Fairy Tail Eternum
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[Treino] Perícias - uma gatinha estudiosa

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Postado em Qua Ago 15, 2018 8:10 am








Treino de Acrobacia


S
empre é tempo de um novo trema, levo esse lema comigo para que a cada novo dia possa buscar um novo avanço e poder que flua em mim e que com este, possa defender aqueles que me são importantes e meus companheiros de guilda como nunca tinha protegido no dia anterior. Meu hábito de treinar as quatro da matina não se perdera e também não se perdera minha busca por agilidade e controle de meu corpo, porém, diferente do que antes fazia para treinar minha velocidade bruta neste fatídico dia busco uma especialização, correr somente não basta, quero mais, busco a capacidade de alcançar lugares mais altos e habilidades ainda mais expressivas. Em um parque em meio a areia da praia tenho meu lugar de prática desejado, respirando calmamente e fitando o horizonte ensolarado, para então praticar minha habilidade já nata em acrobacias para aprimorá-la a patamares ainda maiores do que os que agora ostento comigo. Precisa ser uma mestre deste aspecto... não, uma grã mestre em atos acrobatas é o meu destino que buscarei.

Tomo algum ar em um longo suspiro, olhando as barras que são usadas normalmente como brinquedos ou, como lugares para street workout e começo uma corrida em sua direção para atos que aproximam-se ao parkour que minha acrobacia me permite adotar, minhas patas inferiores tocando cada estrutura saltando de um lado para outro, em saltos e impulsos trabalhando minha força de impulsão, elasticidade e velocidade implícitas nas poderosas arrancadas que efetuava com certa dificuldade, visto minha habilidade ainda não muito expressiva no âmbito que era apenas o suficiente para que uma queda fosse evitada.

Cada passo uma dificuldade até que logo começaria a cansar, era apenas o primeiro passo de uma longa jornada que eu ainda insistiria em prosseguir e evoluir a novos patamares, com os pulmões cheios de ar e logo vazios, ofegante, caída a areia ansiosa por continuar tentando, porém, isto ficaria para outra oportunidade.

2/4 --------------------------------------------------------------------------

Em tudo podia-se superar uma limitação que antes havia, era nisso que acreditava, não deixaria de lado nem a chance de experimentar tal e nem a presença da maga passageira seria ignorada. O que eu tinha é seu cheiro, conseguia notar de onde vinha sem muita dificuldade e preparo minhas patas para o impulso regrando minha respiração. Não era tão divergente em velocidade de outros de minha espécie que evoluíssem aquele nível dentro do que eu acreditava e tampouco seria mais rápida que uma humana aquela altura, mas, possuía patas fortes e propensão para trabalhar essa vertente de minhas habilidades. Sábia a maga que pode reposicionar-se ao belprazer para continuar a distância, mobilidade era importante para todos.

- Bem, já vou mordomo-sama!

Arrancava ao máximo, dentre o ambiente fechado de ar inerte meus pelos deitavam com o vento criando a sensação de ainda mais potência. Para o homem cujo poder me era inimaginável, era suposto que eu parecia uma lesma trocando os primeiros passos, mas, para mim minhas limitações e correntes iam quebrando-se aos poucos a cada passo em direção a maga. Seria breve e intensa, como tinha de ser, uma felina não especializa-se em longas jornadas, mas, em um bote único e voraz, era isso que desejava espelhando-me em Lily, minha prima mais ágil, apesar de mais lenta em solo que eu.

Os sons dos passos seriam pouco audíveis, amortecidos pelas almofadas em minhas paras, apenas minha respiração ecoava pelos corredores do lugar enquanto aproximava-me do que seria a cozinha, ofegante e vibrante, pela energia da caminhada apoiando-me a parede da entrada para tomar um ar antes de minha entrada triunfal, meu corpo ainda tomado por toda intensidade enquanto minhas patas vibravam intensamente sobre o solo, quase como se "amasse pão", como se ainda estivesse correndo mesmo parada até que por fim, sentia-me confiante para entrar ali.

3/4 ----------------------------------------------------

Não seria mais a maga fundo de quintal que era antes, estudando em livros velhos incerta se usaria ou não as coisas que aprendia e lia. Agora tornei-me de fato uma maga reconhecida, ao menos, por ser líder da guilda e as pessoas dali que acolhiam-me e sendo isto considerado, precisava fazer por onde para todo este voto de confiança em mim fosse recompensado pelos meus resultados.

Precisava treinar, ainda mais que os outros e ainda mais que ontem a cada dia. Não por acaso afirmo isso, sou uma Exceed e sei as limitações que isto me emprega, ser pequena pode até possuir suas vantagens mas no geral estou um passo atrás dos demais em amplos quesitos e se desejo equivaler-me a eles em poder o mínimo que posso fazer é treinar e treinar cada vez mais. Além disso, para ser respeitada por humana mesmo não sendo uma deles teria de ser ainda mais do simplesmente poderosa, o suficiente para que não conseguissem me negar.

Lembro-me por alto enquanto aqueço minhas pequenas pernas do mago mister Sailor Moon que fora o primeiro que confiara em mim enquanto abaixo-me em uma espécie de alongamento ainda que eu seja naturalmente bem flexível, extensões breves e alguns saltinhos para que possa exigir o ápice de minha capacidade tornando-me cada vez mais ágil, mesmo sem o auxílio de minhas asas.

Uma rota de percurso aos arredores da guilda em algumas vielas que detinham vários obstáculos, dentre eles alguns realmente difíceis de superar para alguém sem estatura como paredes, mas, não tão complicado para mim que possuía certa predisposição para estes percursos, sendo justamente por isso um enfoque de minha jornada aprimorar ainda mais o que já é um ponto forte em mim(acrobata).

Passo atrás de passo, sobre duas patas correndo velozmente, não o suficiente para ser algo a admirar-se, mas, o suficiente para que o vento deitasse meus pelos negros contra meu corpo e os obstáculos aproximar-sem de forma rápida de mim. Caixotes pelo caminho e barris que eu seguia pulando por cima destes ou esquivando lateralmente enquanto o maior obstáculo de fato aproximava-se.

Passos mais espaçados antecedem a reta final preparando-me para uma corrida horizontal e salto através da parede, inclinando-me um pouco lanço contra a parede a minha destra desviando ainda de uma pilha de lixo que estava ali antes da parede, impulsionando-me contra sua adjacente e saltando por cima do obstáculo em um último fôlego e força. Centímetros separavam-me do choque contra a mesma e fim de minha corrida, transpassando e pousando a outra margem em segurança, satisfeita com o resultado.

4/4 -------------------------------------------------------

Ainda me lembro dos dias em que acabara de sair da casa da minha primeira humana que consigo lembrar-me, não fora fácil e de maneira rápida precisei aprender a virar-me, construir a mim mesma uma Exceed mais poderosa e escorregadia capaz de sobreviver no mundo torpe em que mesma fora confinada. Não tinha conhecimento se estaria já em Hargeon, mas, também não lembro-me ao certo em qual local estaria. Nunca atentei-me a isso.

Em um beco qualquer, onde havia algum alimento que, ainda que de péssima qualidade e procedência, me manteve viva por algum tempo, foi onde pratiquei e pratiquei cada vez mais para que meu corpo respondesse aos meus comandos, para que minhas patas tornassem-se ligeiras e meus pelos lisos. Paredes não podiam tornar-se obstáculos de minhas fugas, desvios não podiam ser para mim reduções de minha velocidade máxima.

Inspirava-me em peças de circo ou em praticantes de esportes sobre concreto com o parkour, corria toda manhã naquele beco de uma lado a outro, no solo ou nas paredes, oscilando entre picos de distâncias moderadas contínuas, até piques curtos e constantemente alternados em suas direções. Manhã após manhã meus pelos encharcados pelo suor, sem pausa, focada em minha sobrevivência a priori, e posteriormente, em minha ascensão como maga. Não podia jogar fora todo estudo que tivera.

A comida ali tornava-se escassa e então, juntaria minhas últimas forças para o último e decisivo treino, uma bate e volta do início até o fim daquele beco que chamei de casa por um tempo, finalmente exilando-me do local e abrindo meu peito para uma nova vida. Minhas patas em arranque iniciavam tudo de maneira intensa, ar que escapa em respiração ofegante, patas inferiores que correm, saltam e destinam os próximos passos que deveria dar.

Meus olhos vermelho vivo sempre atentos, até que por fim e enfim chegava a parede que delimitava iniciando minha corrida de volta, parecia mais acostumada conforme corria com os movimentos, mais veloz e a saída cada vez mais aproximava-se. Saltava rápida entre uma grande lixeira e outro, através dos barris e caixote por vezes dando passos sobre a parede, usando-a para minha locomoção até que o vislumbre refletido no rubro era o externo dali. Eu estava pronto, eu podia sentir.

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Postado em Qua Set 12, 2018 1:40 pm

Blood Moons

Forja - Aprendiz
A busca de um novo conhecimento pode ser algo de fato intrigante, para mim, sedenta e curiosa como sou, quase um deleite irresistível de buscar e aprender cada vez mais. Passeando por uma das bibliotecas de Hargen li algo sobre uma arte conhecida como forja, a arte de produzir objetos a partir de metal.

Isso não limitava-se apenas a coisas simples, como por exemplo utensílios de lar, como panelas, talheres, como também poderia fazer coisas complexas dentro do âmbito como móveis e afins, e, além disso, dentro do que mais me chamaria a atenção, seria possível construir, confeccionar armas do zero. Era de fato algo instigante.

A noite correria comigo lendo os livros velhos e me sentindo cada vez mais envolvida, tinha uma certa relação também com a química que tanto apreciava e de um certo modo, as duas poderiam combinar-se muito bem, dentro de minha mente várias coisas iam se juntando, se formando e reformulando.

Uma mente criativa, instigada por meios externos alça voos mais altos que pode imaginar-se, de fato, algo quase irrefreável, eu estava tomada pela curiosidade de ir atrás de eventos cada vez maiores. Quando me dei por mim, estava com o sol tocando minha face sobre a grande mesa de madeira, adormecida em meio aos conhecimentos que buscava.

⅖-------------------------------------------------

Outro dia começava dali, tomada pela curiosidade e sede que havia desenvolvido outro dia, não conseguia apenas ficar parada, senão, ir atrás de algo ou de alguém que pudesse me ajudar com aquilo e me ensinar mais a respeito. Não conseguia resistir a vontade de aprender sobre aquilo e viver um pouco daquilo e de sua arte, afinal, quão interessante poderia ter a possibilidade de construir as armas de minha guilda e família, assim como suas armaduras e escudos, protegê-los e dar-lhe forças, mesmo quando já não mais estiver perto e deixar todo um legado para trás, este era sim o meu objetivo.

- Mas onde posso conseguir isso…

Andaria pelas ruas perguntando de local em local onde encontraria algum ferreiro que pudesse me ensinar um pouco de seu ofício e ajudar-me a aprimorar, para um nível pelo menos em que consiga fazer algo, nem que seja um canivete que alguns tem lá e ainda tem a audácia de chamar de espada, lá, no bolso seus pervertidos.

Loco acharia um que poderia ser meu sensei, tinha boas relações com a guilda por sorte e dizer que eu era a mestre era o bastante para que ele se dispusesse a me ensinar sem nenhuma cobrança, financeira ao menos, porque o dia que passava-se ali era a ferro e fogo, literalmente e aliteralmente, sem que muito fosse feito se não ajudá-lo em trabalhos sem fim, a maioria, coisas simples como utensílios.

⅗-----------------------------------------------------------------------

Um outro dia que me levantaria cedo em procura de mais aprendizado, sempre fiel aos meus estudos e dedicada a manter-me em desenvolvimento absoluto, meu ar de sempre, como em outrora que dia a dia me levantava para minhas caminhadas matinais e busca por mais velocidade, agora busco o conhecimento para aprimorar no seu lugar minha capacidade para a confecção de armas.

Lembro-me um pouco de Halri Deijin, o homem com quem cresci e reencontrei, um dos mais, se não o mais habilidoso desta área com quem já tive contato, também eu por fim trilhava este caminho, buscando um desempenho que quem sabe, pudesse orgulhar mesmo ele de meus feitos. Sim, eu gostaria disso, será que de fato as coisas correram tão bem?

Eu apenas continuava concedendo o auxílio que eu podia para o ferreiro local o qual ajudava enquanto buscava algum conhecimento, começando a pensar que, no fim, quem realmente estava trabalhando de graça naquele lugar era eu e não ele.

- Fui tapeada

Ferro fundido para aqui e pra lá e aquele calor infernal, que eu resistia afinco em meu pelo que tornava-se úmido aos poucos com aquela sensação. Limpo minha testa, serviço que segue. Não é isso vai atrapalhar meu avanço.

⅘-------------------------------------------------------------

Manhã após manhã, eu gosto assim, um treino dedicado atrás de um avanço que possa ser o mais breve o possível para o lucro de minha casa, os cavalos alados azuis, Blue Pegasus, e , é claro, não me rendendo a hipocrisia da gentileza injustificada, também para meu próprio benefício e lucro. Seria isso a minha ambição e sede pelos negócios que antes possuía? Não sabia ao certo, o que sabia é que toda manhã estava ali cedo, antes do horário marcado a porta daquela oficina de forja para continuar o bom trabalho e aprender ainda mais a respeito daquele assunto para quem sabe um dia, ser uma das referências, senão o maior nome na indústria bélica dentro de fiore. Sonhar nunca é alto de mais.

Começo a realmente meter a mão na massa de forma mais independente, ou, deveria dizer no aço? Não seria de todo relevante, certo? O que importava mesmo era que, aos poucos de minhas patas, entre moldes e marteladas começava a surgir de fato as armas, as espadas que eu almejava fazer, as adagas, as armaduras.

É evidente, que, tudo que eu fazia ali era inteiramente monitorado pelo dono do local e logo posto a venda de acordo com o que era pedido pelos clientes, ali, éramos apenas produtores por encomenda, mas, só isso também já tinha uma certa emoção em produzir e fazer abrindo margens para oportunidades únicas.

Complete---------------------------------------------

Minha ultima primeira vez, onde de nenhuma experiência passaria a ser de fato alguém que entende como produzir e mexer com ferro e aço, como construir, ainda que as coisas mais básicas daquele aprendizado que poderia almejar, seria o começo de meu avanço rumo ao desconhecido e a força de impulsionar os demais que tanto almejo residia naquele ato. Meus passos até o local são mais firmes e decididos que os de outros dias.

Me esperem, esse é um dia novo para uma nova etapa, senhores grão-mestres de algo, eu também o serei, apesar de seguir um caminho bem diferente que os destas pessoas, estes indivíduos grandiosos que só pensam em estratégia e intimidação.

Entro no local logo me posicionando, empolgada, seria minha primeira manufatura completamente sozinha do local, uma espada simples, porém, me era confiada sem nenhum opinar do proprietário, ele confiava que eu era capaz. Bem, era coisa bem simplória também em vista as mais complicadas.

Logo começaria, o som do martelo próprio sobre o aço fundido, incandescente, as vestes pesadas para evitar queimaduras e o vapor em meu rosto. Era interessante até, a sensação daquele ato em que concentro-me e continuo até logo tudo finda-se, entregando a lâmina já fria e recebendo o olhar de aprovação do mestre. Tudo foi bem.



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Postado em Qui Set 13, 2018 1:20 pm

Blood Moons

Forja - Novato
Seria evidente que apenas aquilo não poderia satisfazer alguém como eu, um avanço raso que mal permitiria que eu pudesse de fato mostrar algo, eu queria mais, queria conhecimento o suficiente para impressionar minha maior inspiração da área, Halri Deijin, fazê-lo se orgulhar de meus avanços para com aquilo, tornar-me da garotinha que apenas pulava a sua volta e tinha como função convencer os transeuntes e clientes a comprar sempre mais e conhecer dos produtos do mestre de forja hábil. Agora não limitava-me mais a estes padrões, ia além, podia produzir coisas ainda que não chegasse perto dele e com meu esforço que apenas iniciava-se, esperava melhorar ainda mais com aquilo e tornar-me uma ferreira, uma produtoras de armas e itens bélicos que mesmo ele pudesse orgulhar-se em chamar de parceira de profissão. Mesmo sem saber que talvez seu foco no momento fosse outro bem distinto.

Passos lentos mas firmes, novamente caminho até o local de meu atual ofício e treino, onde agora, desejo me mestrar nos versos do aquele ofício a partir da minha função que agora era a confecção de armas leves e objetos de cozinha, não mais era apenas uma ajudante que só servia para passar isso daqui para lá, ou aquilo dali pra cá, eu era a fazer algo e homem podia até aceitar alguns clientes a mais me passando estes serviços. É, explorada de novo, mas não importa.

O objeto do dia era algo simples de fato, apenas uma pequena adaga, sem muitos desenhos nem nada que chamam atenção a tal item, porém, isto não tira o esmero com que a produzi me concentrando, a cada curva e manufatura da lâmina, lembrando um pouco a que carrego comigo, como uma lâmina de ponta que serve para estoque mas que também ajude com cortes em deslize da lâmina.

2/4 -------------------------------------------------------------------

Quem acorda pelas manhãs e cedo desperta para alçar novos objetivos, também é aquela que mais cedo estará a cerca de seus objetivos, alçando voos maiores ainda que minhas asas sejam pequenas, sempre dedicada e lutando afinco por meus ideais, pois ainda que meus passos sejam menores, se usá-los na direção certa, com o ímpeto certo e com a vontade certa, então, quem sabe, um dia consiga ser um ícone de orgulho para meu povo em Hargeon e para minha guilda Blue Pegasus, consiga ser de fato uma lenda mágica dentro de Fiore e quem sabe até fora dessa, este é o sonho dos objetivos que procuro alcançar, com minhas mão cerradas e uma determinação que não pode ser abalado por ninguém e nenhum temor.

Novamente chego as portas daquela manufatura de produtos a base de metal, em geral e na maioria ferro, mas, para pessoas com maior requinte e desejos, assim como necessidades e disposição para pagar, também, mais metais poderiam ser oferecidos, como por exemplo, aço, níquel, e até, quem sabe pelas vontades que o mesmo tem, coisas mais, bem, de mais valor, como prata, ouro e até para aqueles que gostam de ostentar com o valor de seus itens, ou, que precisem de itens que não oxidem ou deixem resíduos por completo, platina. Era interessante ver metais por ali que eu via mais em outra área de meus estudos que era a química.

A arma daquele dia, a qual fazia apenas um acompanhamento, era um desses metais a estar envolvidos, eu não participaria de forma direta, apenas um auxílio pelo valor e risco de erro da manipulação em ouro para uma das famílias nobres que estava desejando, criando no âmbito de um machado vários detalhes em ouro sobre o aço fundido, mostrando um item deveras belo que logo era entregue. Serviço concluído.

¾ ------------------------------------------------------------------

Um dia após o outro levantar da cama estava deveras instigante, avançar em meus conhecimentos, pensar no bem e avanço da guilda enquanto também me treinava em minhas habilidades, bem, eu deveria dizer que gostava daquilo, de sentir como se cada dia fosse um complemento do dia anterior, a energia que praticar e construir possui consigo nestes dias, me tirando do tédio de uma prática única, sempre atrás de poder, para, atrás de uma arte, que ainda que também sirva para o engrandecimento de meu poderio, não seja apenas focado nisso e no meu avanço individual, com mestre, considero para mim o meu papel e responsabilidade como o engrandecimento da minha guilda e daqueles que me cercam e não somente a mim, como o meu objetivo, fazer dos cavalos azuis a maior dentre todas as famílias deste universo, assim como também, a mais poderosa na face desta fiore. Para isso sou capaz de abrir mão e fechar mão de tudo que é para mim de importância, para que o que seja de importância para eles não seja perdido.

- Mais um dia de trabalho, bem, estou animada de todo modo.

Caminho entrando pela porta, dia de correria com muitos serviços simultâneos acontecendo em todo lado de forma que não me sobra muitas saídas se não já entrar por aquele lugar no ritmo, não deixando espaço para preguiça e sempre intensa como também o homem que me ensina, não sendo de costume meu me afastar de um desafio, mas, não sendo de costume meu a pressa daquele serviço e entrega. Entendia um pouco porque o chapeleiro não gostava quando o enchia de serviços e tínhamos dificuldades com prazos, de fato, aquilo era algo a se considerar, sentindo apenas quando é na minha pele o quão complicado era aquela situação de aperto. Ouvir um “se acostume garotinha” não me confortava muito, e quem é garotinha afinal? Halri não queria se acostumar, eu também não, qualidade melhor que quantidade, mas, a verdade é que tudo seguia ali naquele ritmo corrido até o fim do dia.

4/4 ----------------------------------------------------------

Era o último dia de mais uma etapa e eu não poderia estar mais animada, por que, você pode perguntar e eu respondo caro leitor, o serviço que me fôra contado na noite anterior para aquele dia era a confecção de uma adaga muito próxima a que um certo alguém havia me prometido e criá-la eu mesma tinha uma certa emoção diferente, qual o objeto, pode ser sua pergunta caso não seja o promissor que promete e não cumpre, senhor Halri, é uma adaga com uma pedra cravejada sobre si, diferente do que antes seria mas, ainda bem parecida e como uma boa produtora de armas que consegue hackear o universo, com palavras que se solidificam estava até disposta a presentear quem a levaria com uma pedra não simples como aquela que seria posta ali, mas, trocá-la por um diamante lapidado no lugar que teria muito mais valor, ainda que, não avisasse quem a levaria sobre isso, e, não seria tão mais valor assim por seu um diamante puro, ou, um diamante cru como poderia ser chamado.

Entraria empolgada pela porta, antes mesmo de o dono chegar e de o sol fazer-se presente, sendo me concedida por ele a chave do local em voto de confiança e para deixar-me praticar, faria tudo de modo rápido e ágil, dentro de minhas capacidades que evoluíam no dia a dia ali. O processo inicial sendo bem simples, afinal, de começo nara era mais do que uma adaga e só posteriormente poderia cravar nesta a pedra em questão, no cabo da mesma próximo a lâmina onde não atrapalha a empunhadura.

Logo chegava o ato, escrevendo no ar a palavra em questão diamond, lapidando uma parte de forma ágil e a dispondo ali sobre o local, a colocaria sobre o resfriamento para que pudesse ser dada a cliente que logo chegava cedo, buscando o objeto muito contente e aferindo que a pedra tinha um brilho incomum, mas, claro que eu não diria nada do que tinha feito.

- Foi feita com muito amor.



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Postado em Sex Set 14, 2018 1:31 pm

Blood Moons

Forja - Sênior
Outro dia e outro desafio, depois daqueles dias fatídicos em que passei praticando ali, muito me era acrescentado de conhecimento, um respiro e alívio de meus afazeres tão caóticos como maga e ainda assim, algo que me trás de maneira mais íntima ao avanço e desempenho destes, tomando um ar e minha caminhada em direção aquele local, confiante de que mesmo nestes momentos em que me ausento a guilda está segura, protegida por aqueles que são de minha confiança, seja os de fato responsabilizados pela administração e guarda local, a garota elétrica Ichigo, o sério e centrado Knov que é responsável também pela coordenação desse time recém formado e também a ousada e ativa Sheele, são todos pilares de confiança, além de, é claro, vale ressaltar todos os demais membros que fazem da guilda o que ela é, será que Nie e Alice se orgulhariam dos meus feitos, eles têm sido como braços direitos para mim este tempo que estive aqui.

Fecho meus punhos e abro a porta, os cumprimentos já parecem rotina, ao todo três funcionários, o dono eu e mais um que também ajudava e confeccionava, outro no caminho para tornar-se em algum momento um ferreiro independente. Seu nome era Bochus, um nome tão estranho que encaixava bem para o brutamontes desajeitado, nas bancadas de atendimento e criação dali, visto os homens de bom porte, as pessoas de fora sequer me viam do lado de dentro, o que podia ter seus lados bons e ruins, tinha paz enquanto seguia meus trabalhos enquanto quem chega os chamava mais para fazer pedidos ou perguntas, pouco eu atendia.

Minha parte aquele dia envolvia duas armas, o que, bem, já diferia de outros dias quando eu mal fazia uma arma, depois uma, agora por dia era imbuída de duas. Digo armas, mas, nem sempre o eram, na verdade, a minoria seria, mas, era o que eu fazia que mais me interessa abordar e contar aos leitores que aqui veem, um machado e bem, uma panela, era o que faria ali. O machado tinha algo em peculiar, parte de si seria de madeira e já vinha pronto de outro local para mim, o que eu precisaria confeccionar, era a sua lâmina na extremidade, com toques do martelo exercitando a precisão para fazer mesmo de um item sim, um item único. Logo terminaria aquilo entregando para o cliente. A panela, você pode perguntar, bem, não cabe precisar contar mas foi entregue, a parte chata a gente não conta.

⅔ ------------------------------------------------------

Mais um dia de serviço estaria prestes a iniciar, levanto pensando que, não fazia muito tempo, eu era apenas uma sonhadora com o assunto que agora versava em partes e progredindo, não sendo mais uma aprendiz, exercendo de fato e aos poucos também deixando os passos que trilhei como apenas novata da área, caminhando passo a passo para tornar-me uma sênior em indústria de forja, levanto-me, vestindo uma roupa apenas temporária que no local em si será trocada para uma apropriada para o serviço, tomo o ar que preciso, e começo minha caminhada. No caminho, pego um sorvete, tomando um pouco pensando que talvez o melhor fosse fazer na volta, para tirar o calor traz para o corpo, mas, estaria uma delícia indo até o local, também.

Logo chego no lugar abrindo a porta, vendo vários relatórios de serviços a fazer na parede aonde nós escolhemos o que e quando fazer, porém, algo atípico seria o que tornaria mais trabalhoso, o outro estagiário local, o grandalhão Bochus, teria se ausentado, estando só eu e o dono do local presentes com serviços para três e mais pedidos chegando, era hora de por a mão na massa. Impressionava-me observar a desenvoltura do mestre, pegando mais serviços que eu e me mostrando que sua agilidade era algo que o mesmo escondia, afinal, como uma arte bela e uma dança magnífica o mesmo fazia seus atos de forja trazendo brilho aos meus olhos e admiração.

Eu não podia ficar para trás, com apenas um quarto de todo o serviço local, ao menos isso eu precisava entregar, tirava os olhos do mesmo por mais que desejasse ver e observar cada detalhe para aprender com ele, para, aprender de fato na prática, com a mão na massa. A correria estava instaurado, o metal que fundia de um lado do cenário enquanto modelava o outro em uma parte completamente distinta, o som do metal e de seus impactos, tanto meus quanto do mestre, tudo em concomitância fazendo até mais barulho simultâneo que em três ali, as respirações ofegantes e o meu corpo ainda mais suado que o normal pelo calor ali, também pela correria, me faziam sentir falta do sorvete, além do banho que antes tomei.

Não havia tempo entre preparo e confecção, entre atendimento e entrega, porém, aquilo também era uma boa prática para mim continuar avançando naquele trilho de ação como uma estudante de sua forja.

3/3 -----------------------------------------------

O último dia de mais uma etapa de meus avanços traria consigo mais surpresas, afinal, avançar também era tomar responsabilidades. Em meus passos para lá não podia imaginar nenhuma dificuldade, de fato, afinal, dentre os dias anteriores em que ficamos só eu e o mestre conseguimos na verdade deixar muitos serviços adiantados e aquele em questão era pra ser um dia comum, um qualquer em que nós estaríamos curtindo mais o serviço do que nos preocupando, com a volta do estagiário, que, posteriormente ficamos sabendo que havia adoecido e na correria com uma aceita de serviços mais limitada e com prazos mais longínquos, tudo seria tranquilo e não poderia dar errado, certo? Não, podia sim.

Quando eu entrava não via a imagem mais comum, que era a do dono sempre por ali salvo quando eu chegava extremamente cedo, o que aquele dia não era o caso, eu havia chegado em um horário até bem em cima pelo conforto, o outro estagiário, Bochus, inclusive já estava ali a porta esperando alguém para abrir. O faria apesar da não chegada do mestre, abrindo a loja e entrando ali, o meu parceiro parecia nervoso e nenhum sinal de chegada, mesmo que o tempo de abertura já estivesse sendo ultrapassado.

Não havia jeito, era hora de chamar a responsabilidade, tomar a frente e evoluir, não era como se tomar a responsabilidade e a frente fosse uma surpresa para mim ou algo que se mostrasse novidade, eu já era líder de uma guilda, uma das grandes em fiore que representava a glória do país, ainda assim, aquele era um cenário um pouco ainda recente para mim que aos poucos eu desbravo e domino, preciso ter calma, pensamento frio e lógico.

Bochus parece muito nervoso, então de todo modo começo mais tranquila já pegando alguns trabalhos para começar a desenvolver, o mais simples e rápida que posso ser, depois dos últimos eventos sem o estagiário que retornava, eu estava bem mais afiada e confiante, me inspirava no próprio chefe ausente e sua postura firme para seguir e ser assim para com o rapaz, de porte muito maior que o meu, bem, não que isso seja algo difícil. Por sorte como antes fôra dito por mim mesmo nesse relato em pensamento, muita coisa havia sido adiantada e nada complexo estava ali.

De um lado a outro prosseguimos fazendo o possível, atendendo de maneira comum e com prazos um pouco maiores para itens que fogem de nossas capacidades. Podia sentir um olhar dele, que devia se assemelhar em uma escala menor do que eu também fazia com o mestre antes, este por sinal, sem sinal até o momento, na verdade, sem sinal até o fim mas mesmo sem ele prosseguimos, já conseguia ser o bastante para conduzir.



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Postado em Seg Set 17, 2018 2:28 pm

Blood Moons

Forja - Mestre
Os dias de aprendiz já haviam ficado em um passado um tanto quanto distante, eu já era uma gata ferreira experiente na área e a cada dia queria avançar mais, não me satisfazendo com a apatia de para e não progredir. Levanto-me bem cedo pela manhã quando o sol ainda nem se faz presente, tomo um banho matinal como de costume e me ponho a caminhar pelas ruas de Hargeon, em meio aos pensamentos de como as coisas mudaram. Até outros dias era uma completa turista aqui, não pensando além quando morava, mas, somente nos que as pessoas sabem de mim, agora sou a mestre da guilda que mais chama a atenção na cidade e posteriormente, ao menos no que estou praticando para, também serei reconhecida pelos meus talentos como ferreira nesta cidade, me especializando na confecção de arma que é o que prefiro fazer, seja para armas leves mais de meu uso como adagas, como também seria para armas pesadas, as duas também pensando nos interesses da guilda como um todo para nossos avanços.

Chego ali onde estaria sendo minha prática curiosa por quem seria a nova pessoa que estaria trabalhando ali, afinal, o estudante da área que antes conheci já tinha terminado as lições que desejava e alguém novo estaria no lugar para ajudar, eu por outro lado queria ir além daquilo, só cessaria minha jornada quando de fato estivesse no nível do mestre, não, isto também não era verdade, simplesmente não acredito em limites que possam limitar meus avanços, seguindo firme minha jornada naquele âmbito.

Meus olhos gostam do que veem algumas horas depois, a priori sozinha dentro dali trabalhando fazendo as armas as quais conversado de forma prévia foram deixadas mais para mim, já que não gosto de fazer utensílios apesar de conhecer o processo e os métodos de confecção também, já era hora e o mestre tinha total confiança de que eu era plenamente capacitada para aquilo. A nova ferreira júnior chegava, o evento que me agradou em questão, seu nome era Yukina, ruiva, formas belas e fortes, tinha exatamente o perfil para a área um pouco em contraste comigo, mas, gostava principalmente por ser mais uma garota e alguém centrada, chegando cedo também, já iniciando algum trabalho aqui e ali, organizando e me ajudando no que eu precisava.

Quando o mestre em si chegava se deparava conosco já a toda, seu sorriso me dizia que havia gostado disso e boa parte do trabalho já estava adiantada, de forma que ela podia deslocar-se cessando o auxílio focado em mim para o atendimento enquanto nós continuamos confeccionando e buscando o fim mais rápido, aquele dia sozinho rendia o trabalho de uma semana, em ritmo forçado dos três, por sorte, visto que vários pedidos continuavam chegando e nos ocupando daqueles novos feitios também, apesar de serem do dia, alguns pedidos por serem simples eram adiantados, entendia isso depois de trabalhar um tempo ali, em ênfase também porque mesmo a novata podia fazê-los e não requer a atenção de alguém especializado para que fique pronto.

2/2 ---------------------------------------------------------------------------

Já fazia algum tempo desde a mudança de ares ali naquela oficina metalúrgica e desta forma também, além da amizade com o mestre em evidência, eu tive bastante a oportunidade de conversar com Yukina, fazer fofocas sobre Bochus e outras coisas, a mesma não queria ser maga então não detinha o interesse em em entrar em uma guilda, então meus convites para a mesma geralmente eram negados veemente pela mesma, mas, quem sabe um dia ela não vinha até ali, ela afirmava para mim que desejava usar sua iron make para outros propósitos mesclando com a habilidade de forja mais refinada para o trabalho daquele âmbito, de fato, era muito útil aquilo e a forma com que ela conseguia fazer as coisas, isto também justifica sua facilidade com o metal, isso porque desde sua magia a mesma já é íntima com o material e com a confecção a partir dele.

Chegando logo começamos o trabalho, como os dias estavam um pouco mais tranquilos e o serviço também estava adiantado o mestre havia resolvido tirar um tempo para um descanso e ficar com a família, não o julgo, isto é muito importante, e, graças a isso o ambiente ficou um pouco a nossa responsabilidade, não pretendo frustrar essa expectativa de forma alguma, logo seguindo para a execução e chegando cedo após a caminhada matinal com minha parceira laboral. Sempre cedo para adiantar o que der antes de abrirmos a recepção de fato para que um a mais não faça tanta falta.

Yukina se foca um pouco mais no atendimento, o que me permite conduzir de forma mais intensa a parte de produção, correndo de um lado a outro, começando um projeto enquanto outro já está em andamento. Isso até lembra um pouco os dias em que fiquei sozinha com Bochus, em uma escala um pouco menor em vista que ali foi de surpresa e sem o planejamento, ainda que estivessemos adiantados, as coisas ficaram bem complicadas e eu ainda era apenas uma novata tentando brilhar no mundo da forja, hoje sou bem mais segura para fazer o meu papel e ainda coordenar Yukina, como uma mestra daquela área de fato o deve fazer.

Adiantando o meu lado e realizando as confecções mais complexas, que aquele dia não resumiam-se apenas a armas, como também um utensílio de laboratório que exigia certa precisão e também manipulação de ouro que a pedido do mestre foi destinado mais a mim que já lhe era de confiança e mestre da guilda que o mesmo admira, estar livre me permitiu deixar Yukina um pouco para confeccionar também, eu me destinando ao atendimento, ficando ali recebendo os pedidos e cotando os valores, com um olho no peixe e outro no gato, sempre atenta ao que a mulher estaria fazendo, guiando-a para que não ocorram erros, devo dizer como uma mestra de novo? Creio que não precise me repetir.

Por fim o dia de expediente acabava e logo poderíamos descansar de um longo dia de trabalho, dispensava Yukina, dava alguns últimos retoques e organizava ali, fechando a loja e partindo junto a ela que já havia se trocado, outro dia teria mais.



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Postado em Ter Set 18, 2018 3:46 pm

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Death

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Postado em Ter Set 18, 2018 8:28 pm

Blood Moons

Forja - Grã-mestra - Forja de Item(Dominik)
Mais um dia de uma longa jornada, não o último, mas, os anúncios de um conhecimento que concede a honra de tornar-me tão hábil quanto o mestre que me conduziu ali, não seria de meu feitio agora apenas a busca de algo simples. Meu desejo ia mais longe do que podia pensar, sento-me as margens da calçada apoiando minhas costas contra um dos postes de metal daquela rua, apenas a lua banhando os caminhos de pedra do local aonde a oficina se encontra e aguardando Yukina para colocá-la para dentro e também garantir que mesmo chegando cedo assim não corra nenhum risco na rua sem movimento, naquela hora tão breve da madrugada que os bares mais agitados ainda ostentam suas mesas movimentadas.

Logo ela chega e começamos a adiantar os projetos que precisamos fazer, deixando algum espaço na agenda para uma confecção própria que selaria o meu avanço de conhecimento. Não seria muito, mas, estava empolgada e era inegável pensar mais a respeito daquilo a cada momento, caminhando de um lado para o outro, veloz e ativa, mais rápida que outros dias e cada vez mais precisa, coisas que antes pareciam desafios tornam-se simples e um dia que antes quase não rendiam parecem semanas de trabalhos quando vistos os resultados, me pego alegre ao mesmo tempo que um pouco melancólica, preenchida pela nostalgia e a ciência de que este avanço também representaria o fim para mim ali e uma despedida de Yukina e o mestre, assim como Bochus, minha hora de partir vinha chegando e então, bem, seria a vez de Yukina fazer fofocas com sua ou seu novato que venha a fazer seus estudos aqui.

Caminho na direção da mesma quando esta tem uma dificuldade, a esta altura breves interrupções já nem atrasam mais os desfechos de meus serviços, pega sobre seu braço, mostro-a como fazer, lecionando como uma mestra, acho que disse isso em algum momento antes e em partes, isso está na verdade errado, não como uma mestra o faria, mas, como um grã-mestra que aos poucos se aproximava da verdade para mim e era nisso que buscava, não apresso e nem faço para a mesma, apenas passo meu conhecimento e logo a mesma está na trilha e no caminho certo criando a partir de suas próprias mãos, não os utensílios que antes fazia mas armas como eu já estive alcançando também. Uma espada que possui em comum algo com o que eu também pretendia fazer, porém, eu, objetivo a criação de algo um pouco mais a minha cara, ou quem sabe, deveria dizer que mais o meu tamanho?

Leria o projeto sentado ao lado de uma chapa quente, tinha a ciência do tempo de fusão do metal ali mesmo sem olhá-lo pelo costume e isso me abria tempo para dar uma olhado no projeto que faria no outro dia para me sacramentar na área, inteiramente desenvolvido por mim, seria uma adaga que mesclaria um pouco do estilo persa e japonês, focada em arremesso, como uma ampola para veneno no seu cabo, toda em metal, com uma lâmina com dois gumes pequenos acoplados, isto com duas intenções, causar dano pelo tempo de duas razões, uma em seu veneno e outra em um sangramento difícil de estancar.

Maravilhada com aquilo mas ainda em trabalho normal, seguia fazendo as coisas que tinha de fazer com um sorriso no rosto, de fato, aquilo era agradável e ainda mais que isso, tinha o êxito que queria terminando todas encomendas de forma ágil e abrindo o espaço para que me foque em meu projeto deixando o resto para Yukina no que se seguia.

2/2 ---------------------------------------------------------

Estaria empolgada aquela manhã, seria o dia em que finalmente depois de uma semana de trabalho tudo estaria tranquilo e livre e eu poderia confeccionar o meu próprio projeto, provar-me uma grã-mestra da área e seguir adiante em um caminho mais solitário daquele percurso. A partir dali, tornando-me dentro de castas o ápice do meio, buscando apenas me destacar ainda dentre aqueles que alcançaram aquele patamar, sorrio, tomo um ar, saio caminhando por aquelas noites escuros sentindo o vento contra minha face, tudo estava leve, o sabor de conseguir em minha boca.

Abriria a porta chegando, não esperaria Yukina desta vez que faria seu turno normal, apenas eu, os equipamentos que me cercam e uso para fundir o aço, o metal em si que vai compor minha pequena adaga, cujo antes dita em sua arquitetura mescla traços orientais e persas, assim como também dentro de seus traços emerge feitios de ambas culturas, o gume letal asiático junto ao domínios de armas tóxicas e veneno que provém da demais, com o hábito de domar serpentes.

Assim, começo logo a fazer o objeto carregado de detalhes, som a som, em um processo não condizente com a delicadeza que o resultado final transparece, moldando as curvas do cabo assim como a bolsa, o pequeno espaço que tem ali para armazenar o líquido letal que faz a arma assumir seu caráter tão letal, assim como também o formato arredondado de contrabalanceamento, que serve para deixar o arremesso mais firme e efetivo, como um disparo preciso que perfura e espalha uma das cargas do veneno ali dentro.

Do cabo detalhado cheio de desenhos o próximo passo era o gume que também iria requerer bastante esforço e atenção, uma certa dose de atenção e perfeccionismo, visto que era uma lâmina bem complexa com quatro gumes dispostos na mesma, dois bem menores verticais que servem para agravar os sangramentos criados pela invasão das demais, aumentando a vazão de sangue que obtêm-se e os outros dois sendo os principais que são também os que vão aplicar o dano da arma, além de servir para bloquear algum eventual ataque venha sobre mim posteriormente, aparando com essa parte da lâmina, ou até quem sabe cortando com a arma lateralmente, isso não importa muito, continuo a produzindo com esmero e dedicada.

O metal vermelho sobre a compressas, pegos sobre o garfo com o aparato adequado, tem uma certa magia nesse feito, uma emoção que eu não conseguia descrever bem, uma nostalgia talvez, depois de passar tanto tempo trabalhando com aquilo ali que quase tornava-se uma certa rotina que já me habituava, ao mesmo tempo, também uma satisfação em progredir, sempre fazendo coisas pros outros conforme projeto de outros, agora, estava criando algo meu, algo que de fato projetei do inicio e então criei a partir do metal, minha arte estaria envolvida ali, banhada naquele metal e o metal banhado nela, as coisas iam tomando forma conforme eu entendia e queria sem a pressão de acertar o que outra pessoa quer e apenas focando em fazer da adaga a melhor possível.

Yukina já estaria chegando quando estava mais perto de terminar, as coisas se delongavam um pouco devido a todas as formas que eram empregadas, perdia algum tempo criando e moldando aquela arma com certo esmero, sempre concentrada e com certo ânimo. Yukina percebia e assumia sosinha os primeiros serviços abrindo algum tempo para que eu continuasse trabalhando, sempre com esmero deixando a arma já pronta esfriando. Admiraria o resultado, minha primeira arma feita para mim e por mim, projetada de fato por mim, a arremessaria contra uma placa de metal que era perfurada mostrando o resultado satisfatório de balanço e qualidade. Uma última polida e estaria satisfeita.

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Postado em Qua Set 19, 2018 12:51 pm

Blood Moons

Química-Novata
Não conseguia ficar parada, algo de mim sempre tinha sede por procurar mais, aprender mais e me aprimorar na arte do conhecimento, seja ele qual for. Não é assim com minha própria magia que uso, tornando-me uma maga de solid script, a magia de quem aprecia a arte de estudar e imaginar, limitada apenas pelo número de palavras e conhecimento de sua usuária, assim também estaria com as restantes áreas de minha vida prática, dando sequência ao âmbito da forja que antes havia sido disposto de meu foco.

O que decido agora empregar é algo que antes já teria sido de meu convívio, mergulhada entre os livros daquela biblioteca, a mesma da qual tornei-me maga, ali também aprendi sobre a química, por curiosidade, o que devia aprender para sair a partir do básico e criar algumas magias com o conteúdo que ali estava disposto. Não seria química também a matéria dos preguiçosos?

Novamente eu estaria a cargo daqueles estudos, na biblioteca pública da cidade me envolvendo de vários livros daquele âmbito, folheando um a um, lendo os detalhes e me maravilhando, revendo conceitos e me preparando para embarcar nessa nova aventura de conhecimento, só precisava de um ambiente para praticar, afinal, qual a graça de apenas ler, certo? Queria ver acontecer as coisas que os livros me contavam quando me abriam a este mundo não tão novo para mim, mas, que sempre tinha algo que eu ainda não tinha visto e tido contato para me surpreender e me fazer ficar ainda mais apaixonada com este foco de estudo.

O dia faz-se noite naquele lugar, sempre centrada e determinada a conseguir cada vez mais, para que quando a prática em si chegue não seja para mim uma falta de conhecimento que me atrapalhe de forma alguma nenhuma das coisas e possa evoluir de forma fluida e perpicaz.

2/4 ------------------------------------------------------

Um outro momento, um outro dia, assim como antes também fiz enquanto meu estudo era a forja, e, me lembrando em um dos livros que tinha lido que poderia usar aquele conhecimento também nesta outra área de ação em que antes treinava, com uma certa saudade de Yukina e do mestre de forja dali também, decido, por que não, fazer uma visita a estes para uma prática agora voltada para outro assunto que não a condução e molde do metal ali, pelo menos, não diretamente como antes faria. Entraria por aquela porta como já não fazia a um certo tempo, com um sorriso no rosto e cumprimentando ambos com um abraço, o serviço ali continuava um tanto quanto corrido como o de costume, uma nova pessoa já me substituía naquele cenário também, um humano, Alecto era seu nome, um tanto quanto nervoso e com um clima diferente de Yukina, ou, de mim.

Conversaria com o mestre e este, de forma gentil abriria mais uma vez espaço para que possa fazer a residência por ali, me especializando mais direcionada a parte metalúrgica da química e desenvolvendo meios de aprimorar os procedimentos ali, além é claro, do refino do metal e aumento de certas propriedades deste de acordo com a demanda que possuírem, não faria tudo ali, mas, uma boa parte seria feito em certos dias, enquanto outros procuraria demais áreas do amplo meio de estudo para que possa dominar por completo também a química, assim como também com a forja o fiz.

Acompanho de perto fazendo análises e relatórios de cada coisa por ali, procurando entender as carências e as necessidades antes de agir de fato, calma, as vezes ajudando até no processo errada ao qual eu já era mais que habituada, quando via os novatos com dificuldade e recebendo bronca, já que era a vez deles de estudar aquilo e a minha de estudar a química.

¾ ------------------------------------------

Mais uma vez acordo cedo para ir até aquele local e ajudar com os processos químicos envolvidos, não tanto quanto antes, afinal, eu preciso que os próprios ferreiros estejam lá para que eu possa trabalhar também, assim, antes do sol sair pelas ruas de Hargeon até o calçado de pedra junto de ambos os novatos com quem experimentaria, Yukina de um lado, a hábil ferreira que já começou com um futuro promissor por sua facilidade, dada a sua magia de domínio que lhe ajuda e o jovem mais tímido Alector, correndo para manter-se no ritmo de sua parceira.

Queria testar algo no aço que eles usam, uma carbonização sutil artificial, para buscar aumentar a resistência do metal. Havia lido em estudos e artigos de outros da área de mais conhecimento e avanço dentro daquele âmbito do que eu possuía sobre essa possibilidade, trazendo comigo para a oficina debaixo do braço os mesmos de forma que possa seguir um pouco daquele passo a passo criado por eles e ver como as coisas progridem, adicionando a liga metálica uma parte significativa, porém não exagerada de carbono, em busca de em algum momento alcançar a confecção de um aço damasco perfeito.

Testaria com ambos, aplicando primeiros os processos junto a Yukina, imaginando que com ela isso seria mais simples e de fato o era, visto que podíamos abusar mais dos metais sem medo de errar, a princípio, sem confeccionar nada, apenas fundindo o metal e fazendo a infusão do elemento que pode ser encontrado em tantas formas na natureza, para criar uma barra base da liga que leve consigo a tal resistência. O calor do metal e acompanhar de perto é deveras nostálgico, porém, cuidando de outro aspecto, enquanto Yukina cuida de fundir mais concentrada nessa área e na manipulação do metal, eu me foco no processo químico envolvido e nos seus processos mecânicos externos que preciso manter controlados.

4/4 -----------------------------------------------------------

Outro dia e novamente nós estaríamos trabalhando com aquela aço enriquecido, eu e Yukina, porém, desta vez o faríamos extra expediente, as tarefas da guilda já haviam me tomado e não pude ir cedo, com sorte ela aceitou me ajudar mesmo após o serviço, já que, mesmo sendo capaz de fazer a arma, não queria me distrair em duas áreas e também não é de meu objetivo que, eu possa de alguma forma construí-las de forma tendenciosa. O objetivo seria simples, criar duas espadas semelhantes entre si, uma com metal normal sem o enriquecimento que eu havia aplicado sobre a mesma e de maneira óbvia como já devem ter pensado no início, uma segunda da mesma forma e tamanho com o metal que foi alterado quimicamente por mim, ao menos, em sua liga metálica, para posteriormente batemos com violência uma espada contra a outra e vermos o que acontece, os efeitos que isto vai causar em ambas.

Logo chego ali junto a garota de porte físico invejável, que também será a maior responsável pelo teste mecânico das armas visto que em força física eu não me destaco o bastante para representar efeito, logo começamos aquela produção, fazendo uma e quase em concomitância, a demais arma também, admiro as habilidades de Yukina que se destacam já, é quase do mesmo nível que eu e o mestre, semanas a separam disso, logos as espadas apesar de simples, muito bem feitas, em estilo europeu estão produzidas, prontas para o teste que será feito pela garota que representa a alma da área.

Segurando uma sobre a outra apoiada em um ato rápido, uma descende dando um grande choque e estrondo pelo local, a partir daí podemos ver o que ocorreu. Ambas de grande espessura e bem sólidas a pouca deformação ou uma quebra improvável, mas, na lâmina não modificada podemos ver uma deformação criada, com um corte na própria arma que não nota-se na outra, foi um sucesso.



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Postado em Qua Set 19, 2018 3:47 pm

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