Fairy Tail Eternum
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RP Atemporal - Uma Visita Mágica

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Postado em Sex Ago 24, 2018 9:10 am

Pão com manteiga ainda em seus dias como um simples mago da guilda fairy tail, estaria em suas acomodações na sede da guilda, descansando em seu quarto, deitado em sua cama, relaxando e pensando nos seus próximos dias de folga que teria em breve. Ele não fazia muita ideia do que fazer e se questionava por isso. Mas algo estranho e perturbador consumia sua mente. Estava encucado com uma coisa e aquilo não desgrudava de sua cabeça. Era como chiclete no cabelo de tão constante que estava aquelas ideias frescas no cérebro do dragon slayer que não conseguia se livrar dela.

Sim, dela. Uma ideia sobre alguém, uma pessoa que a pouco conheceu e de algum modo, estaria tirando seus momentos de paz e tranquilidade. Por que rais estaria tão pensativo a respeito daquela moça chamada Elle? Por céus, ele não entendia e começava a relembrar os momentos que os monges perguntavam a ele, o que ele faria quando tivesse uma garota especial. O pobre Pão com manteiga não saberia responder isso e a resposta como sempre, era oferecer um pão com manteiga a ela. Obviamente a gargalhada entre os monges, perpetua até hoje. Não era a coisa certa a fazer, a não ser que a mesma fosse viciada em trigo. Isso seria uma tática de muita sorte. Contudo, não era o caso em questão. Elle parecia ser uma pessoa muito deprimida e pelo que Krayvhuz notou a distancia da enorme casa de burguesinha dela, era que o local parecia solitário e vazio. Como se a morte estivesse vingando dentro daquelas paredes grandes da residencia e Elle estaria dentro dela, amargurada e sozinha.

O jovem mago estaria incomodado com aquilo e um tanto aflito, começou a pensar de ir ver ela. Não sabia o por quê. Porém, ele sentia que devia fazer aquilo. Como se algo o chamasse. Talvez fosse só imaginação de um virjão que nunca se apaixono, mas este era o caminho certo. Todavia, como um bom inexperiente, o rapaz acabou esperando o dia de folga para fazer algo. Sim, no dia correto, ele se preparou para ir ver Elle. Não que fosse grande coisa, pelo contrário, as mesmas vestes de sempre e seu cajado que parecia uma foice.

Seguiu até a região das casas nobres da cidade. Era uma maior e mais bonita do que a outra. Era impressionante. Até mesmo para pessoas sem tanta ambição no mundo, como Pão com manteiga. Depois de andar um pouco, ele encontrou novamente a casa. Teria ido uma vez e não era o melhor a memorizar percursos a primeira viagem. Entretanto, dessa vez o dragon slayer usou de seu nariz e conseguiu farejar seu "amor", ou melhor, seu futuro destino. Agora parado, em frente a casa da garota, observando o que dava de fora do portão, o mago olhou ao redor para ver como chama-la. Não gostava de gritar e era uma bela casa, teria um jeito apropriado de avisar que alguém requisitava os donos do recinto. Foi então com muito custo, que o mago encontrou um dispositivo que alertava a casa e o tocou, soando então sua chegada na entrada da mansão. Enquanto isso, o mago esperava Elle do lado de fora, como um perfeito monge paciente, quando buscando a paz interior.

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Pão com Manteiga
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Pão com Manteiga

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Postado em Seg Ago 27, 2018 12:43 pm

Há dias que não florescem com as mesmas cores, como um presságio que sussurra em cântico, pessoas que vagam e divagam, como atores, ignorando que cada gota do orvalho, do sereno farsante, o choro semântico, daqueles que como guerreiros em brados batalhas em seu destino travam.

- This is how I show my love…

Os livros fora de ordem e as coisas pelo chão jogadas, lembranças de quem fora ainda intocadas, no solo frio por meu temor, ainda não teria limpado as últimas lembranças de amor, de tempos doces de minha lembrança. Aqueles dias em que era criança, criança, a mesma que morreu junto a família que deu significado para mim a esperança.

- … I made it in my mind because …

Interrompido o ato daquela limpeza, em canto sem forma, sem a beleza, que vertia na voz de minha irmã. O soar quase inóspito dos sinos que consoavam o anúncio de um visitante, questionando-me acerca de quem ou o que seria, algum transeunte errante, buscando algo, algum cobrador de alguma dívida a ser quitada, ainda por minha família não apresentado. Fato aqueles passos por cima do tal orvalho até o portão daquela casa.

- … I blame it on my ADD baby …

Surpresa torpe como o destino sombrio e inexplicado, seria outro senão aquele que intitulava-se como nada menos que, pão. Um homem de grande porte, não condizente com sua auto alcunha que remetia a algum faceiro brincalhão, ao contrário, seus atos e presença carregam consigo o brado guerreiro, a essência de um platão, a alma viva de um herdeiro.

- Ora ora, bom dia senhor, o que o traz aqui?

Mãos corridas sobre o tecido em sua perna, trazendo a si a limpeza, a ênfase a sua perdida beleza, inconsciente, importando-se com a forma que o mesmo a via, sendo relevante se ele a seu charme interessaria.

- Bem, entre. Estou limpando a casa no momento mas, sinta-se a vontade.

Grande e solitária casa, de ornamentos caros, de arquitetura rasa e quadros raros, limpá-la sozinha era difícil de fato, mas eu tinha o tato, para ciência de não gasto com limpeza dali. Não possuía muito dinheiro para manter-me por tempo em mais delongo, limitando-me assim ao decoro de meus próprio esforço, ponho na conta do peso de meu corpo.

- Encontrar um local que pudesse trabalhar por dinheiro, seria bom. Só sei lutar entretanto, e, não quero me forçar a lutas ilegais e também não quero voltar a competir em Magnolia. Me afastar daqui talvez fosse bom.
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Elle

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Postado em Ter Ago 28, 2018 3:45 am

Alguns segundos se passaram, o suficiente para que quase se tornasse um minuto. Talvez dois. Brado fosse o tempo, seja lá quando durasse aquele momento, Pão com manteiga não recuaria sem um adendo. Sua espera era recompensada com o vislumbre da mulher que lhe afagava a alma. Sem entender ou perceber, apenas se animava. A donzela se aproximava, calma e sem toda aquela raiva. Parecia bem e de alguma forma, transmitia um ar bem zen. A recepção bem humorada, dava lugar a um mago sem graça. Olhava para o lado, com as pupilas baixas, que seguiam em direção ao nada. Sua mão alisava seu maxilar, como uma forma de defesa em dialogar. Grande, porém sereno. Era um momento da qual ninguém ao menos teria visto. Elle, a primeira que deixaria o grandalhão tão acanhado. Todavia, o que trazia aquele momento, era o fato de ser chamado de algo estranho.

Senhor... Dizia de forma pejorativa, mas sem más intenções, pois era nítido que o mesmo não sabia lidar com aquilo. Eu tenho apenas vinte dois anos, Elle.

Uma revelação. Não tão espetacular assim, mas agora a moça saberia algo que Pão com manteiga não sabia. A diferença rala de três anos de idade entre um e outro. Não que aquilo significasse tanta coisa, entretanto, para alguns isso era algo questionável e importante.

O dragon slayer ouvia seu convite. Tão farto e cheio de oportunidades que daquilo traria a ambos. Mal sabiam seu futuro, mas Krayvhuz alvejou com seus olhos, o corpo farto de Michelle. Bonita e estonteante, que sentimentos eram aqueles que mexiam com seu semblante? Uma figura feminina, que a pouco que conhecia, parecia vazia e sem rotina. Mas as silhuetas daquela postura, traziam certa fartura. Nem parecia que estaria lidando com a casa, essa que era grande e bem escalonada. Embora ela fosse forte e destemida, ainda sim não parecia que conseguiria ou deveria fazer tudo sozinha.

Sem muito o que dizer e sem como a interromper, apenas aceitar e entrar. O portão se abria e o mago adentraria. O jardim formoso e bonito, remetia anos de ouro daquele convívio. Apesar de precisar de um jardineiro, ainda sim não deixava de ser um lugar bem agradável. Krayvhuz ia seguindo Elle, que teria convidado a entrar na casa, mesmo com a faxina a terminar. O grandalhão ia adentrando, tomando cuidado para não bater a cabeça no alto da porta. Estatura além do normal, sempre fora um problema em casas urbanas, mas está era de uma antiga família morta, que capital possuíam quando tudo eles construíram. Então nada mais simples, que a costumeira ou viciante abaixadinha de cabeça restante. A casa por dentro, era deslumbrante. Nunca teria visto tantas coleções artes antes reunidas. Não saberia o valor de cada um, era um ignorante, mas apreciava como um verdadeiro atuante. Contudo, apesar de toda riqueza e elegância que a casa demonstrava, a quietude e o ar de depressão, era grande. Pão gostava do silêncio. Entretanto, aquele silêncio o desagradava. Era como o silêncio de um funeral, mal sabendo que ali teria sido um local de terror e desolação para Elle. E em meio a tristeza que sentia ao estar ali, Pão com manteiga não conseguia conter seu olhar e dizer. Mas não antes de terminar de ouvir o que Elle teria a falar. A jovem tramava a fugir. Não, se ausentar dali. Não era parecia mais haver proposito em Magnólia para a garota, seu passado conturbado, lhe trazia apenas um amargo na boca. O dragon slayer refletia o que ela dizia, e imaginava o que ela poderia fazer. A cidade em que estavam, não era o foco, de lá ela precisava partir. Ainda sem uma solução, o mago apenas finalmente emitiu um talvez, não tão agradável comentário, por acabar trazendo lembranças horríveis e coisas a fio.

Essa casa...

O homem tomava a frente de Elle, e seu pescoço virava, vira e mexe. Procurava todas as entradas e saídas. Janelas e portas, mas ao acha-las, descobriu um grande erro da garota. As janelas todas fechadas e as lâmpadas eram fracas. Limpar a casa sem uma brisa, tornava o ar com cheiro de nauseabundo.

Precisa de luz.

O dragon slayer abria seus braços. Pareciam asas nebulosas de um grande dragão vivo. De costas para Elle, ela poderia observar a postura imponente que o mesmo fazia, para uma simples mal brisa. Talvez fosse como um anjo na terra, mas era apenas um grande alerta. E sem mais o que esperar, Pão moveu mais uma vez seus braços para se encontrar. As palma das mãos se juntavam e um grande eco era avassalado. Com o som retraído, o efeito era surgido. O mago se tornava um epicentro, e o ar se alastrava por todo recinto. Portas e janelas vibravam, e cada tremedeira delas, já era notável o resultado que haveria por aquelas brechas. Em um grande surto, tudo se abriu, como em um filme de terror quando o monstro surgiu. Contudo, a única presença ali, era dos raios de sol que a tudo consumiu. Não haveria razão para tanta limpeza, se o sol não entrasse e arrasasse com bactérias e outras sujeiras. Os Ácaros morreriam, e com a luz um novo ambiente surgiriam. O rapaz se virou, e olhando aos arredores, apenas comentou.

Mamãe sempre dizia. Nunca limpe a casa sem ter uma brisa. Meio caminho foi dado, e agora Pão se entregava ao trabalho. Como posso ajuda-la a limpar a casa?

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Postado em Qua Ago 29, 2018 8:39 pm

Os lamentos de anos, entre os perdidos anos, lacrados ao corpo frio por intenções torpes e desejos fulos, maculados pelo ímpio, de ascenções inerentes aos cujos. Quisera vítima ser eu, não a dona que em todos sonhos se perdeu.

Ventanias não sopram tempos difíceis, brisas leves e suaves desníveis, o braço e a abraço do oblívio e desníveis, o soar da voz de alguém que faz-se o ar e a presença do honrar. Elle, outrora Michelle, inexistente K ou Davis, apenas com um nome em seus dizeres, o recorde da gratidão, nublada pela infíma solidão.

- Gratidão não pode ser feita ou comprada deliberadamente, gestos sutis, o ar de um amanhã que transcendo no timbre de sua voz, estas coisas que ouvia outrora em minha irmã. Obrigada.

Decerto o incerto me tomara, não sabia se compreenderia, tomara, que o canto entre tantos outros timbres, o lamento lírico de minha alma fúnebre, do insucesso cínico, conte um pouco das alegria que dormem ao leito de meu âmago.

- Eu preciso mesmo me reerguer em outro lugar, conhece, um lugar fora daqui, que eu consiga algo assim?
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Postado em Qui Ago 30, 2018 10:56 pm

A questão em questão, não ficava torpe. A moça apenas se impressionava com tantas indas e vindas loucas. O mago do dragão do céu não notava, mas Elle e Ele, começavam a voar em ventos siameses. Sem muito o que dizer e apenas a escutar, o jovem líder da fairy tail, apenas ficou a ponderar. Sua gratidão e imensidão, eram sinceras. Algo quase não visto, por um andarilho que andava as cegas.

Contudo... Contudo... Não saberia como refletir agora. A jovem mudava o assunto, e sua ajudava ficava inerce a espera. Porém, no limpo o jovem pão não podia deixa-la. Pensou e pensou, até encontrar uma resposta exata.

Hum... Recentemente conheci uma maga. Um tanto maluca e com ideias inovadoras. Vem causando certo impacto na guilda em que se tornou líder. As notícias vindas de lá, apenas crescem aos meus ouvidos. O dragon slayer dava um tempo para a garota pensar e processar. Mas logo voltou a falar. Eu lhe convidaria a se juntar a Fairy Tail, mas compreendo seu receio. Magnólia lhe trás lembranças de toda uma vida, e novas caras e lugares, é o que você precisa. Se realmente tiver vontade, pode seguir para Hargeon Town. Todavia, Pão com Manteiga em seu amago, não a queria tão indo tão cedo por aquela estrada fria. Ao menos não sozinha. Solicito, o mago não se continha. Se assim desejar, posso lhe fazer companhia. Adoro caminhar pelas estradas, que em outra vida eu permanecia.

Mas o rapaz não saberia se ela iria realmente ficar por lá ou sequer sair de cá. Mas ele se mantinha esperto a qualquer duvida que há. E a ansiedade só aumentava, com a questão impertinente de que ela iria se mandar. Seja qual fosse a decisão, Pão somente iria apoiar.

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