Fairy Tail Eternum
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[Missão rank B] Escolta à burguesia

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Postado em Qui Ago 02, 2018 10:15 pm

Missão rank B - Pão com Manteiga
 

O Sol no ápice de seu brilho e calor se apresentava no cume do horizonte, era um inicio de tarde ensolarada e quente, as cigarras cantavam com toda a força que lhe restava antes de perecerem como condizia a natureza. -Cocheiro, onde esta o mago que ira nos acompanhar? Eu quero ir logo! - Birrenta ordenava uma pequena garota que ostentava em suas vestes a mais bela e refinada seda, junto a algumas joias, com certeza uma nobre da cidade. O pobre cocheiro com sua feição um tanto quanto cansada buscava acalmá-la enquanto o responsável pela segurança da viagem não chegava, não que esse estivesse atrasado, a pequenina que realmente era muito mandona e impaciente. -Ali deve ser ele, quanta demora, meu pai não pagou barato por esse trabalho viu, anda vamos sair logo dessa cidade medíocre. - Continuava seus ataques de ego assim que avistava a aproximação de Pão, que apesar de não dizer uma palavra sequer antes do comentário já fora apedrejado pela cliente.



Missão:
Nome: A escolta.
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Descrição: A filha de um nobre do reino de Fiore está ordenando uma escolta para se mudar para a cidade que irá morar, ela precisa de proteção, já que MUITOS inimigos podem aparecer para causar conflitos e raptos.

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(C) Ross
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Postado em Sex Ago 03, 2018 12:23 am

Krayvhuz teria finalizado duas missões bem tranquila naquele dia. Fora levar as criancinhas para passear e tudo foi bem fácil e sem perigo. Estava contente com o resultado do passeio, inclusive a secretária do colégio, que por algum motivo, lhe deu o endereço dela. Mas enfim, o mago voltou a guilda e tratou de almoçar e recuperar as energias, pois teria andado bastante com os pequeninos. Foi comendo um belo filé mignon, com arroz e purê. O molho da carne estava impecável como sempre e o dragon slayer sempre elogiava o cozinheiro. De onde ele veio, comidas tão refinadas, não era comum, mas nada superava a comidinha da mamãe.

Após se alimentar bem, o rapaz descansou um pouco e fez digestão, para então poder seguir para o quadro de missão. Olhou e analisou e notou que as missões de crimes estavam crescendo no quadro e ninguém as estavam fazendo. Não sabia se o número de assaltos e demais crimes teria crescido e os magos estariam todos ocupados, ou simplesmente estava em escassez o número de magos qualificados para este tipo de missão. Krayvhuz raciocinou e ponderou o que faria. Não era de sua autoria combater o crime, tinha preferencias em prestar serviços a população, mas dessa vez teria que tomar a iniciativa, pois quer queira ou não, ele estaria ajudando a população.

Decidido então o que faria, o dragon slayer pegou o anúncio sobre as jóias roubadas e que algum grupo de bandido estava causando confusões, tendo até um mago qualquer entre eles. Krayvhuz sabia que era forte suficiente para enfrentar um grupo do tipo. Talvez não haveria maiores problemas. E de fato não houve grande alarde. O rapaz teria conseguido informações no local do crime e conseguiu chegar até os bandidos safados e ordinários que estavam tramando assaltos por todos os locais. Acabou até em um breve conflito e batalha, que resultou nos sete capangas na vala das celas solitárias de Magnólia.

Ao se retirar, e mais uma vez retornar a sede da guilda. O mago fez mais um lanche. Um belo sanduíche natural, com muito molho e peito de frango. O rapaz era grande e precisava se alimentar bem, ora essa. Comeu o suficiente, e tomou algumas canecas de 500 ml de chá refrigerado. Descansou um pouco para cultivar sua energia e entediado, se dirigiu até o quadro de missões. Ficou olhando ala de missões de rank C, mas o jovem meio que estava farto de toda aquela paz. Algo incomum para o jovem dragon slayer, mas só Deus sabia o que se passava na cabeça dele.

Olhando e revendo tudo, decidiu pular para outro nível. Missões de rank B. Sim, rank B. Algo que ele estaria curioso em saber como seria. Qual tipo de dificuldade e se seu poder era suficiente para tal. Era mais uma forma dele testar a si mesmo, e ver o quão longe já estaria chegando. Mas no fundo, desejava ser uma missão tranquila e sem maiores problemas. Entretanto, ao buscar pelas missões, não encontrava as mesmas.

Onde estão as missões de rank B?

Uma pentelhinha de 1 metro e 20 mais ou menos surgia e respondia as ponderações do mago enorme. Com mais atenção, o grandão olhava a missão, no caso apenas duas e analisava com certa discrição. Leu e releu ambas e um critério decidiu qual ele gostaria de realizar, e assim ele pegava uma que mais lhe agradava. O que definiu foi... Caminhar. Fazia tempo que ele não viaja mundo a fora e aquilo o deixava meio deprimido. Acostumado em ver lugares novos e pessoas diferentes, viu a oportunidade de arcar com os deveres da guilda e co - relacionar com suas fantasias.

Muito bem. Escoltarei essa jovem. Deve ser uma pessoa amável e tranquila. Crianças normalmente gostam de mim. Talvez eu me de bem.

Mal sabia o pobre mago que seu destino seria bem fora do pensado. Mas com sua ingenuidade, o mago partiu da guilda. Pegou seu cetro mágico, um lanche para a viagem e partiu da sede da Fairy Tail. Foi caminhando em direção ao portão de saída da cidade, indicado. Logo após certo tempo de caminhado, o dragon slayer ia se aproximando e se reunindo com até 10 minutos antes do que o esperado. Contudo, sua recepção não fora nada calorosa. A menina era excêntrica e parecia ser muito teimosa. Seu ego falava alto, e como se tivesse chicote nas mãos, surrava o mago com palavras.

Sua educação, que deve ter sido cara, não refletia as quantias de Jewels pagas. O jovem monge mago se mantinha calado, e sem olhar torno ou brabo, ele se mantinha calado. O cocheiro já iria dar inicio a viagem, e Pão com manteiga iria se posicionando para uma melhor abordagem.

Saudações. Me chamam de Pão com manteiga, mago da Fairy Tail e irei escoltar vocês até o destino contratado. Estou acostumado a fazer viagens longas, então não se preocupem, que qualquer coisa eu irei vós avisar. Sigam sem temer, mas se os cavalos ficarem com medo de algo. Irão precisar se manterem calmos. Estarei monitorando os arredores no trajeto da estrada. Então senhor cocheiro, pode seguir nossa viagem.

O mago não se limitou a perder tempo com bobagens de crianças mimadas. Ele era paciente, como uma rocha no meio de uma roda. Aquilo não o afetaria de fato, iria se manter mais alerta do que ficar cuidado do criado e a garota birrenta. Seu faro seria de grande ajuda, então por essas e outras, ele manteria o rastreio através de seu nariz, sempre ativo.

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Postado em Sex Ago 03, 2018 12:55 am

Missão rank B - Pão com Manteiga
 

Muita paciência lhe seria necessária perante aquela tarefa, não pelo objetivo em si, mas sim pela educação nada refinada da garota. -Anda logo colcheiro, eu quero ir embora agora! - Ordenava ao pobre criado que sem retrucar seguia o pedido de sua senhoria, os cavalos eram chicoteados dando assim início a viagem. O destino fora definido como a cidade de Era, o caminho até tal província não detinha empecilhos naturais ou uma estrada de difícil acesso, pelo contrário, era uma via de fácil acesso e até que conhecida entre os viajantes mais experientes, fato que ajudava porém também transformava a caravana em um alvo mais fácil para os bandidos existentes na trajetória, não que esses detivessem algum conhecimento em relação a pequenina ou seu pai, mas malfeitores se aproveitariam de qualquer brecha independente da classe social das vítimas.

Alguns quilômetros eram ganhos pelo passo acelerado e contínuo dos cavalos puro sangue, estava próximo a uma região montanhosa com alguns desfiladeiros e minas de todo o tipo de metais e pedras preciosas, um local consideravelmente movimentado, entretanto não naquele dia. -Ei! Tenham calma rapazes, esta tudo bem. - Exclamava o colcheiro notando uma súbita agitação por parte dos animais, esses paravam aparentemente com medo de seguirem em frente, da maneira como Pão supunha ainda nos domínios de Magnólia. O vento soprava passando precisamente pelas rachaduras das rochas do desfiladeiro, não seria difícil para o mago elemental buscar forças e informações através de seu elemento, que diga-se de passagem já lhe cantava a posição de um figurão logo a frente, de qualquer maneira esse não buscava se esconder então cedo ou tarde o notaria por conta própria. -Entreguem seus pertences e ninguém ira se machucar, eu prometo, hehehe. - Sua feição transbordava malandragem, era um típico bandido de estrada portador de alguma arma de fogo pouco cuidada, em vista estava sozinho, mas a julgar pela prevenção característica do monge seria sensato para si fazer uma varredura na área com suas habilidades passivas.




Obs: Homem a 15 metros de distância ao norte (frontal).



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(C) Ross
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Postado em Sex Ago 03, 2018 1:37 am

A menina criança era birrenta. Mal criada e peçonhenta. Pão com manteiga não se surpreenderia se o cocheiro acabasse traindo a garota por sofrer tanto na mão da pequena tola. Entretanto, sua experiencia de vida, lhe ensinou que tais homens eram verdadeiras lacunas bem resolvidas, ou seja, possuíam a graça e determinação necessária para suportar tais aflições. Afinal, seria comum um adulto se sentir humilhado por causa de uma menina que ainda mijava na cama.

Mas o dinheiro falava mais alto, e a necessidade de sobrevivência, era seu guia mais alto. A viagem enfim começou, e com o estalar do chicote, os primeiros passos os cavalos fizeram. Um após o outro, e o inicio até a cidade de Era começou. A cada metro percorrido, um sentimento livre no espírito do mago se sobressaia. A nostalgia batia forte e até mesmo um sorriso de alegria, fugia do rosto do grandalhão. Estradas boas e não esburacadas. Parecia o sonho de qualquer civil que viajava. O mago lembraria das vezes que percorreu aquele caminho. Poucas vezes, mas um pensamento sútil.

De olho em ao redor, o mago vira e mexe, observada quase tudo. Sua visão era boa e o vento parecia ter uma brisa boa. Porém, o local não era muito propicio, a viagem seguiria rápido, mas com um certo nível de risco. Tão aberto e descampado, qualquer um poderia surgir para surpreender o mago. Andaram e avançaram. Em alguns quilômetros, logo a comitiva da carroça e seus companheiros chegavam a um desfiladeiro. O pé da montanha que começava bem onde o mago se propunha.

Em alguns instantes, o pensamento pré meditado do mago se colocava presente. Os cavalos se agitavam e o cocheiro logo tentava acalma- los. Algo de errado não estava certo, e provavelmente era agora que Krayvhuz colocaria o seu, no reto. As correntes de ar surgiam e vinha, e dessa forma, o mago logo percebeu que o mal vinha. O caminho não era muito estratégico, ao menos não para para uma missão com esse trajeto. As manobras com carroças se tornariam nulas, uma vez que não haveria espaço ou chance para tal. Mas logo então, o primeiro canalha surgia, e com seu ar de maltrapilha, ele declarava sua curta batida. Krayvhuz estava sentado na carroça. Suas pernas cobertas, não deixando a amostra. De forma serena e tranquila, o mago começava a discussão pela seguir naquela trilha.

Me diga então, Bigode-san. Que tipo de coisa fará com as roupas surradas de um monge, as roupas fedidas de um cocheiro que vive ao lado de cavalos. E os curtos vestidos de uma garota indefesa. Afinal, é tudo que temos. Pois eu duvido que tenha uma filha.

O mago ganhava tempo. Precisava vasculhar a área com seu farejo. Usando o nariz de forma discreta, começou a rastrear qualquer cheiro estranho, por mais breve que fosse. Se haveria mais bandidos, Pão com manteiga teria que ser ainda mais retraído. Todavia, uma coisa lhe deixava tranquilo. Aqueles eram apenas bandidos. Queriam objetos de valor para revender e ganhar dinheiro, e até quem sabe, torcer para ganhar um belo prêmio em um ataque certeiro. Porém, aquela não era a oportunidade de ouro deles. E apenas três pessoas e roupas, era o que teriam para hoje. Se levassem tudo, a menina ainda estaria segura. E se ela quisesse, poderia subir na garupa do ombro do mago e seguir para a cidade de Era tão fácil e estranho, como numa balada dos poetas amaldiçoados.

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Postado em Sab Ago 04, 2018 3:56 am

Missão rank B - Pão com Manteiga
 

Pão com Manteiga demonstrava desenvoltura na arte da persuasão, não que suas palavras estivem ocultadas por mentiras, até porque nem sempre a persuasão vem acompanhada da enganação. -Você acha que sou idiota grandalhão? Olha só pra essa carruagem, a parada é toda decorada por joias e metais, acha que isso é meio de transporte de pobre? Tenho certeza que a fofura ai dentro deve ter alguma coisa interessante para nós. - Entretanto para um homem do crime banhado a muita malandragem e trapaça, palavras pouco importavam. O malfeitor não falava errado, ele realmente estava acompanhado e o faro do Dragon Slayer pode cantar tal bola para o monge um pouco antes da revelação cedida, o desfiladeiro sendo um corredor apertado e de pouca possibilidade de manobra tornava aquele ponto um lugar perfeito para assaltos, uma banca de seis bandidos além do já apresentado se posicionavam no nível superior das rochas bem ao lado da carruagem, era difícil visualizar, mas se tentasse podeira notar um brilho vindo das mãos desses, também estavam armados.

Aquele que parecia ser o líder do bando se mantinha na estrada tapando a passagem, do coldre que usava sacava um revolver calibre 44, potente o bastante para explodir um cranio humano como se fosse uma melancia, ele apontava para o colcheiro e novamente fazia o pedido. -Vou falar mais uma vez, entreguem as drogas dos pertences e ninguém se machuca, venha com papinho novamente e eu explodo a cabeça do nosso amigo ai. - Apesar do sorriso intimidador na face ele não brincava, seu polegar carregava a bala na agulha enquanto o dedo indicador se posicionava no gatilho, ele não tinha nada a perder afinal.




Obs: Homem a 15 metros de distância ao norte (frontal).
Obs²: Revolver apontado para o colcheiro, "ALERTA: RISCO DE VIDA" (Ato determinante de futuro).



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Postado em Sab Ago 04, 2018 4:55 am

O dialogo se iniciava com o criminoso. De certa forma, era até interessante ver que o sujeito estava disposto a trocar algumas palavras. Mas nada que realmente valesse apena, pois no fim, apenas o saque deles que importava, afinal. E para o mago, a proteção do trio viajante que era o fator primordial. Mas como co - relacionar os valores do dragon slayer, em manter a paz e saúde de todos, ajudar quem precisa, contra o problema de ter que defender, e se obrigar a ter que encarar batalhas dais quais nunca quis estar? Talvez isso significasse ser um mago de verdade de uma guilda como a Fairy Tail. As alternativas eram simples e se o robusto rapaz pensasse bem, teria como manter o equilíbrio da vida e ainda sim zelar pelo que ele precisava proteger.

Imaginando o pior, Pão com manteiga começava a pensar e elaborar um plano para contorcer toda a situação e tornar aquilo algo mais fácil de lidar. Teria que mostrar seu verdadeiro Eu. Sua magia tão escondida, e poderosa. Esperava não revelar sua raiz draconiana, e por isso ele faria o mais sorrateiro possível suas ações. Sua sorte que ele não precisava se aproximar dos inimigos e teria algumas cartas na manga a serem utilizadas. Dessa forma, ficou a ouvir e planejar suas ações, enquanto o bandido queria argumenta os detalhes da carroça, com adornos e detalhes que enchiam os olhos gananciosos daqueles patifes, de sede e vontade de tomar o que não lhes pertenciam. Seguindo seu raciocínio, Krayvhuz com muita calma, continuou a papear com o rapaz chepeludo, usando da lógica e abordagens obvias contra o homem.

Sabe... Nunca fui muito inteligente. Mas me questiono o quão capacitado vossos cérebros são, em pensar que se uma pessoa tão rica, quanto imaginam que seja o dono dessa carroça, estaria enviando uma carroça com jóias e metais preciosos de verdade, sem sequer uma proteção bem capacitada. Claramente são metais pintados na cor de elegante. Enfeites que simulam perfeitamente uma joia. É bem obvio isso. Qualquer um com mínimo de atenção possível, notaria isso. Mas tudo bem, se querem coisas sem valor ou os vestidos da garota, para seu bazar no bar dos criminosos "mais aterrorizantes" da cidade, tudo bem. Pode vir pegar...

Palavras ia e vinham da boca do dragon slayer, e com aquilo ele ganhava tempo. Conseguia notar e identificar a posição dos capangas que se mantinham no alto e a certa distancia. Não pareciam ser uma ameaça no momento, apenas a pistola do líder na frente dos cavalos a certa distancia. Mas o mago ainda não teria magias para pegar todos eles. Na verdade, precisava lidar com a arma que era o maior perigo agora para o cocheiro, que nada tinha a ver com isso. A coisa realmente estaria séria. O que Pão com manteiga diria a seu contrante sobre um homicídio? Pior, a família do guia da carroça. Não, não no turno do mago enorme.

O rapaz permaneceu como estava e analisou a distancia. Notava que estava a um local exato do bandido. Iria concentrando sua energia interior e deixando a magia fluir e impregnar no ar. Ia elevando a mesma e deixando que o vento começasse a ser moldado e controlado pelo mago, como se ele não estivesse fazendo nada. Para iludir e ludibriar ainda as coisas, o gigantesco mago se levantava de onde estava sentado, e revelava sua imponente altura, com seus braços cruzados e seus ombros bem largos, com uma envergadura que parecia tampar tudo. Ele abria a boca mais uma vez para falar coisas, enquanto sua magia ia tomando forma em uma espiral em torno da carroça.

Muito bem... Dizia com certa altura no timbre das cordas vocais, fazendo o som de sua voz ecoar por aquele desfiladeiro sem saída. Aquilo levaria um tom intimidador que por alguns instantes seriam o suficiente para a magia entrar em ação e proteger a todos dentro da cúpula de ar. Vou pegar para você o que tanto deseja. Mas não prometo que irei achar algo másculo ou de valor para você e seu bando.

Ao terminar de falar e aproveitando da situação de "baque" dos infelizes, Krayvhuz forçou sua magia com potencia, usando também seu cetro por debaixo da roupa pra fins de mais poder na magia, deixando a mesma rotacionar livremente e com força. Ela se iniciava, tendo o punho do pistoleiro, dentro do raio de ação que dividia área de dentro protegida e área de fora, que evidentemente tentaria atacar. Aquilo empurraria o braço do bandido para o lado e pelo choque forte de um criminoso não magico e sem resistência mágica, e até mesmo física para suportar tal pressão de ar, eventualmente a pistola em sua mão cairia com o punho sedendo a força centrifuga da cúpula que começaria a girar e girar, mantendo todos dentro dela, protegido. E quem tentasse atacar, acabaria sendo repelido pela magia que não estaria ali como apenas algo fraco. Em outras palavras, Pão com manteiga tentava desarmar o pistoleiro, fazendo a arma cair dentro da área protegida, e ao mesmo tempo impedir ele de avançar para pega-la. Com sorte ele por desconhecer o que estaria acontecendo, irá acabar tentando pegar a arma e trombar de cara com a barreira de vento, que empurraria ele de volta, o fazendo sofrer alguns ferimentos leves.


Considerações:
- Perícia Intimidação
- Magia usada
- Cetro usado

Magia:

Nome: Kaiten
Rank: D
Base: Defesa/Ataque
MP Gasto: MP 20
Duração: Continuo
Alcance: Raio de 15 metros
Descrição: Manipulando uma forte camada de vento, Krayvhuz cria uma cúpula de ar em volta de si, que o protege de ataques mágicos de até Rank C, incluindo obviamente projeteis e demais coisas que colidam com o vento, que se mantém girando. Aqueles que estiverem fora da cúpula e tentarem tocar na mesma, terão seus toques ou ataques repelidos, e lançados para qualquer lado, sendo perigoso que suas ações sejam refletidos para seus próprios autores.

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Postado em Dom Ago 05, 2018 12:13 am

Missão rank B - Pão com Manteiga
 

Uma tática bem executado dificilmente não surtiria efeitos diante adversários tão mal preparados, o vendaval que envolvia ao mago e a carruagem cumpria sua função defensiva ricocheteando até mesmo os projéteis disparado na direção da barreira, o líder da trupe fora o único que não disparara por simplesmente ter sido obrigado a evadir das paredes de ar que apesar de cumprirem com uma função de defesa poderiam lhe causar dano, um rolamento para a lateral fora o bastante para tal tarefa. -A estrada, está livre! Vamos! - Exclamou o colcheiro desfrutando da brecha para fugir. Uma chicoteada seca no lombo dos cavalos e lá estavam os equinos em disparada, a carruagem a todo vapor passava pela passagem apertada do desfiladeiro sem motivos para cessar sua velocidade, alguns segundos de euforia regado a muito tiroteio contra a proteção elemental e enfim estavam livres do desfiladeiro e aparentemente dos bandidos.

No horizonte o Sol começava a se pôr, o céu azulado trocava lugar com o laranja da aquarela uma cena realmente bonita, no interior da carruagem a pequenina voltava a se mexer, por incrível que pareça essa não tivera visto nada do que acontecia na confusa, simplesmente por estar dormindo durante todo o ocorrido. -Colcheiroooo! Nós ainda não chegamos, colcheiro! Esses cavalos puro sangue estão mais pra jumentos de carga, aperta o passo que ainda quero fazer algumas compras nesse final de semana! - Voltava a gritar e exigir como uma verdadeira mandona.




Obs: Bandidos despistados (por hora).

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Postado em Dom Ago 05, 2018 12:49 am

Pão com manteiga havia realizado sua magia com extremo sucesso. Ela fora tão bem sucedida, que o líder nem mesmo tentou reagir após a defesa realiza. Diferente de seus capangas, que disparavam arbitrariamente os projeteis de suas espingardas e pistolas, gastando suas munições e ficando sem bala para continuar a rajada de fuzilamento contra a carroça parada. Lado bom, que apesar disso, o cocheiro viu e percebeu que era a oportunidade perfeita para agitar as rédeas e comandar os cavalos a correrem o mais rápido que podiam para fugir daquele local insano e se livrar da bandidagem. E assim o fez, os cavalos galoparam bruscamente com uma puxada forte e violenta, levando a todos rumo a cúpula de vento, que por sua vez, era desativada, assim então podendo libertar aqueles que estavam trancafiados dentro da mesma.

Os inimigos criminosos ficavam para trás, e Pão com manteiga olhava em direção ao pistoleiro. Ele estaria com uma cara e expressão de poucos amigos. Talvez não esperasse aquilo. No fundo, Krayvhuz sentia que não seriam a última vez que o veria. Se ele fosse o tipo vingativo, certamente o procuraria, e sendo o dragon slayer um mago já com certa fama em Magnólia, por seus serviços prestados, não seria árduo o trabalho de encontrar tal pessoa. O mago se virou para o cocheiro e logo lhe alertou sobre um desfecho.

Hey senhor. Fique atento e mantenha os cavalos correndo. Daqui a pouco deixemos eles descansarem um pouco, enquanto caminham. Mas não podemos parar agora. Algo me diz que eles não iriam desistir tão fácil. A estrada segue a caminhos um pouco obvio e isso indica mais ou menos aonde iremos. Teremos que ficar em alerta o tempo todo, pois eles conhecem essas regiões como a palma da mão. Sabem os melhores atalhos e como chegar em certo ponto antes de nós. Poderemos ser surpreendidos novamente.

O mago parecia um pouco aflito, mas tentava demonstrar nenhum pingo de risco. Seria ele apenas cauteloso e precavido quanto aos inimigos. Certamente uma habilidade bem apreciada para as pessoas certas. Mas está, não seria a priore da garota. A mesma acordava. Mas sabia que ela havia adormecido. Pobre pão, teria que ouvir mais um tanto. Sua voz era desagradável em alguns momentos. Contudo, o monte estava ao relento, num posso de jovimento. Não ligava para os cabimentos da pequena manhosa. Apenas comentava breve e mansamente como uma madrinha nenhum pouco maldosa.

Aguarde e tenha paciência, logo estará na cidade de Era para contemplar tudo que lá pode lhe oferecer. E cuidado para não cair, pois a carroça esta veloz e pode te jogar para fora. Não tem hospitais por perto, e se quebrar um braço, apenas terá alguma torra para usar de tala.

De algum modo, vai saber como, o dragon slayer estava bem descontraído. E ainda até brincava com o fato da menina não ter socorro por perto, sendo que ele próprio era mais que o suficiente para curar seus ferimentos. Talvez o mago estaria aprendendo a despertar seu humor negro ou passar muito tempo com Joe, estaria estragando seu discernimento.

A viagem continuava, e o dragão sempre farejava. A cada 500 metros percorridos, uma nova fiscalização era realizada ao redor daquela passada. Os ambientes sempre mudavam, e pegos de surpresa novamente, não era algo na qual eles queriam ser abordados. Desta vez estariam precavidos e assim o mago saberia melhor como puni-los, caso os visse. Também havia a chance de novas ameaças, monstros e outros criminosos de araque. Viesse quem fosse, Krayvhuz derrotaria todos com sua "foice".

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