Fairy Tail Eternum
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[ RP FECHADA +18] Estranho seria se eu. . . Não me apaixonasse novamente por você...

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Postado em Qua Jul 25, 2018 12:51 am


O sangue irá escorrer novamente.
Ashes analisou a coleção de pequenos brincos atualmente alinhados em sua mão. Oh, ela teve muitos deles por um tempo, mas ela nunca os usou antes. Seus pensamentos se mantiveram em qual usar por um bom tempo, até que o escolhido foi um belo par de brincos dourados, com um formato de crucifixo, sendo isso uma ironia, já que a mesma possui os dons de um vampiro, que no caso não é aqueles das historinhas para velhas crianças dormirem. Nisso era uma mistura de emoções, ela tinha acabado de terminar de sair do seu trabalho temporario na lanchonete de Magnolia e estava atualmente dividida em duas mentes sobre isso. Por um lado, conseguiu aceitar o fato de que necessita trabalhar para manter o seu costume diário de gastação. A pobre moça passou por tanta coisa, felizmente ainda sobrevive por meios lícitos, mas ninguém sabe o dia de amanhã, virar uma criminosa não é um objetivo dela. O segundo é simplesmente arranjar algo melhor, nem que necessite matar alguém.

A mulher de longos cabelos loiros, da qual permanecia trançados em suas costas, caminhou por uma rua de Magnolia tarde da noite, seus motivos eram fáceis de se identificar; encontrar qualquer homem que queira ter uma morte lenta e dolorosa, só não julgue antes de perguntar, ela somente vá matá-lo caso este faça algo que lhe afete diretamente. Quando virou a esquina, já perdera o controle, perdendo o controle de uma maneira que nunca fizera. Claro que ela tinha um pouco de temperamento explosivo, mas lembrar de repente do passo, ah sim, era como se o puro ódio saísse de seu corpo do nada, enviando-a para uma feroz linhagem de raiva e escuridão. Ela queria matar. Um tanto doentio, desorientada, ela mal se sentia humana, se descobrindo ainda mais, o que aconteceu com ela. Ressentido-se que a melhor pessoa para uma conversa fora a mesma que a destruiu por dentro, talvez a infantilidade na idade anterior dela a impediu de notar, ele não tivera culpa disso, a família do outro jovem que resolveu pisar em seus sentimentos.

Pois bem vou lhes contar a história; Ashes recordou de um fato que ocorreu no seu passado, quando havia quinze anos conheceu um rapaz, do qual nesse momento, será nomeado como All Might. Ela ingênua saiu de casa na adolescência, viajou de cidade em cidade procurando algo em sua vida, o conheceu de uma forma  estranha já que o encontro ocorreu quando ele a defendeu de um homem esdrúxulo que a ofendia de forma pejorativa. E foi ai que tudo começou, a garota logo se encantou com o rapaz, ele era forte, até mesmo considerado musculoso para a sua idade e logo a mesma descobriu que tudo era culpa de seus excessivos treinos e sua própria magia, ela a demonstrou também que utilizava magia, o cabelo enrolava nas mãos dele como se as próprias mãos dela deslizasse gentilmente sobre a pele do braço do rapaz. Ashes sorriu, pela primeira vez em anos, tudo ocorria bem, eles corriam pelo campo, como se fosse uma brincadeira de pega-pega, dormiam numa rede feita do próprio cabelo dela, sim, naquela época isso era a única coisa que a mesma conseguia fazer, seus dentes ainda não haviam sidos aflorados e isso foi essencial para ocorrer o primeiro beijo, aquilo foi horrível de se ver, ambos não sabiam o que exatamente fazer, quero dizer, não é tão óbvio assim quando se é totalmente inexperiente. Ela sabe que fez o melhor que podia, não somente em relação a isso, mas na amizade que formou o laço dos dois…

Se você for ouvir o lado da história dela, Ashes provavelmente diria que ele a abandonou e a fez ser expulsa da cidade, mas a verdade não fora essa. A família de All Might planejou um casamento para o rapaz, nisso, parentes dele pensando no ‘melhor’ para o rapaz, decidiu por fim na relação que ele havia com a garota, eles sabiam disso porque o garoto apresentou ela para todos, animado com o fato de ter conhecido alguém que pudesse defender, abraçar e amar. A recepção não fora calorosa, mas isso não a fez recuar. O problema foi a negação e isso acabou afastando ambos, quando ela notou já estava sendo chutada para fora da cidade e ameaçada de morte caso voltasse, o rapaz não soube disso, provavelmente pensará que a mesma a abandonou também, isso acabou virando um jogo de bate e volta, mas o destino os colocara frente a frente, já que o sonho dela morreu, a porta literalmente se fechou, Ashes entende que jamais voltaria para os seus braços, negando o fato de que ainda o ama, o seu eu interior se revolta com o nome, as lembranças disso e a tudo o que remete a ele.

E essa foi basicamente a história que a menina, agora uma mulher, tenta apagar. Pois toda vez que Ashes lembra dele  o bom vira o pior. E em meio a essa intriga, ela continuou a caminhar até que foi puxada pelos cabelos, um homem alto e forte a fez ser jogada no chão, no momento não entendeu o porquê, mas pelo visto encontrou quem seria a vítima da noite e não estou falando dela.

Demonstrando um sorriso sarcástico e perverso, ele disse. -- Uma mulher linda dessas passeando a essa hora sozinha, está querendo, não é? Perguntou em uma forma irônica, desabotoando a calça da qual vestia . Ela se expressou de forma falsa, apesar de não ser atriz, conseguiu quebrar um galho, pelo menos por alguns segundos. - Não, o que você quer, eu não tenho dinheiro! Gritou, mas a probabilidade de alguém estar perto era quase nula, ela se levantou e fechou a sua expressão… Ele avançou para cima dela, ela o via em câmera lenta. Recuou passo por passo até que se encostou numa parede, o homem continuou a seguir em frente, provavelmente para atacá-la. A rua não se passava de uma viela, mal iluminada na metade, mas continha uma luz estranha que vinha da própria lua. A respiração descontrolada por alguns segundos, se manteve indefesa, pois quando o outro chegar mais perto  vai sentir o abraço de seu cabelo, algo fatal para um humano comum.



Última edição por Ashes em Sab Jul 28, 2018 2:16 pm, editado 1 vez(es)
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Postado em Qui Jul 26, 2018 3:11 am



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A
té onde iam os caprichos de um herói? A noite de luar conquistador e clima ameno o trazia pensamentos peculiares, em meio a uma ronda noturna de bastante calmaria e serenidade, ronda que por sinal fazia por conta própria respeitando o código do herói moderno de presar pela segurança de seu povo, assunto que de maneira inevitável retornara a questão que a ti roubava a quietude: "Um bem feitor detinha direito de cultivar vontades repentinas?", quão intrigante e corrosivo lhe chegara tal inquérito, que de tanto atormentar ao homem de fortes convicções roubara sua atenção perante a atividade que realizava.

O por que de tanta atribulação se originava do passado, de uma época onde o que lhe afirmavam ser errado se sobressaia tanto quando o assunto era lhe causar prazer, se era errado ou não se sentir assim ele sequer imaginava a resposta, mas os ensinamentos familiares que o doutrinaram berravam em seus ouvidos que o esquecimento fora a melhor opção para fantasmas da antiguidade. -Isso é culpa sua não é, doce Lua? Sua luz não da trégua aos amantes... - Sussurrava em uma caminhada vagarosa pelas ruas pouco movimentadas de paisagem urbana, talvez uma pausa na vigilância fosse conveniente para que colocasse em ordem os pensamentos que longe dali viajavam, decidira rumar ao parapeito de um pequeno edifício comercial, um local de perfeita visão para o horizonte protagonizado pelo astro iluminado. Seguir os caminhos que lhe eram impostos desde a infância jamais tivera sido definido como um fardo, ele mais que qualquer um compreendia que aquele era seu destino, algo que pela decisão dos deuses lhe fora predefinido no momento de seu nascimento, pensamento que o auxiliara a pegar gosto pela coisa, o bastante para a resposta ser sempre a mesma quando estava em jogo o heroísmo e qualquer outra escolha corriqueira - ou não.

Se era assim então não existia porque temer, aquela era mais uma das tantas recaídas de moral que tinha de tempos em tempos certo? Uma boa noite de sono e estaria recuperado, pronto para encarar o dia que viria a seguir, ao julgar pela brandura da ocasião parece que não seria problema voltar para casa um pouco mais cedo, só parece... Surpreendido por um grito ecoante da penumbra, o loiro movido por seu ideal cardial abandonava o repouso ativamente perseguindo os rastros sonoros da frase de temor, seguir de varanda em varanga parecia muito mais acessível do que se aventurar de rua em rua, a situação poderia ser de urgência. Terreno era ganho e a distância entre o audaz mago e a vítima em crise notavelmente diminuía, suas capacidades de rastreio não eram das mais refinadas, porém um aroma delicado e sutilmente familiar o guiava escuridão a dentro, julgava se tratar de uma moça tanto pelo perfume quanto pelo tom do discurso de medo. -Não deixarei que sacie seus desejos repugnantes. - Alertava ainda anonimo em meio a silhueta que circundava o beco onde o crime estava próximo de ter início. Seus olhos fitavam um figurão de intenções malignas transparecidas em suas expressões, um salto na direção do patife fora direcionado pouco antes da confecção planejada de um soco único rumado à face do malfeitor. -Flagelo vil! - O condenava moralmente junto ao baque seco do golpe desferido, uma prévia ao segundo impacto dessa vez proporcionado pela queda do loiro sobre o homem, duvidava muito que esse se levantasse para um segundo round.

Maldito era aquele instante onde o mesmo destino que por ele tão respeitado era lhe pregara uma peça, sem dúvida uma das de maior mau gosto possível, nada é por acaso e ele como o fiel supersticioso que se formara devia ter imaginado que a última coisa que previa se proceder, um dia acabaria acontecendo. -Ashes..? - Indagava quase que em um chamado rouco, a voz parcialmente tremula não o deixava mentir, estava impactado com o que seus olhos lhe mostravam.

Esta tudo bem agora. Por que? Porque Joseph, o número um da humanidade, esta aqui!


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JOSEPH GUSTAV NEWTON
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Postado em Qui Jul 26, 2018 7:27 pm


O sangue irá escorrer novamente.
A situação estava toda ao seu controle, o homem não iria conseguir chegar na mesma, pois perderá a própria vida. Mas a vida dele foi retirada por outra pessoa, quando ouviu a voz, alguma coisa incontrolável brotou dentro dela. Tipo um furacão. Um tufão de emoções indesejáveis. Joe abandonou ela. Ele, Joe. Simplesmente abandonou. Dá para imaginar isso? Dá para sentir isso? Uma enxurrada de negatividade surgiu do nada e ficou olhando a sua pele branca um pouco bronzeada, embora chamativa não fora o bastante para lhe fazer estremecer novamente, como há anos atrás.  Ela se lembrou da chuva que pegou ao ser expulsa da cidade de Magnólia. Não ligou para a chuva. Na verdade, ela gostou da chuva. Gosta da forma como ela cai do céu e deixa todo mundo molhado e nervoso.

Ashes desceu o seu olhar para verificar o corpo do outro, uma mudança crítica no físico e  a altura.  - Não, Papai Noel.  Respondeu com uma voz clara e com um certo nervosismo. Ele se aproximou e automaticamente a mulher fechou a sua expressão e com toda a raiva acumulada em anos, desferiu um tapa em seu rosto. PLAFT!. O olhar se estremeceu, um arrependimento tomou conta do corpo dela, mas isso não a fez recuar.   - Não chegue perto de mim, Joe.  Comandou, respirando profundamente em seguida. Era visível o incômodo dela. “ Ele não é nada. Apenas um zumbi do passado que chegou para me atormentar” O canto da boca da mulher se torcia quando falava, um movimento simples que deixava claro que a mesma estava aflita com a situação, juntamente com a pálpebra esquerda que reagia se agitando um pouco.    - Eu fugi? Você tem muito músculo nesse corpo, mas nenhum cérebro na cabeça. Só o que você tem é uma pureza disfarçada de orgulho, na real um tiquinho de esperteza meio pateta.  A mulher desabafou após ele citar que a mesma havia fugido, sendo que a verdade era outra, mas ela não sabia disso.

Ashes deu um berro de raiva e ergueu a sua mão no pescoço dele, mas manteve  essa ação na vasta imaginação de sua mente. O olhar permanecia de raiva, não dava para ela entender os motivos, muito menos ficar perto de alguém que insistia em demonstrar um sorriso encantador, só que ela não perdeu o foco, jamais iria se deixar levar por algo assim.   - Você acha mesmo que ele iria conseguir fazer algo contra mim? Apontou para o homem no chão, ainda desmaiado, Ashes encarou os olhos de Joe, a trança começou a se desfazer e o cabelo dela foi solto e se ergueu no ar, uma aparência de cobras foi feita e ao piscar os olhos lançou-as no corpo do homem nocauteado.  - Não precisava de sua ajuda. Arqueou a sobrancelha e retirou a essência vital dele, o cabelo loiro agora manchado de sangue. Asses levantou o rosto e deixo o seu queixo em direção a ele, o cabelo dela se manteve acima de sua própria boca e com uma flexão gotas de sangue caíram, a boca da mulher ficou cheia e nisso tomou com um só gole.    - Um monstro? É o que você e a sua família sempre suspeitaram, não é?  Provocou, passando por ele e seguindo em direção a saída, o salto ecoou no chão de terra, uma mistura de várias coisas sólidas que formam o chão, se virou e balançou o rosto com expressão forma negativa.  - Sabe o pior de tudo? Eu te olho com os mesmos olhos do dia em que te conheci. Passou o dedo indicador embaixo do olho, evitam chorar, Ashes já não suportava o fato de revê-lo outra vez. - Nós éramos inocentes, mas você estragou tudo. O mundo não consegue ver, mas ela percebe que quando o homem fortão ali demonstra um sorriso, os olhos dele brilham sem querer, ela não conseguiria descrever o sentimento que sente ao ver isso, por esse motivo, evita olhar diretamente para ele, seu sorriso, seu corpo. Acredito que ele saiba sobre isso, já que é evidente essa ação dela de ignorar o corpo dele e sempre desviar o olhar, mas quando o fita significa que está muito brava.

Ashes sabe que será ele que vai estar com ela quando tudo lá fora mudar, quando o tempo passar, sabe muito bem que sempre foi ele, desde o primeiro dia que ela o viu e que agora entendia o porque, amar é uma palavra forte demais e sentimentos vêm e vão numa frequência incalculável. O único arrependimento dela foi ter aceitado o convite de Joe naquela época, assim, a história seria bem diferente. Ela não teria matado, ela não teria se apaixonado e muito menos se colocado em uma corda bamba prestes a ceder, Ashes está cansada de se defender, cansada de fingir que não o quer. Afinal, entre o bem e mal e o ser ou não ser, o ódio prevalece muito mais do que o amor.   - Tenho que admitir que você me fez mudar naquela época  e me fez acreditar quando não havia nada mais a crer… Suspirou e limpou os lábios e cruzou os braços, o cabelo dela se abaixou e alcançou o chão, revirou os olhos.   - Você não pensa, Joe? Sim, eu sou uma bestial e você é apenas uma bomba de testosterona ambulante.  O que resta a Ashes dizer? As orações que ela fazia por um mundo melhor quando criança não funcionaram, o seu desejo não se realizou, ela viu a sua juventude ser roubada diante de seus olhos, da sua honra ser tido tirada por alguém que acabou perdendo a sua vida logo após a crueldade. Ela apenas cruzou os braços, desferiu um olhar de pena para Joe e em seguida demonstrou uma expressão de ranço, como se toda a mágoa do coração dela explodisse, aparecendo em seu rosto. Neste momento não há como ele trazer a beleza dela das cinzas, porque Ashes tem andando por aí tremendo, se inclinou para trás até se quebrar, será ele capaz de trazê-la de volta para o mundo real? Por mais que a mulher se esforce em tentar demonstrar algum sentimento, não conseguia, o ódio em seu coração a fazia ser a pior mulher do mundo.

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Postado em Sab Jul 28, 2018 2:04 am



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O
encontro premeditado pelo destino não fora o único ponto impactante perante a penumbra, quase tão sonoro quanto a queda do assediador desfalecido era o tapa em resposta a aproximação cega de amor por parte do loiro, sem dúvida o despertador perfeito para lhe tirar de seu transe ilusório. -Por que insiste em continuar me machucando, Ashes... - Desconhecia o motivo por trás do golpe, não imaginava que uma simples aversão a presença do rapaz fosse o bastante para gerar "tamanha" violência, curiosamente ele continuava sorrindo, um tanto torto é verdade, mas continuava. -Naquele dia... No dia que me disseram que você fugiu, eu corri por toda Magnólia em sua busca, mas já era tarde, não fui capaz de lhe alcançar. - Revelava um arco de seu passado com certo repúdio a ocasião, seus punhos cerravam como se a força que antes lhe faltara para deter-lá agora fosse mais que o suficiente para fazer-lá ficar, porém as coisas não pareciam tão simples assim, pelo visto a musa de madeixas douradas detinha um ponto de vista contrário da mesma história, as entrelinhas presente em meio o próprio enredo.

Toda a violência e acidez carregada pelas palavras de Ashes eram absorvidas como se o próprio atacado fosse uma esponja de emoções negativas, ela não mentia quando dissera que ele era carente em sagacidade, principalmente quando se tratava de compreender capítulos pela metade, novamente estava sendo incapaz de juntas as peças e enfim dividir do mesmo sentimento da garota, se sentia obrigado a suportar todos aqueles nomes para que pelo menos assim tirasse um pouco daquele peso ainda sem endereço apoiado sobre as costas da amada. -Desculpa, mas eu não estou conseguindo te entender. - Admitia mais distraído do que realmente confuso, cinco anos tiveram procedido desde a última vez que avistara-a, todavia os olhos âmbar e os lábios finos continuavam hipnóticos como de costume o atraindo como um imã vivo. Um grande amontoado de meias palavras parecia ser o único protagonista dos problemas que se colocavam sobre a mesa naquela resenha noturna, uma boa conversa e o desaguar de algumas mágoas talvez fosse o bastante para que as feridas pelo menos pudessem por fim começar a cicatrizar, entretanto aquela parecia uma discussão muito além da normalidade de outros casais, se rever o amor de sua infância já tivera sido um choque, imagine então tomar conhecimento que tudo que pensara a seu respeito não passara de mentiras ocultadas, independente de terem sido para seu bem ou não. -Então quer dizer que... Você, nunca foi... - Era incapaz de finalizar sua fala, as lembranças, sensações, carnalidades e emoções compartilhadas com a moça eram todas recapituladas em sua mente, como se a lavagem cerebral esculpida em seu moral pelos próprios familiares se certificassem de lembra-lo que transgredira uma regra de sua própria convicção, ao amar uma mulher não humana. -Eu não ligo, isso realmente não me preocupa Ashes..! E-eu, eu não sou como meus familiares, eu sou capaz de amar, sabe, eu sou. - Não restara dúvidas de que uma guerra civil acontecia em seu subconsciente, de um lado a doutrina que lhe fora ensinada e aceita sem qualquer questionamento, enquanto que do outro o desejo mais profundo de sua alma, ser capaz de amar e provar que laços também fazem parte da evolução do homem, mesmo que para isso necessitasse admitir seu amor a um alguém de raça distinta.

As palavras que enalteciam a pobreza por parte da família Newton, eram confundidas com as verdades em relação ao desprezo pelo amor muito bem conhecido por Joseph, afinal o próprio fora fruto de um relacionamento ausente de qualquer compaixão, sua mãe demonstrara mais apresso pela gorda quantia de dinheiro que recebera pelo aluguel de seu corpo do que pelo próprio feto gerado em seu ventre - "Escolhi sua mãe, porque ela tinha um nariz e olhos bonitos, e você herdou isso dela", fora essa a única explicação dada quando abordara seu pai do porque seus irmãos terem uma figura materna diferente da mulher que lhe dera a luz, fora a mesma coisa que ouvir que amor não importava e que as pessoas não passavam de materiais genéticos a serem combinados e melhorados, essa é a visão deles, mas não a sua. -Me diz Ashes, o que eu preciso fazer pra te ter de volta? Me diga e eu farei. - Fitava-a não deixando que seus olhares se desencontrassem um momento sequer, se uma postura passiva fora a que ela optara, seria o mais agressivo possível na busca pelo reatar.

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Postado em Sab Jul 28, 2018 5:41 pm


O sangue irá escorrer novamente.
O corpo estava morto, Ashes podia sentir. O ar, prostração, a falta de vida. Ela ficou sem se mexer por um tempinho, só parada ali, olhando, sua cabeça ecoando pensamentos fora do normal, o coração batendo forte. É estranho, a falta de emoção, a ausência de vida, na realidade.

Todos que conheciam a história dos dois diziam que Joe estava já casado e que ambos não voltariam a se encontrar. Ela sabia que não era verdade. Sim… Sua busca um dia teria um fim e se fosse verdade, não teria um lugar para chamar de lar, assim como em seu coração  ele adentrou profundamente e por lá ficou.  Seu próprio coração reagiu ao ouvir as palavras dele, como se durante a adolescência dela tudo estivera em plena mentira, nada daquilo que ouviu fora verdade. A esperança lhe veio mais uma vez aos olhos. Lembrou-se claramente do ruído que os pés de Joe fazia ao andar pela casa, do som de sua voz, do jeito que ele ria e principalmente de seu incomparável sorriso, ato que Ashes poderia identificar a metros de distância. A fraqueza dela sempre foi estar perto dele, quando se separou, tornou-se forte fisicamente, mas o seu núcleo ficou frágil ao decorrer do tempo e relembrar dele lhe atingiu de uma forma estranha. Por inúmeras vezes Ashes tentou persuadi-lo a fugir de Magnólia, mas o orgulho do outro se tornou um empecilho, quem diria que as pessoas que ele tanto admirava foram as mesmas que expulsaram a garota da cidade.

Tudo o que ela podia fazer era resignar-se e esperar por ele, mas naquela tarde o pesadelo começou. Ashes preparou algo especial, seria a primeira vez que eles iriam dar um passo a mais na relação, a mesa do almoço estava perfeita, ela era caprichosa com as coisas que fazia para ele. Tudo pensado e feito com todo o carinho do mundo. A sonoridade de seus próprios passos abafaram o ruído que seu coração fazia. Abriu a porta para vê-lo a sua frente, mas o que encontrou foram guardas que a prenderam e deram um jeito de expulsar ela dá cidade, sem deixar pistas.

 Quando Joe terminou de falar, Ashes teve que segurar o impulso de abraçá-lo fortemente e também de chorar freneticamente em seus braços.  - Eu não entendo, Joe. Porquê você foi atrás de mim?  Questionou o rapaz, esperando uma resposta que em segundos foi respondido em sua mente. “A culpa não foi dele… Eu fui enganada esse tempo todo, mas...”  Joe correu atrás dela naquele dia, isso significa que não fora ele o culpado daquilo tudo, finalmente ela reconheceu isso.

E sentiu seu corpo estremecer  ainda mais quando um dos questionamentos de Joe fora feito,  respirou profundamente e deu dois passos para trás, encarou os olhos dele, ah que olhos, ela poderia ficar o dia todo olhando para eles.  - Sua família, Joe… Olhou a musculatura dele e logo voltou a fixá-lo nos olhos.  - E-eu não fugi, okay?  Gesticulou com a mão encostada no acima de seus seios como se quisesse expressar a verdadeira intenção dela. - Fui expulsa da cidade de Magnólia pela sua família!!!  A mulher corava com violência e o pulso se acelerou de forma brusca, a revelação a fez tremer na base, sabia que Joe provavelmente não acreditaria nela, quem iria acreditar? - Você me prometeu que enxugaria as minhas lágrimas, mas são nelas que estou me afogando agora. Disse em meio a uma expressão de dor, quando percebeu lágrimas deslizavam pela suave pele do rosto dela, aquilo parecia estar dissecando-a por dentro, retirando-lhe todo o amor que podia sentir.  Mas de certa forma Ashes sabe que uma parte dele é dela, e uma parte dela é dele pra sempre… Caminhou na direção dele e parou a sua frente, ergueu a palma de sua mão aberta em direção ao peitoral dele e suspirou.  - Você cresceu.  Riu pela primeira vez com a situação e retirou a mão dali, recuou a mão e passou por ele, um suave vento percorreu o rosto do homem, um cheiro de perfume de rosas, algo nostálgico, provavelmente o lembrará do passado já que o odor dela era o mesmo de antes, uma nova mulher, mas o mesmo perfume..  E o requisito era que de agora em diante isso a faria viver. Um amor que só fazia sofrer, a fez mais forte agora, ao ponto de secar as próprias lágrimas.  - Eu poderia te dizer que te amo, mas isso não me faria melhor do ninguém, fiz muitas coisas erradas e-e eu não consigo entender, porque me amar? . As últimas palavras saíram como um sussurro, o vestido decaiu um pouco abaixo do ombro, efeito de levantar os ombros, movimentos naturais que todo o ser humano faz quando respira profundamente, levantou gentilmente a alça do vestido e em seguida encarou ele de uma vez por todas. - Você não precisa mais de mim, Joe. Não tem o porque eu voltar para você. Éramos apenas 'crianças' vivendo em um mundo que julgávamos ser ‘puro’.   Virou-se e terminou a frase olhando em seus olhos, o cabelo dela novamente entrou a frente de seu rosto e quase que imediatamente ela o retirou,arqueou o seu queixo e engoliu a seco.  - Me diga um motivo, somente um que seja o suficiente para me fazer ficar, porque se não for… Você não irá me ver novamente. Cruzou os braços e Ashes entrou em um estado de calamidade, no fundo rezava para que a resposta dele fosse boa o suficiente para lhe manter ali, mas a demora a fez caminhar em direção a ele; balançou o próprio rosto em uma forma negativa e continuou a caminhar  em direção a saída. - Uff! Se expôs em uma postura de cansaço.   “ Por favor, Joe. Só me deixe ir, porque eu cansei de tentar entender... O que eu não consigo apagar são essas lembranças negativas. Juro que pedi o tempo para te ter pra mim, mas depois de tanto tempo é difícil te ver”  Pensou, a própria mente balançada com isso tudo, Ashes nunca vai esquecer do que aconteceu com ela depois da expulsão, não era somente o fato de ter sido chutada, mas sim que o mundo a pegou de uma forma que ela teve que se esconder, é impossível sentir ódio quando se está tão perto de alguém que se ama. E após essa etapa de pensamento, quando menos esperou, ele disse em um alto e bom tom, o motivo.

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Postado em Dom Jul 29, 2018 5:46 am



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T
alvez fosse uma melhor sintonia de pensamentos, o abandono do orgulho ou até quem sabe apenas um pouco mais de transparência que faltara para que as coisas finalmente fossem compreendidas por ambas as partes, provavelmente a tática de manter sempre um sorriso na face independente do que sentia simplesmente para esconder seu medo e apreensão, tenha sido o mesmo protagonista que o atrapalhara na hora de enxergar o que acontecia a seu redor, era o famoso fardo do herói, salvar a todos e esquecer de salvar a si mesmo. O pior de tudo era saber que independente de como, as ações que um dia tiveram procedido só aconteciam por sua culpa, conta e risco. - "Eu sempre te protegerei, Ashes" - não se sentia no direito de ter pronunciado tais palavras, fora o primeiro a deixá-la escapar solitária em um mundo de incertezas, assim como em momentos que presenciara a queda de uma parte do mundo, sabia que falhara, não alcançara a única pessoa que um dia lhe mostrara o que é o amor.

Admirar ao seu rosto sem ter a permissão de toca-la era quase como uma tortura, ao mesmo tempo se tornara uma tarefa tão difícil quanto encarar a sua feição sem que essa fosse inundada por um sorriso ou a faceta delicada que em tantos momentos lhe conquistara, o peito doía e junto a esse incomodo a saliva faltava quando engolira seco, estava perdido mediante a tudo aquilo, mas ainda assim sequer almejara a possibilidade de abandonar aquele dilema, a detentora daqueles poderosos cabelos dourados valia muito a pena. Fugir seria como ir contra a súplica que fazia todas as noites. -Então é por isso que repudia tanto minha família, eles tomaram conhecimento de sua raça antes de mim... - O comentário em resposta a revelação saia com ar simplório até demais para algo que acabara de tomar conhecimento, parece que algo do tipo não o surpreendera muito, como se fosse já esperado tal atitude por parte dos Newton. A cena que viera a seguir era de partir o coração, as lagrimas que escorriam por seu rosto de pele aveludada, as mesma que jurara secar quando necessário - "É a sua chance, abrace-a e mate essa saudade de uma vez por todas!" - até chegara a levantar uma das mãos quando a avistara se aproximando, porém contivera-a no mesmo instante, enquanto não trouxesse a alma dela novamente junto da tua, seria incapaz de reuni-la e aconchegar a mesma em seus braços. -Eu não fui o único. - Retribuía a observação da mesma maneira, direcionando a ela um sorriso singelo no canto do rosto, o aroma que chegava a seu encontro impregnava em seu ser fazendo-o fechar os olhos para se lembrar de como era carregá-la em seu colo quando cansada, podendo assim sentir o mesmo perfume como se fosse parte de si.

Definir a conversa como uma montanha russa de emoções parecia bastante aceitável em vista a súbita troca de energias, o famoso ditado popular: "morde e assopra", nunca tivera tanto sentido como agora, enquanto suas carícias e própria presença o alegravam muito suas palavras finais não tomavam um caminho que muito lhe agradava, aquele não podia ser o fim. -Não diga isso Ashes, pecado algum é grande o bastante para apagar sua luz de brilho imensurável. - Buscava prová-la que nenhum incidente desmancharia a imagem que construíra a seu respeito, ainda que o passado desses últimos cinco anos fossem completamente ocultos para ele. Suas tentativas de fazer-la ficar pareciam falhar rudemente a cada nova catada, suas palavras já não detinham tanto efeito em comparação aos demônios que atormentaram a sua amada nesses últimos anos, uma última oportunidade de convence-la lhe fora dada entretanto seu silêncio não à agradara, o ato final se aproximava e a separação seria decretada se nada fosse dito por ti. -Ashes... - A chamava com firmeza na voz. -Eu não sei o que aconteceu com você nesse tempo, não acompanhei sua evolução, não sequei suas lágrimas e muito menos sorri junto a ti. O mundo é um lugar sujo, onde andar sozinho pode ser um grande problema e eu tenho total convicção disso, o Joseph que você conheceu sonhava em se tornar um herói para mudar isso. - Seus passos ecoavam em um ritmo vagaroso que parecia se aproximar da garota. -Um herói é aquele que busca confortar a todos que necessitam de seu suporte levando a eles amor, mas para isso ele precisa alcançá-los primeiro... - Sua breve perambulação se encerrava alguns centímetros logo atrás da moça, uma de suas mãos ia de encontro ao ombro dela tocando-a com carinho e suavidade. -Fique e me deixe te alcançar. - Sussurrava próximo de seu ouvido.

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Postado em Dom Jul 29, 2018 12:41 pm


O sangue irá escorrer novamente.
A noite se mascarou de velhas folhas atingidas pelo impacto da selvagem chuva da primavera. Havia no ar algumas questões a serem respondidas, uma singela risada fora emitida por ela no momento em que a resposta dele foi digerida. O companheirismo e o amor abarrotou novamente o ser dela com as mais belas cores, como um arco íris a ser formado no céu. A mulher se manteve parada no mesmo lugar, as suaves mãos unidas a um desespero interminável de pular em cima do homem, ruby nos olhos e contentamento no estado carnal. Ashes não se incomodou em contar quantos abraços poderia dar a ele, quantos beijos, sem contar as belas trocas de olhares, já que isso é o primordial. “ Resposta correta, querido. Eu já sabia que isso ia acontecer.” Naquele momento ela poderia gritar e fazer com que todos ouvissem, mas havia algo de especial planejado em sua mente, começou a sorrir, calma e satisfeita.

Consequentemente com o nervosismo, sentiu o toque dele em seu ombro, desviou o olhar e se virou, continuou a concordar com a cabeça em uma forma de se expressar positivamente.  - Olá, meu nome é Ashes e o seu? Disse, erguendo a sua mão em um modo que fazia comprimenta-lo. Todas as canções da qual ela ouviu, chorando, harmoniosamente através das palavras de Joe, ela retornou ao passado, trazendo todo o seu conhecimento de paz para a atual situação.  - Recomeçar, não é? Como um experiente mestre Ashes disse sorrindo, delineou o ritmo da batida de seu coração e uma misteriosa chuva começou a cair do céu.  - Isso não estava nos planos. Olhou fixamente para o olhar de Joe e respirou profundamente, isso não será uma cena do filme diário de uma paixão. Revirou os seus próprios olhos e cruzou os braços.  - Acredito que tenha muita coisa para me contar… Sorriu novamente, dessa vez as bochechas delas ficaram vermelhas (exatamente como o gif da assinatura), sua expressão se tornou algo encantador.

Era quase um silêncio mortal, Ashes já não tinha mais o que falar, provavelmente começará a falar sobre a sua vida, querendo obviamente escutar o quanto perdeu sobre Joe, tentando ocasionar o preenchimento do vazio que cinco anos provocou. De repente, ela toca a superfície da pele do outro até com certo medo, influenciada pela sua incapacidade de sentir novamente aquilo, tudo o que conseguiu usufruir foi o olhar dele, meramente encantado… Sentiu o seu corpo estremecer, ondas grandes de ligação percorreu da cabeça ao pés, Ashes não iria chorar de novo. A natureza é bela por seguir o seu curso, os braços gentis dela derrapou nos dele, uma certa quantidade pequena de pelo, um sorriso em seus olhos e a mesma se permitiu sentir o calor de um verdadeiro amor. O brilho de ambos os olhos manifestou um novo tipo de olhar, em alguns minutos se olhando, seus rostos, seus corpos se juntaram. A mão direita dela segurando firme o ombro dele. Até que finalmente seus lábios se tocam docemente, em um movimento devagar, como se ambos quisessem sentir o espírito do outro com o toque suave de suas bocas. Em um momento mais tenso, nesse ápice ela despertou de seu devaneio, ainda percorria com a mão pelo braço dele, mas não aconteceu o beijo, um desejo profundo de seu coração que não será saciado nesse instante.  - Essa chuva… Retornou a rir e quando olhou novamente para Joe, tão próxima dele, podia sentir o calor que se desprendia de seu corpo.  - Onde você está morando, Joe… Espero que não esteja ainda na casa de seus pais. Demonstrou um sorriso tímido, uma pequena provocação que se manteve escondida durante toda a trama pessoal de ambos. - Só vamos tentar esquecer tudo o que passou…   Deslizou os olhos para o chão e tratou de erguer-los, superação não seria somente uma palavra para ela. Ambas as bochechas dela se encontravam vermelhas, as mãos brincando com a musculatura dele, dando pequenos soquinhos e obviamente gerou uma expressão de felicidade. Ashes havia pensamentos maliciosos naquele momento, se bem que, não disfarçou tão bem, já que a técnica de ser atriz não aflorou.  - Ah essa chuva não vai parar.  Disse, olhando para cima e fitando o clima, nesse meio termo uma ou duas reclamações; os relâmpagos se revoltaram nos céus.  - Ok, já entendi, voltarei para casa molhada.  Articulou tão bem as palavras  que bufou em seguida, seu vestido insistia em descer. Molhar permitia que o tecido pouco a pouco deslizasse para baixo; e para não passar vergonha simplesmente subiu em uma forma um tanto provocativa já que o busto dela evoluiu bastante no fim da puberdade.  - Assim você me deixa envergonhada, Joe.

Virou o rosto e utilizou a magia de seu cabelo para evitar que ambos ficassem mais molhados, uma quantidade razoável de cabelo absorvia a água por cima da cabeça dele, por consequência disso a aproximação dos dois se tornou inevitável. Afinal, estavam bem lado a lado, uma energia gostosa e calma dos sentimentos percorria o corpo dela… “ Olha quanto tempo passou e aqui eu estou, quem diria”  Novamente um sorriso, as pernas dela tremeram no mesmo instante que observou de perto o riso dele, a sensação nostálgica lhe fazia mordiscar os lábios inferiores, porém a todo momento insistia em virar o rosto para que não houvesse tanto contato de ‘cara a cara’.  - É, tem algum tempo, mas… Eu diria que tenho irmãs agora já que pertenço a Mermaid hell… Sabe? A guilda. Você já deve ter ouvido falar. Olhou e fechou a expressão, arqueou a sobrancelha.  - Me conte, o que você está fazendo, além de… Err. Ficou um tanto envergonhada de falar, os olhos cor de mel dela voltou a fitá-lo, abriu um pouco mais e com um sorriso bobo, disse, soltando as palavras de uma vez.  -  Seduzir garotas por aí.  Ashes ergueu a sobrancelha como se procurasse uma razão para beijá-lo, mas isso a faria ser indiferente e há um momento para tudo nessa vida, certamente este ciclo irá ter um final feliz. É, ela está apaixonada. Estranho seria se ela não se apaixonasse por ele novamente.

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Postado em Qua Ago 01, 2018 3:57 am



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A
noite sutilmente se transformava em madrugada, a luz do luar que outrora parecia iluminar propositalmente o casal em suas discussões inevitáveis acabara aos poucos diminuindo e diminuindo até desaparecer, tirando daquele cenário urbano o pouco de natureza que ainda poderia lhe pertencer de algum modo, isso sem que o casal percebesse claramente. Suas palavras oriundas do fundo da alma pareciam surtir algum efeito em vista a reação imediata da mulher que amara, já que aquile era um recomeço se conhecerem novamente seria o chute inicial mediante a retomada. -Joseph, mas pode me chamar de Joe, você quer recomeçar comigo? - Indagava em retórica, um grande sorriso em sua face poderia e era utilizado como a grande resposta a tudo aquilo. Espíritos em chamas pelo amor almejavam por uma chuva que os refrescasse, ainda que o frio noturno combinado ao súbito aguaceiro não fosse lá uma dupla muito boa para a saúde alheia. -Talvez a mãe natureza esteja emocionada com nossa história juntos, realmente muita coisa aconteceu desde a infância, contarei tudo mas antes preciso cumprir com o que prometi. - Com a promessa ele se referia ao fato de proteger-lá, naquela ocasião da simplória e gelada chuva, para isso ele se despia do sobretudo que o cobria e o colocava gentilmente sobre as costas da moça para que a privasse do pé d'água.

Em um clima mais leve e pacato a prosa tinha continuidade, em meio ao som contínuo das gotas d'água se reunindo na formação de algumas poças sobre o solo de cascalho, o loiro atendia ao pedido disfarçado de comentário mencionando alguns atos que passaram em branco durante o recesso do casal, nada de grande importância, para ser bastante sincero estavam mais para breves feitos de uma rotina em comparação ao reencontro que ainda ganhava forma perante o passar das horas, Ashes parecia se perder em devaneios que só ela poderia dizer do que se tratavam, sem querer lhe tirar o direito apenas aguardava por sua volta enquanto desfrutava do leve toque das mãos dessa, talvez estivessem conectados até mesmo perante esses desejos e ainda não soubessem. -Não... Minha família anda bem longe daqui, já faz alguns meses que não tenho notícias deles aliás. - Fazia uma breve menção aos mesmo que tanto incomodavam a moça, quem sabe ter conhecimento que esses já não detinham uma ligação tão enraizada com Joseph como antes, não a confortasse ainda mais. Perante algumas reclamações frequentes a respeito da chuva, raios e trovões rasgavam e ecoavam pelo céu quase como se fossem respostas a insatisfação de Ashes, essa por sua vez se incomodava ainda mais quando o vistoso vestido que portava encharcava e atribuía mais peso descendo pelo corpo desenvolvido da mesma, sendo mais alto que ela e estando a uma distância pouco afastada ele sem que propositalmente maliciasse em sua mente, observada a tudo que podia, o comentário da loira então o pegava despercebido. -Errr, d-desculpa... - Gaguejava tentando disfarçar o olhar carnalizado, como dissera antes ele não fora o único a crescer.

O que era um sobretudo perto da maravilhosa magia capilar que muito além ia de causar dano, ver a maneira como era utilizada causava certa surpresa ao rapaz que consequentemente mais próximo de sua amada suspirava em um toque leve de ambos os ombros, meio sem jeito e com certo cuidado ele estendia seu braço até os ombros de Ashes para que pudesse arrumar o casaco a ela cedido, durante o feito novamente seus olhares se encontravam a uma distância mínima antes que pudesse ser considerado uma atração de dois corpos, o sorriso que expressava a mais sincera felicidade outra vez voltava a reinar sua face dando a certeza que ele fazia daquele momento o mais feliz de sua curta vida. -Bom, parece que se nosso encontro não acontecesse hoje, provavelmente aconteceria de alguma maneira no futuro. Assim como você também faço parte de uma guilda de magos agora, Fairy Tail é seu nome, algo engraçado porque nunca imaginei que fadas teriam caudas. - Brincava com uma observação que fazia desde sua chegada ao novo lar. -Nela conheci pessoas interessantes e até algumas que posso chamar de amigos, talvez eu esteja realmente começando a viver somente agora, e fico feliz que possa dividir esse momento da minha vida com você novamente e não com qualquer outra garota. - Comentava com uma piscada discreta revelando seu aconchego em te-lá de volta perto de ti. -E contigo, o que tem acontecido nesses últimos anos?

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Postado em Qua Ago 01, 2018 11:13 pm


O sangue irá escorrer novamente.
Um suspiro longo e excitante foi emitido por ela ao sentir o calor do sobretudo do rapaz, ali o vento e a chuva se silenciaram, tudo enluarada, e cheio de uma beleza e tranquilidade fora do normal. Ao redor só se viam ruínas: muros das  casas, estátuas antiga no teto, roseiras, gárgulas horrendas e alguns animais de pedra. Ashes não via os pequenos rostos demoníacos, vivo e reais, que espreitava por trás dos rochedos. Subitamente demonstrou um sorriso imenso, seguido de uma olhada maliciosa para o rapaz.  -  Então, seria muito inadequado eu falar que você está extremamente  atraente?  Desviou os olhos e ergueu a mão em uma forma brincalhona. - Brincadeira.  Mentiu, enquanto se afastava, o suficiente para manter o próprio controle corporal.  

Suas palavras soaram como notas musicais nos ouvidos da mulher, ainda molhada, mas quente devido a todo o carinho expressado no sorriso de Joe, por isso a vida é feita de histórias inacabadas e brincadeiras que nunca terminam, a não ser no caso de missões ou dos brócolis, ai tem que ir até o fim, por mais que demore. Mas isso tem um nome: para a maioria das pessoas, trata-se de amor, vida real, só que na verdade o culpado disso tudo é o sorriso dele, sério, não tem como resistir ao olhar aquilo, Ashes está se controlando bem, ela tem o medo de se acostumar, de se acostumar a ver a mesma paisagem, de ver as mesmas pessoas, mas em quesito de ser o Joe, ela jamais iria se acostumar a vê-lo, abraça-lo ou até mesmo senti-lo perto, cada dia se renovaria para algo esplêndido, com ele tudo parece a primeira vez, ela sempre o teve na cabeça, mesmo sem querer. Joe fez alguma mágica? Por que ela o quer, como se fosse a primeira vez. - Hmm, posso contar as coisas ruins ou devo ser falsa e mentir? Perguntou, coçando um pouco o próprio cabelo que ainda permanecia molhado, aos poucos a mulher ergueu as mãos e começou a torcer para que a água saísse.  - Pode me ajudar, Joe? Pediu, enquanto segurou a mão dele e mostrou como fazer. - É só girar, odeio ficar de cabelo molhado, pelo tamanho você já imagina o porque, é difícil secar ele.  

Ashes queria rir da situação, mas manteve um olhar sério, após a ajuda do rapaz, ela se virou e começou a se esticar, antes de responder a última pergunta dele. - É um pouco esquisito falar sobre isso… Não amei nenhum homem depois de você, aliás você foi realmente o único que eu pensei em… Balançou um pouco a cabeça e expressou com o dedo indicador e do meio, um V foi feito com ambos os dedos e um sorriso demostrado . - Okay, acho que isso ficou um pouco obsceno… Uma coisa que você precisa sintonizar nessa cabecinha.   Disse Ashes, erguendo a mão na direção do cabelo dele e remexendo de um lado para o outro.  - Eu mudei, eu cresci.  Recuou a mão e olhou para baixo, dando alguns pulinhos, fazendo os seus seios saltitar.  - Eu me tornei uma mulher um pouco, talvez muito, perversa, mas não sou malvada. Virou-se o rosto e suspirou, enquanto isso na sua pequena mente formavam-se  ideias.

A noite certamente não iria terminar ali, mas o frio a fazia tremer um pouco, deixar as regras de lado e seguir o roteiro da noite, provavelmente será uma despedida, mas as coisas com Ashes nunca é seguido, muito menos escrito em um papel, seus olhos percorreram novamente o físico dele. - Toma, é melhor você se vestir. Entregou a ele novamente o sobretudo e o ajudou a recolocar.  - Eu tenho que admitir, estava com saudade desse teu sorriso.  Se entregou na fala e pouco a pouco fechou a expressão, ficando com as bochechas vermelhas e tentou rapidamente mudar de assunto. - Vamos? Acredito que queira me acompanhar até em “casa”. Falou com uma movimentação de aspas com os dedos, já que o local onde ela está hospedada não é a sua verdadeira casa, apenas um local do qual se dispõe a ficar para descansar e se manter viva. Enquanto ambos caminhavam, um vento descontrolado insistia em bater nos cabelos de Ashes, uma bela visão de longos fios sendo jogados para trás, ela demonstrou um sorriso, mas os seus dentes começaram a bater, a temperatura juntamente com o vendaval, fez o ambiente esfriar. Ela com um pensamento malicioso, pulou para o braço de Joe, agarrando-o como se pedisse proteção, sentiu disfarçadamente o cheiro do rapaz, aquilo a deixava inquieta, a saudade é uma coisa esquisita, nem tem como traduzir o amor, muito menos fazer um levantamento do porque ela fez essa maluquice de cheirar.  - Você é sempre tão quente assim? Continuou a caminhada enquanto ria de algumas coisas.  - Ah se você quiser saber mais sobre o meu passado terá que tomar café da manhã comigo, em um outro dia. Olhou em seus olhos, ainda grudada no seu braço esquerdo, ambos adentraram em uma rua fechada, Joe provavelmente estranharia, mas Ashe fará algo interessante.  - Até te convidaria para dormir, mas a minha cama é pequena demais para nós dois. Expressou uma carinha triste e continuou, agora um pouco afastada do rapaz.  - Pois bem, quem sabe em uma próxima… Se aproximou novamente dele, impulsionou a ponta de seus pés para ficar na mesma altura que ele, deu uma piscada e lhe deu um selinho na trave da boca, claro que era para ser diretamente nos lábios, mas o nervosismo a fez errar e acabar acertando de uma forma muito mais provocativa. - Foi bom te rever, Joe… Ashes se afastou, suspendeu a mão e encostou os dedos nos lábios de sua própria boca e mandou um pequeno beijo, virou para a parede e suspirou…  - Até mais. O cabelo dela  bateu na estrutura inicial da parede e se prendeu a isso, em um salto a mesma se lançou, primeiramente as pernas dela começaram a aparecer e em poucos segundos chegou ao topo; somente se esqueceu que o vestido só cobria a parte da frente, no exato momento em que ela se lançou a calcinha de cor lilás dela apareceu, mas isso não a fazia recuar.  - Eu deveria ter pensado nisso direito, mas qualquer coisa você não viu nada. Se a mesma estivesse ido pelo caminho normal, demoraria duas vezes mais a caminhada e ficar perto de Joe em uma noite fria não daria certo, por fim, ela se despediu dando um tchauzinho e saltou para o outro lado. "Me siga, por favor, me siga" Pensou ao saltar. E ao chegar ao outro lado, caminhou em direção a porta de sua casa alugada, procurando as chaves que se mantiveram escondidas atrás de um vaso de planta.



Status/Magia:

Hp: 250
Mana: 295




Nome: Grapple Hair Gun
Rank: D
Base: Suporte
MP Gasto: 20
Duração: Instantânea
Alcance: 15 M/S
Descrição: A técnica consiste em lançar  o cabelo em forma de pinça em uma estrutura ( vigas, muros, entre outros) para conseguir alcançar o local desejado, podendo até mesmo ser usado em quedas para se segurar, caso haja uma estrutura para isso.
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Postado em Seg Ago 06, 2018 2:45 am



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A
brincadeira de opostos que tinha início naquele instante se tornara uma atração a parte mediante o encontro, enquanto Ashes continha seus desejos buscando se afastar nos momentos estratégicos afim de manter sua sanidade, Joseph percebendo tais evasivas se aproximava da mesma quando não à bombardeava com os mais diversos olhares e sorrisos de provocação, fazia isso por pura e completa diversão, afinal recuperara a leveza que sentia ao estar do lado da loira. -Não, não seria não. - A respondia ainda que a pergunta fosse possivelmente retórica, sua aproximação se fazia presente novamente, discreta mas estava lá. -Até porque eu diria o mesmo, e ainda que fosse inadequado seriamos dois indelicados, acho que não posso mais te chamar de Ashezinha. - Sorria brincando com a moça, dessa vez lhe dando uma trégua na provocação corporal.

Admirá-la nos momentos de silêncio mutuo, se tornara uma de suas atividades preferidas noite a dentro, cada detalhe era friamente analisado e comparado a suas lembranças pouco visíveis perdidas na mente em relação a mesma imagem adorada, admitia a si mesmo que as vontades da carne falavam alto em seus ouvidos, quase tanto quanto os ensinamentos de um cavalheiro que recebera durante toda sua meninice e adolescência, não chegava a ser um problema de autocontrole mas realmente se tornara curiosa a guerra interna - agora benéfica - que acontecia em seu interior. O pedido feito era rapidamente atendido logo após uma breve explicação por parte de Ashes. -Desse jeito? - Nunca imaginara que estaria ali, de baixo da chuva, junto a um amor de infância, lhe ajudando a torcer a água acumulada em seus cabelos, a vida realmente se tornara uma caixinha de surpresas quando enfim optara por abandonar as cercas que o limitavam. -Espero estar fazendo isso certo, haha. - Sorria um pouco desajeitado durante a tarefa, era incrível a semelhança de ter sobre a posse aqueles fios dourados ou um aglomerado de seda. Enquanto a ajudava com as madeixas molhadas, seu questionamento passado agora começava a ser respondido, não muito bem como imaginava que seria mas tomar conhecimento de que era o único a ter alcançado o coração da moça, e também o único a... Bom, acho que não seria muito necessário maiores explicações após a demonstração cedida, e fato era que ele se atentara bem a tudo que era comentado, bem até demais. -Tá l-legal... - Levava uma das mãos a nuca ao mesmo tempo que desviava o olhar por alguns instantes, a representatividade e dotes corporais da moça o aqueciam como uma chaleira no fogo alto.

A queda de temperatura característica das madrugadas alheias chegava sutil ainda que notável, estaria perto de supor uma fugidinha para algum lugar mais aconchegante quando ela lhe convidara a acompanhá-la até em "casa" - que falta de vergonha a sua - não pensara duas vezes em aceitar, novamente vestido estava apto a seguir caminho. O vento continuava a soprar piorando ainda mais o estado do casal que além de se envolverem no sereno agora encaravam o frio otimizado pelas roupas encharcados, era até mesmo capaz de sentir um arrepio a cada novo encontro com a corrente de ar que parecia os acompanhar até o destino, por sorte o abraço pontual de Ashes sobre seu braço iniciava uma troca de calor gostosa entre os dois corpos, tê-la assim dessa maneira tão próxima lhe trazia uma sensação maravilhosa de acolhimento e prazer, chegava a sentir as batidas de seu coração devido a aproximação. -Não sei, é a primeira vez que me perguntam isso, e não é sempre que caminho com moças bonitas debaixo da chuva. - Respondia a indagação a respeito de sua temperatura corporal da maneira mais sincera possível, talvez o frio o deixasse um pouco bobo e ainda mais formal que costumara ser. A Lua até agora não voltava a aparecer, para ti era estranho imaginar o fim daquele encontro sem que a belíssima mãe das noites desse seu ar da graça, romantismo sempre fora uma de suas qualidades e imaginar diversos fins para aquela ocasião não era nem um pouco difícil, ainda assim nenhum desses "felizes para sempre" poderia se concretizar sem a ilustre presença, muito menos em uma rua sem saída, Ashes estaria morando na rua? Sequer tivera tempo para questionar, pois antes que pudesse dizer algo recebia a visita dos lábios da amada junto aos seus, um momento jamais fora tão perfeito em seus erros, e o gosto de quero mais agora era a única coisa que ganhava destaque em sua mente.

Se já não bastara a provocação através do meio beijo, a garota ainda que possivelmente sem querer vacilava durante sua saída deixando que sua veste íntima surgisse perante o balançar de seu vestido, "você não viu nada" ela disse, ignorar os instintos carnais de um homem apaixonado era praticamente impossível. -Desculpa Ashes, mas não vai dar. - Sussurrava baixinho consigo mesmo decidido de que aquele não seria o ato final daquela noite. Movido pela força adicional de suas próprias habilidades, o loiro flexionava suas pernas em uma angulatura propícia para a articulação de um salto, não demorara mais que alguns segundos para que assim fizesse se lançando em um breve voo livre até o outro lado, ali apenas buscou no ar o doce aroma de seu amor de infância para que assim pudesse desvendar seu paradeiro. -Eu não consegui ignorar... - Por fim diria abraçando-a sem que mais reprimisse a vontade de te-la em seus braços, próxima a teu peito.

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Postado em Ter Ago 07, 2018 4:20 am


O sangue irá escorrer novamente.
-  Você pode fazer isso sempre que me ver?  Ashes perguntou com um sorriso nos lábios.  Ainda se manteve de costas, sua mente começou a contorcer o corpo dela, mas ela não se importava. O quente, a pele, o ar que saía da boca de Joe, o tom da voz e os músculos a entrelaçando cada vez mais. Um suspiro, somente uma reação e se virou.  - Devíamos parar por aqui, Joe.  Somos crescidos e sabemos onde isso vai dar. O momento passou devagar demais e Ashes não sabia se estava sentindo um sentimento de arrependimento ou algo relacionado a querer usufruir mais do corpo dele.


Não, ela não quer que ele vá embora e muito menos desviar o olhar. Ela deseja que ele pense nela, a queira em seus braços. - Eu tenho que me proibir de querer você… Aqui. Disse em um tom esquisito e esticando o seu corpo a se aproximar do dele. Demonstrou um sorriso e novamente. - Não precisa falar nada, Joe. Só fique comigo essa noite se me prometer ficar todas as outras que estarão por vir. Suspirou em meio as palavras, as lágrimas novamente iriam escorrer, mas ela foi forte o bastante para  transformar isso em um sorriso seguido de uma bela retribuição do abraço dado por ele.


Encostou o seu delicado rosto no peitoral dele, suas mãos e unhas procuravam lhe dar um toque a mais na região dos braços, arranhou e procurou com os próprios lábios o do rapaz. Um suave beijo foi iniciado, Ashes se afastou assustada com o fato ocorrido, isso foi tão natural quanto a luz do dia.  - Se continuarmos com isso… Olhou fixamente em seus olhos e completou. - Não irei te deixar ir. Suavemente passou os dedos nos próprios lábios e se manteve quieta, ergueu gentilmente a mão na direção do abdômen dele e como uma expressão safada, disse. - Teu olhar não mente, Joe. Eu sei que você me quer, teu corpo me deseja. Ashes se libertou de seu disfarce de garotinha inocente, não que ela estivesse fazendo esse teatro muito bem, mas enquanto soltava palavras provocativas tratou de deslizar os dedos para a região íntima do outro, okay, ela havia dito anteriormente que mudou e se transformou como uma lagarta em um casulo para se transformar em uma borboleta,só que acredite, ela atualmente é muito mais que isso.

[...]

Joe me envolveu de um jeito mais forte em seus braços, olhos azuis deslumbrantes perfuraram através de mim. Meu coração saltitava, se eu fosse mais a funda iria acontecer o que nos meus sonhos efetuou-se. Ele estava muito diferente, o calor do seu corpo aumentou, parecia estar acompanhando o meu, olhei para o seu rosto impressionantemente atrativo, o que me seduzia muito mais que seus músculos. O sorriso… E senti novamente os seus lábios se encostando nos meus, não podia negar que desejei isso desde a primeira vez que o vi, somente não esperava que ele fosse para cima tão repentinamente. Deixei meu corpo se entregar a cada movimento do beijo, meus braços envolveram a nuca dele enquanto um arrepio caloroso subiu o meu corpo. Outro beijo realizado, mas dessa vez eu contemplei a boca de Joe, cada centimetro que podia explorar, como se todos os desejos de anos afastada dele viesse a dona e a paixão pelo conjunto dele comparecesse no exato momento em que pulei no seu colo, okay, não estava ligando para vestido, a porta ainda não estava aberta e isso seria um problema ficar ali fora.  - Deixa eu abrir a porta, Joe. Falei um pouco risonha, enquanto o outro insistia em beijar o meu pescoço no momento em que me virei para realizar a tarefa de abrir e consequentemente adentrar a casa. - Pronto, agora pod… Fui interrompida com uma pegada bem mais forte, Joe me surpreendeu me levantando com força nos seus braços, total rendição de nossos corpos, as roupas pareciam querer sair sozinhas, mas infelizmente não estamos em um conto de fadas. - Calma, espera… Recuperei o meu fôlego, o rapaz parecia estar a 100%, apesar da minha provocação, me secar, trocar de roupa e conversar um pouco ainda estava em meus planos.

A recepção de minha casa não é uma das mais bonitas, mas é aconchegante. Apesar da simplicidade, sempre mantive minhas coisas nos locais adequados. Meu corpo se estremeceu um pouco, a vontade de agarrá-lo aumentava cada segundo e ver o sorriso dele torna isso bem mais complicado de se suportar. - Ah, foda-se. Xinguei em um relance de avançar contra ele, minhas pernas se cruzaram com a cintura dele, apesar do vestido ainda estar em meu corpo, minhas partes íntimas encostava com vontade em uma região específica do corpo dele que, apesar de ser somente beijo, perseverava em manter-se duro. - Acredito que seja agora ou nunca. Disse em um tom provocativo, mas similar a uma brincadeira. Eu esperava tanto por esse momento que concentrei somente as ações de meus lábios. Eram vermelhos e isso me retesava a mordê-lo e foi isso que fiz; não forte o bastante para machucá-lo, mas foi uma mordida nos lábios e meu olhar fixo nos dele, minhas mãos agora permaneciam em seus rosto, acariciando-o vagarosamente. Apenas me entreguei por completo e deixei sentimentos crescerem novamente em mim. Os seus lábios como um toque de veludo encontrou novamente os meus. As emoções, sentimentos, tudo que poderia existir estava concentrada em nós. Até mesmo a lua brilhava fortemente pela janela.


Aparência ao retirar o vestido.
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Postado em Qua Ago 15, 2018 4:59 am



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LOVE, PAST AND A PROHIBITION


S
eu coração batia em um compasso acelerado diferente da maneira serena que estava acostumado a senti-lo, as palavras de Ashes sussurradas tão próximas a seu ouvido o arrepiava da cabeça aos pés junto ao frio que gelava sua espinha ainda por conta da chuva, retração da parte da moça de início pode ter sido notada, talvez não fosse certo sentir-se assim, mas ele estava aliviado por não ser o único confuso mediante aquela ocasião tão especial. -Eu te prometo, isso e muito mais. - Anunciava sua decisão de ficar, por mais que os ânimos estivessem a flor da pele se precipitar em suas palavras jamais fora uma realidade sua, se estava dizendo aquilo era porque buscaria cumprir com todas as suas forças.

O beijo em mútua retribuição trazia de volta as sensações da adolescência não tão longínqua assim, o toque suave e familiar em seus braços o davam a certeza de que realmente estava revivendo o passado através de seus sentidos, ela ainda parecia acreditar que Joe detinha dúvidas se permaneceria por ali ou não, a fala e uma encarada fulminante cara a cara serviriam para tirar aquele possível dilema da mente da moça. -Eu não quero ir. - Sorria a ela da mesma maneira que fizera a noite toda, não tinha jeito, esconder sua felicidade em estar próximo a ela era impossível. As sensações, cheiros e olhares eram todos bastante semelhantes ao passado, já os toques e outros atos carnais exalavam novidade ao loiro, Ashes não mentia quando revelava ter atribuído conhecimento em relação a malícia humana, seu toque provocativo surtira efeitos e uma grande carga de testosterona iniciara uma imediata circulação na corrente sanguínea do mago. Toda a excitação o fizera agarra-la com mais firmeza enquanto fitava-a em total silêncio, as íris azuladas de profunda delineação buscariam hipnotizar sua amada em uma tentativa de poder sentir seu beijo novamente, feito, por uma nova vez pode unir seus lábios ao dela em uma troca simultânea de prazeres, entrelaçar suas línguas como prévia de algo que estava por vir e a aquela altura parecia inevitável, suas mãos deslizavam pelas costas estreitas da loira até próximo da cintura alterando entre apalpadas e pegadas mais firmes por todo o corpo, nem mesmo a breve e simples tarefa de abrir a porta da residência poderia fazer com que Joseph deixasse de beija-lá desejando cada vez mais tê-la pra ti.

O som da porta destrancada soara a seus ouvidos como um sinal de largada, apanhando-a pela cintura o corpulento e instigado rapaz a pegava no colo segurando-a pelas coxas próximo as nádegas, o atrito entre os corpos gerava ainda mais desejo de sua parte, o corpo de Ashes se desenvolvera muito mais em comparação ao seu que já detinha certa musculatura durante a meninice, sentia como se suas roupas já não lhe caíssem tão bem quanto costumavam, queria arrancá-las de qualquer maneira. -Me desculpe, acho que só me dei conta agora que te quero tanto. - Brincava se referindo a súbita ofensiva que adotava, até ele se surpreendia com o rumo que tomara ao se entregar aos desejos de seu interior. A casa a qual adentravam sequer pode ter sido vislumbrada por Joe, pois antes que esse tivesse sequer oportunidade observa-la Ashes em um abandono da calma se lançava a seus braços, seus corpos novamente em atrito se encaixavam fazendo com que suas partes intimas se encontrassem, o tecido das roupas evitava que fizessem contato direito, porém isso não impedia o acontecimento de uma ereção por parte do loiro, esconder sua excitação era impossível a aquela altura. O beijo que já se tornara uma ação comum perante o reencontro do casal ganhava destaque outra vez ainda que agora recebesse algumas pequenas provocações a mais, a mordiscada em seus lábios o dominava de antecedência a continuação do beijo.

Com a moça em seus braços ele desventurava seus olhos pela casa em uma rápida análise ao local, ao encontrar o que queria iniciava uma breve caminhada em direção ao móvel almejado sem que deixasse de estimula-la através dos beijos, em seus pensamentos mais carnais e porque não dizer pervertidos se imaginava nessa situação com a mesma mulher que dividia aquele momento. -Sempre me perguntei, qual seria o seu sabor, acho que posso descobrir agora. - A fala parecia confusa e sem muita explicação, porém colocá-la suavemente sobre uma mesa no cômodo, possivelmente pode ter levado a revelação a mente da moça. Tirando o vestido de Ashes com uma leve ajuda dessa, seus olhos deslizavam por todo o corpo desenvolvido da moça, ela realmente se tornara uma mulher linda de curvas e características atrativas, suas mãos exploravam suas coxas e abdômen enquanto os lábios vermelhos pela mordiscada da própria loira percorriam vagarosamente o pescoço da mesma em direção a seu colo, beijos eram intercalados junto a lambidas e chupadas por toda a extensão ganha pelos lábios de Joe, a calma parecia uma aliada naquele momento onde só buscava desfrutar ao máximo daquela experiência. -Como imaginei, seu sabor é delicioso. - Sussurrava por entre os sons que realizava com a boca, enquanto se deliciava suas mãos voltavam para a parte superior do corpo da moça se posicionando por entre suas costas e a mesa, pelo menos por enquanto que ainda não se aventurava nas regiões mais baixas de Ashes.

Esta tudo bem agora. Por que? Porque Joseph, o número um da humanidade, esta aqui!


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Postado em Sab Ago 25, 2018 7:19 pm


Eu quero você... Em cima de mim.
Ashes não poderia negar que o tesão que sentia era todo voltado pelo fato de estar perto do corpo quente do rapaz, deixou poucos gemidos saírem de sua boca e tentou manter a sua mente em sã consciência. - Joe, eu vou ter que te provar também. Presenteou o rapaz com um extenso beijo entrelaçando a língua em meio a toques perfeitos dentro da boca dele, deslizando firmemente a mão pelo corpo musculoso e em seguida sorriu maliciosamente, segurou por de trás o cabelo e puxou levemente para que conseguisse morder o pescoço moderadamente forte, não machucando-o. Arqueou a sobrancelha e impulsionou os próprios seios para ir encontro ao corpulento músculos do peitoral dele.  - Temos algo aqui e está duro... Feliz em me ver? Segurou o volume que insistia em marcar a calça da qual Joe vestia, olhou fixamente nos olhos dele e passou a própria língua nos lábios em uma expressão de provocação; empurrou o rapaz para trás e suspirou, trocou de lugar com ele e selou um beijo enquanto retirava ao poucos a vestimenta dele, a afobação a fez retirar toda a roupa do rapaz e o pênis dele ficou erguido em sua direção. Olhou com um belo sorriso no rosto e ajoelhou de frente ao rapaz, deixando a mão esquerda apoiada na coxa dele e a outra mão também na respectivo membro inverso, anterior. 

Deixou a língua passar na glande e lambeu a região, em seguida deslizou para a base e subiu rapidamente para o topo. Segurou com a mão direita o início até a metade de seu pênis e deixou a todo momento o encontro de olhares surgir naturalmente. As bochechas começaram a ficar em um tom avermelhado e mesmo com uma certa vergonha sorriu maliciosamente. Velozmente cobriu o pênis dele com os lábios e com a língua na parte debaixo deslizou para dentro de sua boca, começando a chupa-lo como se não houvesse amanhã, sua aceleração foi contínua e sua excitação aumentava gradativamente, com uma das mãos livres a ergueu em direção ao sutiã e abriu deixando os seios saltarem para fora, nesse momento tentou dar uma empurrada com o membro até o máximo de sua garganta, mas acabou não suportando e engasgou, soltando uma leve risada. Dando prosseguimento ao ato segurou com firmeza a intimidade dele, sem ao menos demonstrar timidez, até porque é fazia algum tempo que não desfrutava um com tanta afeição.  Com o pênis dele já lubrificado com a saliva de sua boca, ela envolve lentamente o corpo peniano, dando leves apertadas para ocasionar uma onda de pressão na total extensão do pênis. Escorregou a mão para cima afim de tocar a ápice, aos poucos um líquido mais transparente insistia em sair, Ashes aproveitou a ocasião para lamber em uma volta rotatória aquela região. Iniciou um movimento de ir e vir na vertical, subindo da base do pênis até a ápice. As mãos dela não encontraram tanta resistência já que o cuspe básico lhe ajudava a movimentar bem rapidamente.  O toque de suas mãos cada vez ficava mais quente e mais uma vez demonstrou um sorriso, sentindo saudade dos lábios do rapaz ela se ergueu. Olhou para baixo e em seguida para ele, erguendo uma das sobrancelhas o abraçou em uma forma gentil, passou o polegar nos lábios.  - Muito bom. Você está bem melhor agora. Deixou uma risada escapar e encontrou a boca dele e estabeleceu um novo beijo já que a excitação dela devido ao carinho dele havia finalmente chegado no ponto certo.

Ashes saltou no colo dele e foi virada para ficar novamente acima da mesa.  - Eu quero você dentro de mim, Joe. Sussurrou no ouvido dele e mordiscou a ponta da orelha do rapaz. 

 

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Postado em Sab Set 08, 2018 4:00 am



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TUDO COMEÇA E TERMINA NOS SEUS LÁBIOS


C
ada instante onde o toque entre ambos tinha continuidade o exitava de uma maneira diferente, não apenas o toque mas todos os outros sentidos possíveis de serem capitados despertavam pequenas erupções nos quatro cantos de seu corpo, a ansiedade o impulsionava a intensificar os amassos, lambidas e deleites de seu aroma como se não fosse capaz de esperar por mais alguns poucos minutos o que sonhara durante toda a vida, para alguém tão fisicamente resistente faltava certo jogo de cintura que fizesse jus a fama. -Sou todo seu. - Aquele era um jogo para dois, e ainda que não passasse por sua cabeça, se enganava ele se imaginasse que seria o único a tomar a ofensiva na busca pela saciação de seus desejos. Beijos, puxões, atrito entre os corpos tudo era tão mais intenso, mais vívido, como se a adição das energias de um corpo sobrecarregassem o outro, então era isso que significava unir o três amores - amor carnal, emocional e intelectual - em uma única ocasião e feito. -Que irônico... - Sussurrava entredentes em referencia a excitação que tinha em ter seu pescoço entre as presas de Ashes, as mesmas que a ela serviam como armas em situações distintas.

A parte engraçada em ser uma figura sexualizada superestimada é quando apesar da fama de garanhão e certo dom na conquista, não ter lá tanta experiência no assunto quanto pode se imaginar, afinal só detinha a imagem que tinha por passar mais tempo atribuindo dotes físicos do que realmente os colocando em ação, era um amante repleto de carnalidades realmente, mas um aprendiz na prática, pelo menos já se certificava de que aquele ato não passava de uma troca constante de prazeres, fluidos e por que não dizer carícias, já que depois de se concentrar um pouco em sua amada ganhava o mesmo dessa. Era difícil afirmar o que o instigava mais, o olhar ascendente unido ao sorriso malicioso ou a agitação no manuseio de seu pênis, se arriscava a apontar a segunda opção como mais instigante mas apenas por ser uma sensação tátil, até mesmo o imponente sorriso heroico se transformava em uma versão mais tímida e courada como se a moça o tivesse na palma de suas mãos - e realmente o tinha. Cada lambida e chupada eram fielmente sentidas por ti ao ter seu membro abocanhado e deliciado pela loira, manter-se com certa postura era definitivamente a tarefa mais difícil daquele ato, sua mão direita era lentamente levada e entrelaçada aos fios de cabelo de Ashes de início apenas para apoio, até mesmo acompanhar a movimentação de sua cabeça perante o sexo oral parecia problemático quando buscava se concentrar para não "ceder" tão cedo. -A-Ashes... - Suspirava encarando-a com uma expressão de intensa satisfação. Uma senhora seção oral como boas vindas e a masturbação perfeita como encerramento, se já não conhecesse o toque aveludado das mãos da moça, diria que essa nascera com um dom inteiramente voltado a aquele tipo de atividade, ela era fantástica em todos os aspectos.

Seu corpo encontrava-se estremecido, visivelmente tensionado e o pênis em especial intensamente rígido, Ashes fizera um ótimo trabalho se suas intensões fossem levá-lo ao ápice do tesão, o último beijo selado ao fim de toda a prática oral trazia de volta sua sanidade mental após uma prova psicológica tão complicada. -Que assim seja. - Sussurrava a ela enquanto recebia a carícia na ponta de sua orelha. Os intitulados a grosso modo como "preparativos" estavam completos, a troca principal de amores tinha tudo pra ter início e o pedido da amada prontamente atendido, segurando-a pelas coxas ele a deitaria de costas sobre a mesa que até então servia de apoio para toda a ação, fitando-a ele visualizava todo seu corpo em uma posição favorável em relação as outras que tivera até o momento, seus seios chamavam sua atenção - "Quando foi que você cresceu tanto" - traziam-lhe pensamentos de mais desejo, com uma das mãos ele a puxava trazendo seu quadril para mais próximo da borda da mesa, com a outra segurava seu pênis antes de vagarosamente introduzi-lo em sua vagina, um arrepio percorria sua espinha de cabo a rabo. -Vou te levar as nuvens, Ashes. - Alertava-a recuperando o sorriso que exalava confiança.

Com uma pegada firme na coxa direita de sua amada, Joseph iniciava o ato de penetração movendo seu quadril para frente e para trás em um molejo constante e lento apenas para que sentissem o atrito entre suas peles lubrificadas, enquanto isso a mão esquerda que se encontrava livre deslizava pelo abdômen da moça encontrando seus seios, acariciá-los e porque não tomar conhecimento de sua consistência era o que visava desde o momento que os focava, brincar com seus mamilos rígidos enquanto mantinha a penetração parecia ser sua tara a aquela altura. -Você é tão linda, Ashes. - Pensava em meio a tantas atividades em sua mente. O tesão e calor crescente em seu corpo automaticamente o levavam a aumentar a velocidade da penetração que ocorria, dois apoios sendo um em cada lado da cintura da moça parecia facilitar o atrito otimizando o molejo sexual progredido pelo loiro. -Assim é bem melhor. - Afirmava segurando-a firme enquanto metia de maneira mais rápida e intensa, o bastante para emitir sons semelhantes a tapas quando seu quadril se encontrava com a bunda da loira.

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Postado em Dom Set 23, 2018 7:18 pm


Diga que me ama.
Ashes gemia de uma maneira nada silenciosa, suas bochechas se converteram em uma cor mais avermelhada e seus caninos ainda estavam recolhidos, enquanto sentia toda a extensão do pênis de Joe em si, a mulher de fato sorria maliciosamente durante o tempo em que usufrui do prazer. Deslizar as suas mãos pelo próprio corpo enquanto ainda estava de costas para o rapaz, atingiu o clitoris com a ponta de seus dedos e com movimentos circulares se auto estimulou, pois o calor a fazia delirar, mas é sempre bom melhorar quando se tem mãos.   - J-joe… Suas palavras foram cortadas quando a velocidade fora aumentada, suas mãos se ergueram contra a parede para que houvesse uma segurança extra devida a sequência de ‘socadas’. Seu quadril começou a se movimentar de uma forma que a fez mordiscar os lábios, estava molhada, melada, nunca se sucedeu a liberar o seu corpo nesse aspecto.  

Na companhia de um molejo corporal, a mulher retirou o membro de dentro de si e se virou, arqueou a sobrancelha e o olhou fixamente, se arrastou de uma forma sexy para frente, ficando com o bumbum bem na beirada da mesa, enquanto deslizou a mão sobre o pênis dele e o segurou gentilmente, forçando-o para avançar a frente. Roçou a glande na extensão de sua vagina e repetiu esse movimento algumas vezes, visando a expectativa de deixar ele louco.

Sua língua deslizou sobre os próprios lábios e saltou para o chão, buscou beijá-lo novamente e ficou ao lado da mesa, de costas para o rapaz. Jogou a perna esquerda para cima da mesa e aos poucos introduziu, encaixando perfeitamente os corpos de si, virou o seu rosto e conseguia olhá-lo, sua língua encontrou a dele e dançaram uma valsa romântica enquanto seu corpo pedia mais prazer. O silêncio tomou conta do local por alguns segundos, mas um gemido mais alto fundido com a respiração de Joe, ofegante, suas expressões de satisfação, a fizeram gozar. Sua vagina ficou mais lubrificada e uma quantidade pequena de líquido viscoso, bem ralo, começou a deslizar sobre o pau dele, o barulho da penetração mudou ao ponto de poder ouvir algo ‘surrando em água’.

Observar Joe naquela situação a fez chegar ao orgasmo rápido, era como se fosse um sonho realizado, ter o amor de sua vida literalmente dentro de si, suas lembranças de como eram unidos e de como toda a situação aconteceu, a fizeram de fato notar que estava apaixonada por ele, o amanhecer estava fazendo parte do ambiente, os galos cantavam, pareciam que estavam em uma região rural, uma risada fora emitida por Ashes, este e aquele ficaram nessa ação de briga, apego, provocação e por fim transa, durante toda a madrugada, pelo menos metade dela.    - Desculpe, Joe… Mas terei que apelar.  

Os gemidos da Ashes se transformaram em algo mais safado, como pedidos para meter mais rápido e uma sequência de palavras estimulantes que a mesma emitia. Seguido de uma expressão facial de puro prazer, a mulher queria senti-lo bem mais a fundo, por mais que estivesse satisfeita, continuou com a penetração. Não sabia se Joe aguentaria tudo isso, mesmo assim, girou, o jogou contra o chão de uma forma educada e sentou em cima dele. Encaixou o seu pênis novamente e lançou o seu cabelo para o lado, ambos as mãos deslizaram sobre os dois respectivos braços e o prendeu, com o auxilio de sua magia, o cabelo se enrolou em seus pulsos, como se fossem algemas. Somente com a cintura a mulher quicou fortemente, iniciou uma típica tortura de prazer que a alforriava em beijos diretamente dados a ele, soltou as mãos dele, apesar de que poderia facilmente se soltar, devido a sua força atual.  - Diga novamente que me ama… Entrelaçou as mãos em seu rosto e o acariciou. Depois da resposta, ela o olhou com uma expressão de explosão de felicidade.  - Tire quando estiver gozando… Disse em um tom mais sapeca, enquanto não o deixava em paz, em movimentos rápidos e estocadas até o limite do membro dele, ela o fez pirar, mas ao mesmo tempo preocupada com o fato dele gozar dentro de si e acabar ficando grávida.


 

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