza no pulmão, mas sempre iguais. Não que ela se divertisse com seu trabalho, mas apenas o seguia, como seu cotidiano. Fazia aquilo já a tanto tempo que parecia comum. Apenas continha ódio pelo homem que trazia a carne. Quem era ele? Não lembrava. Mas o odiava. Ele lhe dava ordens, a tratava horrivelmente. Ninguém poderia a tratar mal!

O homem entrou pela porta que sempre entrava, mas dessa vez com um bolo nas mãos e um sorriso no rosto. Seu aniversário! Dezoito anos! Ele dizia. Aquilo pareceu ser tão estranho que quase chegou a ser cômico. Ela riu, juro, riu! Mas por dentro. Por fora tinha medo. Nunca foi tratada bem, o que seria aquilo? Desconfiava absolutamente. "Escolha um presente! Qualquer coisa." O homem disse. Um presente! Ela adorava presentes. Mas não fazia ideia do que escolher. A palavra coisa ecoava em sua mente. coisa coisa coisa coisa. Coisa começa com C. C é depois do B. Bê BÊ BÊ BÊ. Ela gritou, esperando que alguma palavra fosse parar em sua cabeça. E, de repente, suas boca falou: baralho. Como uma criança mimada e agitada, ela bateu os braços no ar e com ânimo disse: "Baralho de cartas! é isso!". O homem estranhou, deixou o bolo, e saiu. Ela comeu o bolo com uma felicidade enorme. Ela agora tinha dezoito anos. Sim, uma mulher.

O homem voltou. Com um baralho de cartas. Deu nas mãos dela com um sorriso no rosto. Em segundos o sorriso desapareceu, assim como o homem. A diversão da garota entrou em êxtase ali, brincava com as cartas de várias maneiras, e incrivelmente, se sentia bem com elas. Pela primeira vez se sentia bem, sentia algo de especial nelas. Não iria desistir daquele sentimento nunca.

x

O homem entrou novamente no quarto da garota, com outro corpo em mãos. Ela ignorou sua presença completamente, estava brincando com suas cartas. Vire-se, ele falou. Trabalhe, ele falou. Ela ignorou. Me dê essas cartas, falou. Ela ignorou. Com uma força bruta ele roubou das mãos dela algumas cartas que ela continha. E ela surtou. Tinha algumas em mão e implorou para ele devolver para ter todas juntas novamente. Sem alguma, ela ficaria incompleta. E ele rasgou, uma por uma, e a socou em seu rosto. Ela gritou, mas ainda segurava uma na mão. Uma aura mágica se fez envolta dela, centralizando na carta, que, em instantes, criou uma correnteza de água com fluxo tão potente que jogou o homem contra parede, além de quebrar seus ossos, que em segundos furou seus órgãos. Ele morreu em instantes, e ela, recuperou suas cartas. Não todas, mas as que restou. Após isso, ela permaneceu cerca de uma semana no porão, e após ninguém vir alimentá-la, ela saiu, mundo afora, procurando alguém que fosse a alimentar. E assim, percebeu que estava finalmente livre. Quando a luz do sol atingiu seu rosto, ela recobrou uma parcela mínima de sua sanidade.

xx

Quando o sol atingiu meu rosto, uma parte de mim deslocada no porão da minha cabeça se viu livre também. E o meu eu livre estava constantemente brigando com o meu eu ainda aprisionado. Eram duas faces dentro de mim, e duas faces tentando ser o hospedeiro. Mas eu apenas me sinto verdadeiramente eu, quando o eu são ambas. Ambas são eu, mas eu não sou ambas. Não deu pra entender? bom, minha vida é assim. Já não lembro mais meu nome, ou o porque de todo esse acontecimento. Perdi minha história assim como perdi a mim mesma. Como um dia eu já fui? Como era eu criança? Não sei. E não quero lembrar. Tudo que eu quero é esquecer, e vivenciar. Hoje é meu nascimento e eu escolhi, por mim mesma, que meu nome é Mei.


Dados Mágicos


+ magia principal
Card Magic

+ magia adjacente
XXXXXX

+ Hit Points
300HP

+ Magic Points
300MP


Força Física: 1
Resistência Física: 2
Força Mágica: 12
Resistência Mágica: 6
Velocidade: 8m/s

Perícias:
- Anatomia Humana (Aprendiz)
- Prestidigitação (Aprendiz)
- x
- x
- x


Mei
[Ficha - MH] Mei  100x100

Ficha de magos
XP:
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HP:
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MP:
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Rank D
Mei

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Re: [Ficha - MH] Mei - Publicado em Seg Set 10, 2018 4:40 pm

Aprovado(a)

Seja muito bem vindo(a) Ao Fairy Tail Eternyum.

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[Ficha - MH] Mei  D15TRiy
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