Fairy Tail Eternum
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Postado em Sab Ago 18, 2018 3:50 pm

Pão com manteiga estaria retornado de uma missão das mais perigosas que teria feito desde que entrou para a Fairy Tail. Fora uma missão para levar uma nobre garota até Era, uma cidade um pouco distante da qual o mago morava. Em seu rumo para Magnólia, começou ficar um pouco cansado de tanto andar, afinal teria ido para Era no conforto de uma carroça majestosa e luxuosa, afinal o cliente era rico e a filha mimada esbanjaria todo o seu glamour de uma forma ou de outra. O fato era, que Krayvhuz queria descansar e acabou por se sentar em uma árvore bem arejada que havia encontrado em seu caminho. Parecia um belo e gostoso lugar a ficar e descansar. Fora a sombra fresca, a árvore era também frutífera, ou seja, nela haviam amoras bem gostosas e maduras, prontas para serem degustadas e apreciadas por viajantes e moradores de Magnólia, que gostassem de comer coisas do tipo. Sem muitos problemas para coletar amoras, pois sua altura era formidável para essas ocasiões. Esticando seu enorme braço, quase tão longo quanto seu próprio corpo, Pão com manteiga pegava as frutas mais altas que podia alcançar, pois fazia isso por simples e pura consideração para com outros que passassem ali e quisessem aproveitar e comer também as amoras do pé de amora. E sendo ele maior em tamanho, poderia pegar aquela que ninguém ousaria ou conseguiria apanhar, e que obviamente iria cair de lá e se desmanchar no solo, apodrecendo no fim, preferiu fazer este método para aproveitar de forma geral os frutos da mesma.

O mago ia pegando mais e mais frutas e colocando em sua grande mão, que parecia mais uma bacia de tão grande que era. Ia colhendo e colhendo, e quanto mais pegava, mais ele ficava contente por estar ali. Assim que pegou grande parte das amoras do alto, o dragon slayer olhou para o chão e procurou o melhor lugar para se sentar. Escolheu a dedo o seu espaço e foi se encostando no tronco da amoreira mesmo, e relaxando os músculos das costas ao se encostar por ali, deixando a tensão ser liberada e relaxando maravilhosamente, enquanto comia uma, das dezenas de amoras que havia pegado do alto do pé de amora.

Enquanto ia se deliciando de amoras e descansando, não muito distante dali, um jovem rapaz parecia se aproximar do local por algum motivo. Era um campo aberto e isolado, e sem muito movimento, apesar que era uma estrada primaria de viajantes. O dragon slayer se questionava o que ele faria. Mas se manteve quieto e observador, apenas comendo e comendo suas amoras bem docinhas que tanto lhe agradava.

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Postado em Sab Ago 18, 2018 7:56 pm

Não sei o que colocar de título -q

Por ser um itinerante, o rapaz peregrinava por locais bastantes desconhecidos, talvez por algum objetivo ou por não saber, e provavelmente conhecer a localidade. Depois de sair de Era, o mago caminhava pela estrada principal, rumo à Magnolia, sem nem mesmo saber o que fazer por lá. Pelo menos tinha a esperança de achar algo para fazer nesta cidade. Já teria feito alguns dias de que ele teria começado sua viagem de Era para à cidade de Magnolia, sem nenhum descanso longo. Já estava na ora de pelo menos descansar um pouco, se continuasse, seu corpo talvez não aguentasse mais tanto esforço.

Procurando um local adequado para relaxar. Uma árvore seria um ótimo lugar, visto que também existia várias vegetações ao redor, mas o seu foco era uma que fosse grande, arejada e de boa aparência. Quando encontrou uma, estava ocupada por um homem enorme, de perto poderia ser maior ainda. Sem pensar muito, Elijah caminhou em direção à esta. A pessoa que estava próxima à árvore poderia notar a presença do rapaz que se aproximava, afinal, tinha mato por onde andava, era quase impossível fazer barulho no ritmo em que caminhava.

O gigante se alimentava dos belos frutos daquela amoreira. Uma das coisas que era notável, era que ele apenas pegava os maiores, por que não pegava os mais baixos? Seria ele uma pessoa que considerava os outros e que não queria que as mais altas não se estragassem quando caíssem? Se este fosse o caso, era uma boa concepção.

A uma distância de poucos metros, o rapaz pode realmente ver que era realmente um gigante, um porte físico fora do padrão humano. O olhar do grandão representava alguém sério, talvez não fosse possível conhecer todos os tipos de pessoa apenas em seus olhos. Mas apesar de que a sua atitude anterior mostrou um pouco de seu caráter. O rapaz com chifres na cabeça mostrava um olhar um pouco assustado, mas amigável. Não representando nenhuma ameaça. Com um pequeno sorriso em seu rosto, sem mostrar os dentes. Dirigiu as palavras ao desconhecido. – Yare yare. Desculpe incomodar o seu descanso, viajante. Queria saber se poderia me juntar a você neste descanso. Afinal, esta é uma bela árvore com bons frutos, não quero perder a chance de descansar aqui. – Não sabia ao certo se era realmente um viajante, mas ao julgar pelas suas vestes e o local onde estava, demonstrou saber ao menos o básico. Disse enquanto retirava uma manga de uma pequena bolsa que estava em sua cintura. – Quer uma? Tenho mais duas aqui. Se quiser, pode falar, não precisa ter vergonha. – Estendeu sua mão oferecendo o alimento, sem demonstrar qualquer tipo de maldade. Aproximou-se da árvore e subiu em um dos galhos, ficando à uma distância de aproximadamente dois metros do chão. Enquanto o som do vento e ficava olhando o horizonte da altura em que estava, por sorte não tinha folhas cobrindo sua visão. Degustando sua comida, ele ouvia as palavras do homem desconhecido que estava próximo. Até o momento não teria mostrado nenhum tipo de reação agressiva, esperava que realmente fosse um ser pacifico, e não só com a natureza. Sem demonstrar muito medo, o rapaz manteve-se ali. Era certo de que o que estava ali primeiro demonstrasse alguma intimidação em sua face, não que isso fosse de grande incomodo para Elijah.

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Postado em Seg Ago 27, 2018 12:05 pm

O garoto que a longe se via, não tardou em chegar e se aproximar de Pão com manteiga, que de suas frutas desfrutavas. Amigável e amistoso, o rapaz se demonstra respeitoso. Contudo, sem muitas formalidades, era um jovem e esbanjava de sua empatia natural em frente ao mago sentado, que das amoras, sujava os lábios e pelo cantinho da boca, podia se notar um leve deslize avermelhado. Sem muitos rodeios, o rapaz era reto e direto, colocava o que estavam em questão de modo pratico e sem enrolar. Era como Krayvhuz costumava atuar. De certo moto, era um ponto de bem qualificatório. Se um potencial amigo estivesse a existir, seria a primeira coisa que ambos iriam repartir. Todavia, logo após isso

Não há incomodo, rapaz. Essa é as ruas dos viajantes, se acomode como bem quiser. A sombra é fresca. E de fato é uma boa árvore. Grande e vigorosa. O que é incomum para amoreiras terem troncos fortes como este. Não sei como ela acabou ficando desse jeito, talvez seja a árvore mais velha de toda Magnólia.

Pão com manteiga não fazia a minima ideia de qual a história daquele pé de amore, mas especulava um pensamento fantasioso sobre a mesma, tentando dar mais credito a ela, do que de fato ela talvez merecia. Amane da natureza e respeitoso com a mesma, seria normal e bem natural o dragon slayer bajular tanto a amoreira. Em meio as palavras e fartas doces amoras, o jovem rapaz presenteava o grandalhão com mangas vindas de terras não tão exatas. Mas dentre três, uma era para Pão, que aceitava de ante mão. Embora recheado de amoras, com um corpo daquele, sempre caberia mais alguma coisa. Estendeu seu braço enorme e com educação, agradecia cordialmente.

Agradeço, jovem...?

Aquele era o momento em que Krayvhuz questionava a propriedade do rapaz, ou seja, seu nome. Enquanto isso, Pão com manteiga ia depositando suas amoras no colo, e ao pegar a manga, ia com a runha, fingindo que usaria a mesma, para cortar a casca, mas na verdade, usava do vento para criar uma leve lamina que ele ia fatiando a casca da fruta e abrindo uma especie de " tampa ". A manga agora mostrava seu amarelado bonito, de recém colhida. Parecia estar no auge para ficar de fato madura. Estava firme, bom para comer na salada do almoço e sem se sujar, caso degustasse como o mago faria no momento. Em meio ao primeiro cubinho que fatiava para si da manga, o grandalhão fez uma pergunta um tanto... Diferente e inusitada para o andarilho, que provavelmente ficaria intrigado ou curioso para tal questão.

caro viajante, por acaso teria sal?

Uma pergunta sem maldade e sincera, o que pareceria bem estranho vindo daquela forma. O brutamontes ia temperar realmente a manga?

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Postado em Sab Set 01, 2018 10:36 pm


  Apesar de grandalhão e demonstrar ter uma aparência não muito amigável, sua personalidade era totalmente oposto. Era o tipo de pessoa que era gentil e que era rejeitado por sua aparência. Aceitou calmamente a manga oferecida pelo rapaz, em um ato um pouco de desconfiança ou timidez. – É uma árvore firme mesmo, além de linda. – O monge desconhecido demonstrava saber um pouco sobre árvore, era bom conhecer mais sobre alguns tipos de plantas, sendo um andarilho. – Você conhece bastante, né? Sou um viajante, como pode ver, mas não conheço muito assim sobre as plantas, apenas gosto dela. – Falou enquanto se apoiava no tronco da árvore e subia para os galhos, quase igual a um macaco. – Não precisa agradecer, eu acho... – Não foi possível entender a mensagem ditas em outras palavras tão rapidamente, após alguns segundos o rapaz balançou as mãos para o lado e para o outro, mostrando nervosismo. – Aaahh, desculpe-me. Não tinha entendido. Me chamo Elijah, e você? – Terminou com um sorriso enquanto esperou a reposta do viajante.

De cima do galho, o rapaz observava o homem que estava com a manga em suas mãos. Tentou fazer um corte com os dentes, e ao perceber, o corte era limpo. O rapaz se surpreendeu até, que tipo de técnica era aquela? Será que seu dente era reto demais ou algo do tipo? Empolgado e com seus olhos brilhando, o rapaz indagou. – Uau, que corte limpo. Como você fez isso com os dentes? – A tampa estava em um formato corte totalmente horizontal, era de se admirar aquilo.

Já que estava em uma altura considerável, o rapaz pegava algumas amoras que estava na árvore, e que aparentava estarem boas o suficientes para serem comidas e foi comendo calmamente. No descanso de sua longa viagem era bom repousar um pouco e se alimentar, afinal, haveria muita trilha ainda para percorrer. Ouvindo a resposta do grandalhão, o rapaz olhava o horizonte enquanto se alimentava dos frutos da árvore...

Pouco tempo depois, foi dita uma pergunta ao rapaz. Sal? Para qual uso? Temperar a manga? Nunca teria ouvido falar disso, mas por ser um viajante um pouco preparado, o rapaz tirou um pequeno frasco de vidro que estava tampado. Neste recipiente continha uma pequena quantidade de sal, olhou para o recipiente e jogou para o monge. – Pega. Este é o único que eu tenho. Você irá usar sal para quê? – Ficou olhando calmamente o que o outro iria fazer com o sal, enquanto já terminava de comer todas as suas amoras. Bastante faminto, retirou a manga de sua sacola e começou a comer, novamente. Sua frutas recém-colhidas teriam acabado rapidamente, o que demonstrava sua gula. Apesar disso, ele não se sentia descontente por isso, ele não ligava tanto para o que pensavam dele.

Ficou esperando calmamente a resposta do homem.



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Postado em Ter Set 04, 2018 6:30 pm

O rapaz era pacifico como Pão com manteiga supunha que fosse. Caso ao contrário, seria apenas mais um maligno sujeito que escondia as verdadeiras aparências. Seja qual fosse a verdade que se escondia na alma e espírito do garoto, o dragon slayer não tinha motivos naquele instante para ser um mago caótico com o mesmo. Pelo contrário, fora gentil e lhe ajudou e deu dicas como um ex andarilho.

Bom... Fico feliz de encontrar um rapaz novo e destemido que explore esse vasto mundo, como um dia eu o fiz. Então eu lhe sugiro e indico, aprender o máximo possível sobre plantas e estradas, pois elas serão suas melhores amigas e companheiras de viagem. Saber identificar um bom local para descanso e seguro. Qual árvore tem bons frutos e que não contenham veneno ou frutas espinhosas por dentro. Enfim, existe uma infinidade de benefícios ser um viajante. Conhece muitos lugares e pessoas, e aprende novas culturas e culinárias. Apesar de eu não ser nenhum cozinheiro, consigo me virar bem com esses assuntos.

Enquanto isso o garoto ia subindo a árvore, se pendurando como um chipanzé no galho e escalando aos poucos o tronco. Era engraçado, porém o mago não esboçava sorriso. Apenas admirava quieto e mal encarado. RHul! Mas em meio a um galho e outro, ele se apresentava e eis que o grandalhão também o fazia.

Bom, er... Me chamam de Pão com manteiga.

Parecia estranho e gozado. Pão com manteiga? Da onde já se viu isso. O intrigante talvez, seria a história por trás disso ou seria apenas algo bem simples e nada complexo? Seja como fosse, Krayvhuz que agora teria sua manga e mantinha o corte com a unha de forma cirúrgica, ia descascando como ninguém, chegando a impressionar o rapaz, que questionava qual era o segredo por trás daquela destreza toda.

Hum... Aprendi com os monges a usar várias partes do corpo humano a serem úteis de maneiras extravagantes e fora da caixa. Digamos que é explorar a si mesmo em seu corpo e buscar novas formas e maneiras de ser e agir consigo e com os outros. E bem... Viajei muito também e vi muitas coisas diferentes que também me impressionaram. Então acabei por colecionar coisas incomuns para diversas regiões de Fiore.

Após sua resposta, o robusto mago, o pico de Magnólia e futuro líder da guilda fairy tail, ia passando as última filetagens de unhas na casca e abrindo quase por inteiro, deixando apenas três pontos circulares para manter uma pegada firme e sem sujar suas mãos e contaminar a fruta, apesar que não ligasse para esse tipo de coisa realmente, apenas era mais conveniente. O jovem viajante teria sim o sal e jogava o saleiro portátil para o mago, que apenas desembrulhava seu braço e catava com a imensa mão que possuía, a fechando imediatamente e aproximando do fruto, enquanto daria sua resposta.

Quando eu era criança e brincava com meus colegas de Shirotsume Town, uma cidade pequena e montanhosa, ao lado das rochas imensas. Nós crianças costumavamos explorar toda a cidade e os arredores da mesma, brincando e se divertindo. Era uma época muito boa e sem tanta tecnologia moderna dos tempos de hoje. As crianças saiam mais as ruas e se encontravam, o que permitia tais passeios e aventuras. E bom, em tantas indas e vindas, precisavamos comer em certa hora e as frutas dos pés da floresta, nós serviam de lanche e sobremesa. E em certa vez, brincamos com as mangas que trouxemos para casa e acabou que um menino mais atrapalhado esbarrou no saleiro e caiu um pouco na manga. Quando o jovem garoto foi experimentar, porque sua mãe não lhe deixou jogar comida fora, ele acabou gostando e descobrindo que manga verde com sal, ou até mesmo manga madura, seja como for. A mesma temperada com sal, fica muito gostosa e suculenta. Trazendo um gosto singular e único ao paladar. Ele acabou expressando expressamente sua alegria com o sabor e todos experimentaram. Desde então, os cidadãos da cidade de Shirotsume Town, aderiram ao costume de comer manga verde com sal. E foi ai que nasceu a expressão regional, famosa entre as mães, para falarem a seus filhos não comerem manga verde com febre. Alguma alteração nos fatos, mas hehe. É uma especie de mito que nasceu a partir desse costume.

Elijah não saberia, mas Pão com manteiga estaria contando a própria história de sua infância, quando com seu jeito desajeitado sem saber lidar direito ainda com seu tamanho desproporcional, mesmo na infância, ele acabou cometendo alguns deslizes e situações complicadas para si mesmo. Todavia, em alguns casos, como o da manga verde com sal, acabou se tornado algo diferente e peculiar de tão único que foi, que acabou tomando proporções enormes, devido a tal feito em certo momento de sua vida. O que era engraçado e marcava toda uma geração de crianças e famílias, que levariam tal cultura para frente naquela pequena cidade de Shirotsume Town, perdida em algum canto de Fiore. Era engraçado lembrar também do passado e de suas peripécias, pois um amago de gosto e sabores nostálgicos batia no corpo e alma do mago, que acabava sentindo saudades de casa e esboçando sem querer.

Verdade... Faz tempo que não volto para casa. Que saudade de minha querida mãe. Preciso visita-la a qualquer dia. Deve estar preocupada ou querendo saber de mim, pois nunca mais escrevi ou mandei uma carta sequer. Hihihi, ela vai ficar uma fera quando me ver de novo.

O mago falava rindo, algo que não combinava com sua estética. Mas apesar disso, era charmoso e admirável de uma forma que cativava até o mais assustado com seu jeito carrancudo de ser ou parecer ser. O amor e carinho que o grande mago da cidade de Magnólia, tinha por aquela que teria trago a este mundo, era evidente e bonito.

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Postado em Ter Set 04, 2018 11:19 pm


 Era um pouco engraçado ver o Pão falando, além de mostrar realmente seus sentimentos. Seu rosto que normalmente estava sério agora revelava um lado mais romântico, mostrando que ainda tem sentimentos e que é algo importante para ele. Sua expressão facial com um sorriso era algo engraçado, mas o rapaz não demonstrou isso, nem sequer pensou em rir. O ex-andarilho referia-se ao jovem como uma pessoa mais nova, particularmente, se fosse comparar o físico dos dois, era mais óbvio dizer que o homem gigante era mais velho, não só por seus traços faciais, mas sim pelo seu jeito de ser. Por ter uma mãe viva ainda, podia-se dizer que era algo relativamente novo. Mas sendo bastante direto, foi dito as apresentações. – E eu me chamo Elijah. É um prazer conhecê-lo. – Não sabia dizer o motivo de qual o nome dele era simplesmente uma comida com um tempero, era algo até para ser dito como uma piada, mas ele aparentava levar esse nome à sério, rir disso mostraria o quão ridículo o rapaz era, e além de uma ofensa ao homem, evitar uma briga era algo sábio a se fazer. Principalmente, porquê o monge aparentava ser alguém bastante vivido e que tinha muitas experiências para passar ao jovem mago, quase como um mestre, ou até mesmo um velho que conversava com um garoto. Um pouco contraditório, mas mesmo sem saber, Elijah era um pouco mais velho que Pão.

- Agradeço a dica. Tentarei entender mais sobre as plantas. É algo que realmente me deixa interessado, poderia dizer que eu amo a mãe natureza, sabe. Ela é linda e única, não existe nada igual. – No término da frase aumentei o meu tom de voz e abri os braços e inclinei um pouco de meu tronco para trás, deixando-o mais solto e maior. Voltando ao contato visual dos dois, ouvia atentamente o que era me contado. Não imaginava que iria me encontrar com monge tão cedo, e sinceramente, é algo interessante, aprender a utilizar mais de seu corpo, de uma forma mais evoluída. Monges em livros eram pessoas referidas com poderes que não eram magias, apenas utilizavam algo que era além dos limites humanos, é de deixar qualquer pessoa impressionada e curiosa. Era a resposta do corte tão limpo feito anteriormente, talvez me interesse e tente seguir um treinamento monge, algum dia, talvez. Além de que o grandão demonstrava ser alguém bastante vivido e que conhecia várias outras culturas. O rapaz era um andarilho há algum tempo, vagando por lugares vazios, abandonados, mágicos e entre outros... Ele aprendeu bastante coisa, mas ouvindo o que lhe era dito, era perceptível que tinha muita coisa ainda para aprender.

Fiquei vendo qual seria o uso do sal no qual teria dado a última poção, era realmente usado para temperar a manga. Me senti um pouco perdido naquele momento, não entendi o significado daquilo, provavelmente fosse usado em uma cultura não muito conhecida, o que provava que teria andado por várias terras e que tinha bastante conhecimento sobre isso. Uma história era contada e ouvida atentamente, apesar de longa era engraçada, até que causava aquele pequeno sono, mas ao ouvir o final da piada soltei um pequeno sorriso. – Uma história interessante e engraçada, confesso. Pode ser uma ótima combinação mesmo, manga e sal... Algum dia preciso experimentar... – Terminei a fala olhando para o horizonte enquanto me lembrava um pouco de minha infância, apenas pela história da manga e pelo laço de mãe e filho existente nele. Maioria das relações de famílias eram felizes, principalmente em livros, fui muito ingênuo em acreditar que isso fosse verdade... O meu por exemplo, foi infeliz, por minha parte, fui expulso de casa por motivos bestas, e então por sorte, encontrei uma pessoa que pudesse me ajudar quando eu estava necessitado. Só uma coisa que me preocupava um pouco, minha irmãzinha... Como ela deveria estar agora? Provavelmente nos seus 16 anos, será que ela estava estudando? Isso não importa por agora, talvez ela nem lembre mais de seu irmão.

Um pouco distraído o rapaz voltou ao normal e balançou sua cabeça para os lados, para esquecer esse pensamento. Infelizmente o assunto era tocado por Pão, pelo menos ele tinha uma mãe que se importava com ele, isso deixava o rapaz um pouco contente. – Sabe, Pão... Fico feliz por você ter uma mãe que se importa com você... A minha posso dizer que não é bem assim... Fui expulso de casa por comportamentos um pouco incomuns, quando eu era criança fui bastante energético, um trocadilho hehe... – Fez um pequeno trocadilho com sua magia, mas não era algo que fosse ser entendido por alguém que não o conhecia, apesar disso, ignorou o fato e continuou sua triste história. – E infelizmente acabei por dizer algo “engraçado” e fui expulso de casa por isso. É uma história tristemente engraçada. Só uma coisa que me preocupa hoje em dia é minha irmã... Como será que ela está naquela casa? Tenho vontade de fazer uma visita, mas tenho medo... É algo não muito visto por andarilhos, mas até mesmo os mais bravos sentem medo, acho que já se sentiu assim. Mas enfim... Por sorte, encontrei uma pessoa que cuidou de mim, vejo ele como um pai. – Disse olhando para baixo e balançando os pés para frente e para trás. Mas não deixei aquilo me incomodar, levantei o rosto com um grande sorriso. – Não é algo que vai me deixar pra baixo AAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!!!!!... – Um grande grito ecoou pelo local, um grito de bravura, apenas para retirar toda tristeza do rapaz, uma técnica ensinada pelo seu mestre há tempos atrás. – Afinal, você disse que já foi um andarilho... Por qual motivo diz isso? Pertence a alguma guilda ou algo do tipo? – Apesar de parecer um pouco mal educado, fiz a pergunta bastante curioso enquanto permanecia sentado no galho da árvore, observando todo o horizonte. Com um olhar um pouco arrependido olhei para Pão. – Foi mal por querer ser tão curioso hehe... Um pequeno defeito meu. – Cocei minha nuca e fiquei pacientemente esperando a resposta.


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Postado em Ter Set 25, 2018 1:40 am

O grande Pão com Manteiga que se mantinha ali, comendo sua manga temperada com sal, ouvia o jovem se apresentar também. Seu nome? Elijah. Sem sobrenome ou qualquer outro tipo de junção com sei lá... Nome composto, por exemplo. Sei já lá qual for o restante do nome do jovem viajante, o fato de saber o nome de alguém e poder conversa, conhecendo-a melhor, era saboroso de se aproveitar tal momento com pessoas distintas e inéditas na vida de qualquer um, principalmente na de Pão com Manteiga.

Elijah-Kun desu ka? Falou mansamente ao coçar o queixo e pensar um pouco a respeito, soando em tom de questionamento, porém afirmando tal frase. Não a dique... É sempre bom poder estar preparado e aprender o máximo possível sobre o que se encontra durante os N ' s caminhos que percorremos durante essas estradas sem fim. Uma flor solitária que vive no canteiro da trilha desafortunada, já pode ser a garantia de um estomago cheio. Ao menos que ela seja envenenada. Fazia uma piada no fim.

O que chamou a atenção do robusto mago da Fairy Tail, era o comentário humilde e simples, mas forte e grandioso ao citar e falar tão bem da natureza, como se ele tivesse alguma ligação com a mesma que fomentasse todo aquele carinho com a flora e a fauna.

Sabias palavras, jovem Elijah. Julgava o garoto ser mais novo, sem que percebesse, apenas por causa do tamanho do rapaz. De fato ela é magnífica e tudo que contém na mesma, é puro e maravilhoso. Devemos respeita-la e trata-la como se fossemos nossa casa ou alguém que amamos. Mesmo embora exista aqueles que não tem alguém para amar ou um lar para ficar, ainda sim ter a sabedoria e noção de como apreciar a natureza, é essencial para a vida. Um dia espero achar novas coisas extraordinárias em Fiore, que humano algum jamais tenha visto ou qualquer outra raça, como os demônios e e feras humanas, chamadas de belesti... Não sei como são chamados na verdade, perdoe-me. Todavia, receio que tenha entendido meu ponto, certo? A natureza é única e devemos preserva-la, sendo o melhor amigo intimimo possível, pois tenha em mente que ela irá lhe recompensar, mesmo não fazendo isso por qualquer mérito ou beneficios que possa vir a ter.

O rapaz subia no pé de árvore perfeitamente. Vasculhava alguns galhos mais abaixo e ia colhendo suas próprias amoras. Elas estavam ali belas e resplandecente, ao brilho da luz solar, para que todos as vissem e aproveitassem de seu doce sabor gostoso. Em meio a galhos e outros, com o sal jogado para Pão com manteiga e a intrigante cena da manga temperada, não restou duvidas quanto a curiosidade de Elijah e aquele ato, que vindo do desconhecido, trazia atona certezas de outra cultura. Quem saber seria apenas uma loucura? Pão cessava o mastigar na hora. Erguia um pouco o queixo. Seus ombros contraiam e soa voz grave soava novamente.

Como assim algum dia? Não se deixa o desejo do agora, para o amanhã, pois esse dia pode nunca chegar, e se tornará apenas uma lembrança vaga em sua memória, de que certa vez teve a oportunidade de fazer algo totalmente diferente e incomum da sua realidade, e que por mais que tivesse a ânsia de aproveitar aquela chance única e singular, a deixou escapar de suas mãos e nunca terá tal história para contar. O mago falava com firmeza na voz. Parecia saber o que dizia, mesmo sendo novo. Em outras palavras, não devemos deixar para depois, o que podemos fazer agora. Tome aqui, lhe darei um pedaço e se gostar, poderá repetir futuramente ou ao menos sentir saudades do sabor indescritível que sentiu um dia em que parecia ser apenas mais uma caminhada em uma estrada isolada e encontrou um desconhecido que comia manga temperada.

O grande Pão com manteiga, falava tudo aquilo, enquanto cortava uma tira de manga bem rígida. A manga era madura e perfeita. Estava firme para não ser uma manga muito molenga, comum entra os frutos que ficavam amadurecidas por demais, e amoleciam muito, devido a isso. E no caso da manga em especial, ficava bem melequenta, pois sua formação possuía suas próprias diretrizes que a tornavam ela daquela forma tão peculiar e saborosa. Com o corte feito através do vento, sem que o rapaz pudesse ver ao relento do alto da árvore, o pedaço estava pronto e algumas pitadas de sal foram esfareladas por cima, deixando a manga salgada a gosto, mas não muito para torna-la um sabor absurdo. Era o perfeito equilíbrio entre o doce e o salgado. Terminado o ato, Krayvhuz balançou seu braço, erguendo de forma esticada, que acredite ou não, alcançava o raio que o parta.

Agora experimente. Será algo inovador. Se não gostar, não jogue fora e devolva o pedaço restante. Eu comeria com muita vontade.

Afirmava o dragon slayer, que agora já mordiscava outro pedaço da manga amarelada e temperada. O sabor era indescritível para ele, que aproveitava para salgar as amoras também e descobrir novos sabores e ver se a combinação daria certo com a mesma. Quem sabe fosse um novo dia de criatividade na mesa daquela natureza ? Pão com manteiga aguardava a resposta. Se mantinha aposto caso ele não quisesse mais e ergueria o braço novamente. COntudo, em meio as palavras do jovem e o degustar de um novo paladar para ambos, era a vez de Elijah falar mais sobre si mesmo e contar um pouco de sua vida, que logo pão com manteiga saberia que era um pequeno trecho de um conto de tristeza e solidão, que de alguma maneira, o bondoso pão, esperava descalejar aquelas magoas tão cravadas em seu coração. Como seria, ele não fazia a mínima noção.

He He he... Compreendo que as vezes sejamos um tanto travessos demais. Eu acho que era mais calmo e quieto em minha infância e talvez por isso nunca dei motivos para ser chutado de casa. Porém, acredito que apesar de todas as magoas e agressões, todas as mães ainda sentem orgulho de seus filhos. Por pior que pareça ou seja lá o que aconteça com suas crias, elas devem manter o pensamento em seus filhos perdidos pelo mundo ou não. Algumas talvez não sabem lidar com as sutilezas e peculiaridades de cada pessoa, e o resultado seja esse que aconteceu em sua vida. Tenho certeza que depois de muito tempo fora de casa, quando você retornar e ela te ver como um homem feito, carregando suas próprias responsabilidades com sua própria força, ela se surpreenderá e te abraçará como jamais houve um dia. Gosto de imaginar que essas coisas aconteçam e pregar que o bem prevalece. Brigas ocorrem, mas não podemos deixar que o rancor apodreça toda uma vida de amor e aconchego. Uma breve pausa para respirar e mastigar e tornar a falar. Sua irmã de fato pode estar lhe esperando. Sinceramente eu concedo minha companhia para ir até sua querida irmãzinha. Ela deve sentir saudades e sabe lá deus, o que anda acontecendo em sua cidade. Se seu coração esta preso em pensamentos sobre ela, acredito que deva partir o mais rápido possível. Eu nunca tive irmãos nem nada do tipo e minha mãe disse que meu futuro é comprometido e cheios de mistérios. Não faço a mínima sobre todos esses incrédulos. Todavia, eu penso a respeito e acho que um dia descobrirei como um mago verdadeiro. Sua irmã lhe aguarda, devia ir o mais rápido que se possa nessa estrada. O assunto mudava para um certo sujeito. Desconhecido para pão e sem nenhum pretexto. Entretanto, pão com manteiga também teria sua opinião a respeito e sobre ela, ele colocou novamente seu "dedo". Tu admiras tanto o sujeito em questão, devia dar uma passada em seu lar, antes que seja uma viaja longa em vão. Sabendo por onde trilhar e chegar, poderá caminhar até seu coração. Assim como eu, também devo retornar a meu lar, para ver minha amada mãe e poder abraça-la. Recentemente aconteceu tantas coisas, nas quais queria conta-la, mas os afazeres são demasiados, que impedem minha trama. Já você é livre e sem muitos afazeres, devia aproveitar sua liberdade, assim como Pão com manteiga aproveitou a dele.

Em meio aos suspiros, Elijah contornava seus sentimentos e emoções com um grande rugido. Pão com manteiga teria sido surpreendido, desencostando da madeira e olhando via tronco em direção ao vibrar de seus gritos. Estaria ele lá, parado e algoz em seu confronto contra pensamentos tortos e desbalançantes. Era sua forma de vibrar e jogar tudo para fora. Não entupir suas artérias emotivas de tantos infortúnios. O grande mago admirava seu estilo, era feroz e sem jeito. Uma alma boa talvez, com muitos pesares carregando em seus ombros por sua vez.

A conversa mudava de rumo, parava de ser sobre Elijah, e retornava ao imenso dragon slayer que em seu leito, permanecia quieto, terminando de comer sua manga, como um inseto. Os dias de andarilho de Krayvhuz, trazia lhe muitas lembranças e memórias. Boas e ruins, e das quais ele mais gostava. Eram tantos lugares viajados, que não podia contar qual era a melhor parte. Seu único e simples desejo antigamente, era passear e conhecer novos segredos.

Como posso dizer... Sim. Eu era um andarilho. Comecei minha caminha logo muito cedo, ainda nem 18 anos tinha. Era jovem demais e perambulava por tudo que era lugar de meu reino. Eu diria seu nome, porém as pessoas não sabem chegar até lá e até mesmo acreditam que nem exista. Então fica ai a dica de um novo enigma. Pão com manteiga deixava uma intrigante volta ao mapa que o rapaz poderia fazer, buscando encontrar tal cidade por puro lazer. Com minha partida, encontrei muitas coisas, até mesmo algo que me surpreendeu bastante, mas que foi só coisa boa. Depois de tanto tempo naquele local, senti que devia seguir em frente mais uma vez e assim o fiz. Caminhei e caminhei, percorrendo cada canto de meu pais e explorando Fiore por tantos lugares, que mal lembro seus nomes. E em meio a tantas indas e vindas, encontrei um certo alguém chamado, monge Gyatsu. Meu guia e amigo espiritual. Foi meu grande professor e mestre, me ensinando muita coisa da qual Pão nunca se esquece. O mago tinha mania de falar sobre si mesmo na 3 ° pessoal e o jovem garoto, mais velho que Pão com manteiga, podia notar isso. Era estranho e engraçado, mas legal e divertido. Ele me viu e sentiu curiosidade sobre mim. Não compreendo ou entendo o que ele viu, mas com um convite, eu o segui até seu recanto de ying yang. Lá tive clareza e respostas sobre muita coisa e com isso meus dois anos dedicado ao monastério, teve absoluta certeza de que eu não sairia por pouca besteira. Fiquei lá por 2 anos, até sentir que era hora novamente de continuar minha busca por algo não trivial ou certo em meus pensamentos. Isso me trouxe até Magnólia, que me fez acabar conhecendo meu melhor amigo Joe, que de alguma forma, me meti dentro da Fairy Tail e quando vi, era um mago de respeito. Agora estou entre as fadas de Magnólia, servindo como posso e trazendo o melhor para a guilda. Mas sinto saudades da estrada e talvez eu volte um dia. Minha sorte é que como mago, viajo muito e descubro novos lugares. Ajudar pessoas e andar por ai, se tornou a união do útil ao agradável. Meio conveniente, não acha? Pão se virava para o rapaz na pergunta e logo se voltava para frente novamente ao ouvir sua resposta. E recentemente ganhei novos trabalhos e afazeres na guilda fairy tail. Isso tem tomando muito meu tempo e quase não respiro. Mas gosto muito do que faço e aprendi a ter respeito por essa vida. Em meio ao final de tudo que dirá, novas palavras ele concluirá. E não se preocupe. Faz tempo que não converso bastante. Na verdade eu sempre estou sozinho e muitos tem medo de mim por razões que não tem fim. Desconheço quase todas, mas dominei essa parte meio dispersa de mim e não causo tanta comoção como antes. Em suma e resumo, sua curiosidade é normal e neutra. Me agrada um pouco alguém ter certeza que gostaria de saber algo de mim. Afinal, sou como todos os seres dessa terra. Fraco e com passagem só de ida. Um dia todos deixaremos este mundo e nele novas cabeça surgiram e reinaram. O que será de mim nesse tempão? Deixo que o mundo e o destino me pregue essa peça, pois eu sei lidar e lidarei com essas tramoias da vida com a delicadeza e destreza de um cirurgião a quem tanto se preza.

Humildes e feliz, era Pão com manteiga em sua diretriz. Sem anseios ou medos, tendo força de um nobre para suportar qualquer holofote. Era maneiro em seu jeito de ser e pacifico como devia se manter. Porém, de fraco e sem nome, Krayvhuz estava longe de ser, pois do reino de Crocus, ele aguardava um dia se tornar ser o rei daquelas terras. Mesmo não sabendo, ainda era filho bastardo do rei que engravidou sua mãe e que nada soube desde então. Se não em um palácio de ouro e demais riquezas, o jovem Pão com manteiga esbaldaria-se em cerveja. Com tantos criados e todo um reino, que tipo de desfecho o mago do reino traria? Essa é uma resposta que apenas o destino responderia.

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